Projetos Musicais



O Ecarta Musical é um projeto da Fundação Ecarta que visa valorizar a música e os músicos do Rio Grande do Sul, assim como facilitar o acesso da população a este bem cultural.



Confira os shows realizados
em 2013:
NOTA PÚBLICA
Repúdio à sanção
do Governo para
extinção das
fundações estaduais

Nome: 
E-mail: 
 
 

 Em Porto Alegre
 
Sede da Fundação Ecarta (Av. João Pessoa, 943 - Farroupilha)

21/12/13 | 18h
Sonora Visão, show do grupo Itororó

Foto: Divulgação
Sonora Visão, show do grupo Itororó | Foto: Divulgação


Espetáculo de música instrumental que interage com aspectos visuais da música e da arte. O show explora, através da projeção de desenhos da artista plástica Ana Cândida Lima, improvisos e diálogos com o trabalho da artista, o qual é inspirado em cada um das composições presentes no repertório. Busca também uma maior interação e fluidez com o público. No palco, Daniel Stringini (piano e teclado), Thiago “Carretero” Gonçalves (clarinete e voz), Igara Paquola (violoncelo e voz) e Rita Santayana (flauta transversa). O show apresenta música brasileira instrumental autoral, releituras de temas tradicionais do choro, da musica contemporânea, além de adaptações do cancioneiro nacional e latino americano. No repertório, Alma Brasileira (Heitor Villa-Lobos), Noite Azul, Chá de Boldo, 7 povos e Lembra? (Thiago Carretero), Roseiral, Afluente e Um dia ainda desceremos para o sul... (Daniel Stringini), Bebe e La na casa de madame eu vi (Hermeto Pascoal), Retirada da Laguna (Guerra-Peixe).

GRUPO – Tem como referência o repertório instrumental contemporâneo do Sec. XX produzido por compositores como Igor Stravinsky, Heitor Villa-Lobos, Guerra-Peixe, Moacir Santos e bebe diretamente na fonte de mestres como Radamés Gnattali, Hermeto Pascoal, Egberto Gismonti e Tom Jobim. O coletivo Itororó busca sempre aproximar o publico da música instrumental, quebrando barreiras estilísticas ao mesclar o repertório originalmente escrito para musica de câmara, com o do cancioneiro nascido dentro do universo popular. A ideia vem da intenção de dialogar com outros instrumentistas e outras manifestações artísticas como teatro, dança, literatura e artes visuais, visando sempre uma integração entre artistas de variadas vertentes, criando novas possibilidades dentro do universo sonoro. Desde março de 2011 o grupo vem se apresentando regularmente em diversos espaços culturais de Porto Alegre e do interior do estado.

DANIEL STRINGINI – Natural de Santa Maria. Graduou-se em Música pela Universidade Federal de Santa Maria e Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Desenvolveu, como compositor e pianista, trilha sonora para teatro, curta metragem e trabalhos coletivos com música experimental e jazz.

RITA SANTAYANA – Natural de Porto Alegre. Iniciou seus estudos de música antes da adolescência ingressando no Conservatório da Ospa Pablo Komlós. Venceu duas vezes o concurso de Jovens Solistas, se apresentando a frente das Orquestras do Teatro São Pedro e da Fundarte. No ano de 2010 bacharelou-se em Flauta Transversa pela Universidade Federal de Santa Maria. Atua regularmente em formações orquestrais no RS tais como Banda Municipal de Porto Alegre, Orquestra de Sopros de Caxias, Orquestra de Sopros de Novo Hamburgo e Orquestra da UCS entre outros.

THIAGO CARRETERO GONÇALVES – Natural de Porto Alegre. Iniciou os estudos de música na Adolescência. Estudou Violão erudito e Popular, Piano e Clarinete. Desde 2011 frequenta o curso de música pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Desde a metade da década de 90 até os dias atuais trabalha como instrumentista, arranjador e compositor em diferentes projetos de diversos artistas tais como Fernando Do Ó, Cadica Borguethi, Agustín Carbonell Serrano, Angelo Primom, Toneco da Costa, Pedrinho Figueiredo, Dani Rauen, Luizinho Santos e Claudio Levitan entre outros.

IGARA PAQUOLA – Natural de Poços de Caldas, Minas Gerais. Auto didata desde sempre, teve seu primeiro contato com a música ainda na infância tocando Clarinete em Bandas Marciais da sua cidade natal. Mais tarde, já morando em São Paulo, opta pelo Violoncelo desenvolvendo diversos trabalhos como instrumentista e luthier na capital Paulista. Morando no Rio Grande do Sul já trabalhou com diversos artistas da cena regional se apresentando em festivais no interior do estado e em outras regiões do país.

Sonora Viso, show do grupo Itoror


Especialmente no dia 5/12/13 - quinta-feira, às 20h
Grupo de Música Barroca Ipdae

Credito: Kiran Foto
Grupo de Música Barroca Ipdae | Credito Kiran Foto

Formado por alunos, ex-alunos e professores da Escola de Música Ipdae, de Porto alegre, tem como objetivo executar música do repertório do período barroco, aproveitando a instrumentação específica do grupo, que inclui flautas doces, flautas transversas, fagote e instrumentos de cordas. Inclui em seu repertório obras que valorizam seus próprios instrumentistas como solistas, buscando tanto o desenvolvimento individual como coletivo.

IPDAE – Formado por jovens entre 16 e 22 anos da Escola de Música Ipdae. Alguns dos seus integrantes, atualmente, são alunos do curso de bacharelado em Música da Ufgrs, exercem a sua formação em Festivais de Música e com professores renomados do Brasil e exterior, atuando também em distintas áreas de profissionalização musical, inclusive como professores da instituição. Como estudantes participaram das atividades da Orquestra Jovem Ipdae, atuando em concertos em diversas cidades do interior e na capital, em salas como o Centro Cultural Ceee Érico Veríssimo, o Instituto Goethe e a Igreja São José. Três de seus membros foram vencedores do Concurso Jovens Solistas Fundarte, nos anos de 2011 e 2012, e todos participaram como solistas da série Jovens Solistas Ipdae, realizada neste mesmo período e registrada no CD Sinfonia da Lomba.

Grupo de Música Barroca Ipdae




23/11/13 | 18h
Caminho São

Credito Roger Lisboa
Caminho São | Credito Roger Lisboa

Show do grupo Outros Nós, integrado por Cesar Moraes (baixo, violão e voz), Júlia Monteiro (voz, violão e castanholas), Robson Serafini (piano, violão, guitarra e voz), Roger Lisboa (violão, guitarra e voz). Os artistas vão mostrar apenas composições próprias, em canções intimistas, bem-humoradas e requintadas. O repertório de MPB contemporânea mistura naturalmente ritmos brasileiros, como o samba e o baião, com o rock e o pop. Dentre as canções, Caminho São (Roger Lisboa/Robson Serafini/Júlia Monteiro), À Deriva (Robson Serafini/Júlia Monteiro), Estudo da Saudade (Nathália Bacellar/Júlia Monteiro/Paula Fillipon), e Sutil (Cesar Moraes/Edu Colvara).

OUTROS NÓS - Navega, através da música popular brasileira, desde o início de 2011, dedicando-se exclusivamente ao trabalho autoral. São criações coletivas e também de cada um dos integrantes. Entre o lúdico e o reflexivo, o poético e o existencial, busca o equilíbrio entre simplicidade e sofisticação. Algumas influências: Clube da Esquina, José Miguel Visnik, Vitor Ramil, Caetano Veloso, João Bosco, Sui Generis, Fito Paez, Charly Garcia, Pedro Aznar, Pat Metheny, Led Zeppelin, The Beatles, Supertramp e outros.

CÉSAR "RATÃO" MORAES – Autodidata. Começou com o violão e em seguida se especializou no contrabaixo elétrico, instrumento pelo qual ganhou notoriedade ao longo de sua carreira.

JÚLIA MONTEIRO – Cantora. Toca violão e castanholas. Durante muitos anos fez aulas de canto com a professora Guisa Wolkmann.

ROBSON SERAFINI – Violonista, guitarrista, pianista e cantor.

ROGER LISBOA – Violonista e guitarrista.

Caminho São


9/11/13 | 18h
Quatro Vezes Clara

Foto: Felipe Kühne
Quatro Vezes Clara | Foto: Felipe Kühne

O show Quatro Vezes Clara, do grupo Panapaná, apresenta arranjos vocais para alguns dos grandes sucessos de Clara Nunes, que em 2013 completaria 70 anos. Uma das maiores intérpretes brasileiras, Clara consagrou-se cantando sambas e afoxés, mas seu vasto repertório abrangeu também boleros e canções românticas. Seu legado é um retrato musical do Brasil de norte a sul. O show recria essa imagem através de uma abordagem inédita: arranjos para quatro vozes, violão e percussão. No repertório, Coração Leviano (Paulinho da Viola), Juízo Final (Nelson Cavaquinho), As Forças da Natureza (João Nogueira e Paulo César Pinheiro), Coisa da Antiga (Nei Lopes e Wilson Moereira), O Canto das Três Raças (Paulo Cesar Pinheiro e Mauro Duarte), Tristeza Pé no Chão (Armando Fernandes), Morena de Angola (Chico Buarque de Hollanda), Conto de Areia e A Deusa dos Orixás (Romildo Bastos e Toninho Nascimento), Você Passa, Eu Acho Graça (Ataulfo Alves e Carlos Imperial), Lama (Mauro Duarte), entre outras.

PANAPANÁ – O grupo nasceu em 2009 do desejo de criar arranjos vocais diferenciados para músicas conhecidas e amadas do cancioneiro nacional. Clara Nunes foi a inspiração para as quatro cantoras levarem o projeto adiante. Identificadas com a figura da mineira guerreira, Andréa Almeida, Camile Rocha, Fabíola Barreto e Vivi Schwäger encontraram no repertório dessa rainha do samba o material para realizar o sonho de integrar suas quatro vozes, oferecendo uma perspectiva completamente nova ao público. O trabalho tem direção musical do argentino Julián Texeira, que empresta sua visão única aos arranjos do samba, forró, bossa nova e outros ritmos tão brasileiros. O grupo já se apresentou no bar Paraphernalia (2011), na Casa de Teatro de Porto Alegre (2011 e 2012), na Sala Luís Cosme da Casa de Cultura Mário Quintana (2012 e 2013) e no bar Ocidente (2013), e foi selecionado no projeto Música no Jardim da CCMQ (2012).

ANDRÉA ALMEIDA – Atriz, cantora e compositora. Integrou os corais da Igreja São Sebastião e dos Servidores do Município de Porto Alegre (2006-2008). Estudou técnica vocal na Escola de Música Cooper (2006/2007) e na Escola Teclas e Cordas (2009/2010). No teatro musical, atuou nos espetáculos A Ópera do Malandro (2007-2009), The Saga Of Jenny (2009) e Quanto Vale ou É Por Quilo? (2010), sob a direção de Ernani Poeta. Atualmente, estuda técnica vocal com Marisa Rotenberg.

CAMILE ROCHA – Atriz e cantora. Estudou técnica vocal com a cantora Adriana Deffenti em 2006, na escola Cordas e Cordas entre 2007 e 2009 e com a professora Débora Dreyer em 2010. Atuou na peça A Ópera do Malandro (2007-2009) e participou do espetáculo Cartola e Noel Rosa, do cantor Luís Valério. Canta no coral do Hospital de Clínicas de Porto Alegre.

FABÍOLA BARRETO – Atriz, cantora e bailarina. Possui formação em teatro, interpretação e dança. Estudou técnica vocal na Escola Pia Piano (1998), na escola Cordas e Cordas (2005- 2007), com a cantora Luciana Deffenti (2008), com a cantora e professora Gisele de Santi (2009/2010) e, atualmente, com a cantora e professora Andiara Mumbach.

VIVI SCHWÄGER – Atriz e cantora. Estudou saxofone no Instituto Musical Verdi (1992-1994) e técnica vocal na escola Cordas e Cordas (2005-2009).

JULIAN TEXEIRA – Cantor, compositor, arranjador, produtor musical e violonista argentino.

LEANDRO OLIVEIRA – Guitarrista e violonista licenciado em Música.

Quatro Vezes Clara



19/10/13 | 18h
Rodrigo Nassif apresenta O pulo do gato

Crédito: Rafael Valles
Rodrigo Nassif apresenta O pulo do gato | Crédito: Rafael Valles

Acompanhado por Carlinhos Ezael (segundo violão), Leandro Schirmer (percussão) e Samuel Cibils (contrabaixo), Rodrigo Nassif (violão) apresentará músicas dos seus três CDs. No repertório, Todas as coisas não ditas aquela noite, Fronteira, Bageense, Superstições, Blimundiando, Tio Pepepo, Citadina, O contramestre no convés, O pulo do gato, Valsa Hesitante, Arenito Rio-grandense, Vira lata, Guaxo.

RODRIGO NASSIF – Gravou três CDs que, somados, venderam mais de cinco mil cópias no Rio Grande do Sul. Os trabalhos contam exclusivamente com composições suas. Em 2009, ganhou o Prêmio Açorianos, na categoria de melhor intérprete instrumental. Apresenta um estilo classificado como jazz-milonga – mesclando ao jazz influências regionais (chamamé, tango-milonga, valsa).

LEANDRO SCHIRMER – Baterista e produtor musical. Produziu discos importantes como Da Canja à Rava da banda Canja Rave. Participa de shows e gravações com artistas diversos, entre eles: Nei Van Soria, Vera Loca e Rodrigo Nassif.

CARLOS EZAEL – Cantor e compositor, tem participado do projeto Escuta de jovens compositores de POA.

Rodrigo Nassif apresenta O pulo do gato



5/10/13 | 18h
A vida em seis por oito

Foto: Karina Friedrich
João Silveira | Foto: Karina Friedrich

O show é uma adaptação inédita para o Ecarta Musical da trilha sonora do espetáculo de dança, música e artes plásticas A Vida em Seis por Oito para o formato de jazz quartet. No palco, o bailarino e percussionista John Gaúcho, o violonista Miguel Azambuja, o pianista Malcoln Roberts e o baterista Diego Scliar. Gaucho fará também uma performance especial de sapateado percussivo.
Disposto a embaralhar tradição e modernidade e conduzido pela pulsação do ritmo conhecido como 6x8, o espetáculo instrumental faz o intercâmbio de linguagens na fusão de ritmos como a chacarera, o malambo e a zamba com os elementos do jazz moderno. Com estilo próprio e transgressor, o trabalho também flerta com componentes do flamenco e do folclore sul americano.
No repertório O que restou da tarde, Cores e aromas, Porteiras e De ventura a paco (Miguel Azambuja); e Mônica (Ney Conceição), entre outras.

A VIDA EM SEIS POR OITO – John Gaucho começou a produção do espetáculo, em 2012, com a reunião de importantes artistas e pesquisadores do cenário nacional com o instrumentista Ney Conceição, o artista plástico Pas Schafer e a pesquisadora educacional Denise Lannes. Miguel Azambuja assinou a direção musical do espetáculo e criou a maior parte das músicas do roteiro. O espetáculo foi apresentado no Rio de Janeiro no mês de julho de 2013, aclamado pelo público. Com o sucesso destas apresentações o formato de jazz quarteto/pocket show surgiu como um desdobramento natural do projeto inicial. O repertório tem como fio condutor uma seleção de músicas no ritmo Seis por Oito ou em outros compassos compostos derivado dele.

JOÃO SILVEIRA (JOHN GAUCHO)
– Sapateador, coreógrafo e diretor, reconhecido pelo seu virtuosismo técnico e sua capacidade de integrar diferentes manifestações artísticas. Estudou balé folclórico durante 10 anos, entre 1990 e 2000 em Cruz Alta, sua cidade natal. Neste período estudou também as mais diversas modalidades de dança, incluindo balé clássico. A partir de sua experiência procurou pesquisar novas formas de mudar o tradicional e mesclar técnicas de balé folclórico, sapateado, percussão, dança tradicional gaúcha, música instrumental, música eletrônica, teatro e qualquer outra referência que se alinhasse às suas apresentações. Desenvolve suas atividades artísticas há mais de 23 anos e tem no currículo mais de 3 mil apresentações, além de incontáveis cursos e aulas ministradas em cerca de 300 cidades brasileiras e de países como França, Estados Unidos, Argentina, Japão, Líbano, Uruguai, Paraguai, Romênia, Alemanha, Rússia e no Principado de Mônaco. Desde 2006 dirige um quadro dentro do espetáculo Vai Brasil, o show folclórico mais tradicional do Brasil que acontece diariamente na cidade do Rio de Janeiro. É responsável pela concepção e direção geral de espetáculo de dança, música e artes plásticas A Vida em Seis por Oito.

Miguel Azambuja | Foto: Karina Friedrich

MIGUEL AZAMBUJA
– Natural de Cruz Alta (RS), filho de mãe pianista e pai violonista, teve iniciação musical aos 11 anos e com o piano. Estudou de 1981 a 1983 no Conservatório de Música Maria Augusta Prates, em Cruz Alta. Em 1984, iniciou os estudos do violão. Neste mesmo ano iniciou a participação em festivais nativistas na primeira edição da Coxilha Piá, com o Grupo Terra Nova. Como instrumentista, arranjador e/ou compositor, tem participado de inúmeros festivais e eventos nativistas, dentre eles: Califórnia da Canção Nativa, Moenda da Canção e Tertúlia Nativista. Acompanhou músicos, poetas, cantores e artistas reconhecidos, como Yamandu Costa, Osmar Baruti e Luis Carlos Borges. Suas principais influências musicais são Tom Jobim, Pat Metheny, Paco de Lucia e Astor Piazzola e seu estilo musical fundamenta-se na mistura de gêneros musicais do folclore sul-americano e latino.

Diego Scliar | Foto: Karina Friedrich

DIEGO SCLIAR
– Bacharel em produção musical e engenharia de som pela Berklee College of Music (2000), com formação especial em Drummers Collective (Nova York 2006) e em Latin Jazz pelo Instituto Superior de Arte de Cuba (1991). Estudou com importantes bateristas de projeção internacional como Tom Bretchlein, Kenwood Dennard, Rod Morgenstein, Casey Schurrel, John Ramsay, Gary Chaffee, Jim Chapin. Já gravou com vários artistas, como Pretty Cool Chair (EUA), Paolo Vanoccini (Itália), Maya (Israel), Christian Fabian (Suécia), Célio Brant; e realizou performances ao redor do mundo com Robertinho Silva (show com dois baterias), Powertrio, Carlton Holmes, Conexão Brasil, Orquestra Ligeira da Povoação, The Only Jazz Quartet, Exile Jazz, Jerry Cecco Big Band (jazz), Clarence Thompson and the New Spirits (gospel), Morris (rock), Tribute to Fela Kuti (afro-pop), Drummers Collective drumline, União da Vila Iapi (samba), Banda Filarmónica Marcial Troféu, 3º e 5º Festival de Jazz de Ponta Delgada, Povoação Jazz Band, Festival Caravela D’ouro – Povoação (2003, 2004 e 2005), entre outros.

Malcoln Roberts | Foto: Karina Friedrich

MALCOLN ROBERT
– Pianista e arranjador. Natural de Itatiba/SP, iniciou sua carreira musical aos sete anos de idade, no Conservatorio Teresiano del Uruguay, estudando piano clássico. Atua como músico e arranjador em importantes projetos da música popular gaúcha e brasileira, acompanhando nomes como Produto Nacional, Dama da Noite, Motivos Óbvios, Enzo e Rodrigo, Daniel Torres, Claus e Vanessa, Vinny Bonotto, Alemão Ronaldo, Edu Ribeiro, Maskavo, Vitória Soul, Pirisca Grecco, dentre outros. Também trabalha com artes visuais e produção fotográfica conceitual para bandas e músicos, buscando transmitir para o sensor da câmera a imagem almejada pelo artista.


A vida em seis por oito
 


28/9/13

Pepeu Gonalves: homenagem ao 20 de setembro

Foto: Divulgação
Pepeu Gonalves | Foto: Divulgao

O artista gacho apresentar o show Regional, com sucessos do seus e grandes clssicos da msica gacha. Com 10 anos de carreira, Pepeu Gonalves, nascido em Gramado em 1980, teve presente em sua vida os costumes do povo gacho. Desde novo frequentou o Centro de Tradies Gacha Manotao (Gramado). Neste perodo obteve centenas de premiaes nos diversos rodeios e concursos. Aos 16 anos comeou a compor, enfatizando usos e costumes do povo gacho.

DISCOS Em 2002, gravou o primeiro CD, Com a alma aquerenciada nos campos, que vendeu mais de 5 mil cpias em 2003. Em 2004, gravou o lbum Do nosso jeito, trabalho independente que contou com a participao de cones da msica gacha, como Dante Ramon Ledesma, Doroto Fagundes e Paulinho Mixaria. O terceiro trabalho, o lbum 100% Gacho, conta com a participao especial de Dante Ramon Ledesma e Marcello Caminha, que musicou o poema O auto-retrato, do poeta Mario Quintana, superando a marca de mais de 15 mil cpias vendidas. Em 2008, fez uma srie de apresentaes em Portugal e Espanha, representando no ano seguinte o Rio Grande do Sul na embaixada do Brasil em Lima, Peru, e em 2010 passou a ser um dos apresentadores do programa Heranas do Sul (SBT RS), ao ar nos sbados, s 6h. Em 2011, lanou o seu quarto CD, Atracando no ms, com msicas inditas e participaes especiais de Marcello Caminha, rlon Pricles e Oscar Soares. No ano passado, com 10 anos de carreira, lanou o lbum Regional.

Pepeu Gonçalves



14/9/13
Myla Hardie Band

Foto: Rafael Wilhelm
The Myla Hardie Band | Foto: Rafael Wilhelm

Myla se apresenta ao lado de Eduardo Guedes (bateria e percussão), Márcio Petracco (multi-instrumentista) e Paulinho Supekovia (guitarra). Banda internacional, apresenta as raízes da música norte-americana, terra natal de Myla Hardie, nos estilos do blues, folk, country e rock, utilizando as fortes influências rítmicas trazidas da África. Composições originais que possuem um estilo próprio com letras poéticas, melodias dinâmicas e a alma autêntica.

MYLA HARDIE – Nasceu em Hollywood, na Califórnia e cresceu em meio à efervescente cena musical de Austin, no Texas. Desde a infância foi influenciada pelo pai Michael Hardie, compositor e músico de blues. Começou a tocar piano antes mesmo de caminhar ou falar. Mudou-se para Nova York aos 17 anos e, em julho de 2003, formou a Myla Hardie Band com o baterista e percussionista gaúcho Eduardo "Duda" Guedes. A parceria resultou no lançamento de In the Heart of, seu disco de estreia. Passou os últimos dez anos vivendo e tocando em Nova York. Produziu o CD de seu pai, Waiting for Perfection, em parceria com o engenheiro de áudio, Marc Urselli, vencedor do prêmio Grammy com o seu trabalho com o guitarrista Les Paul. Viveu também em Berlim, na Alemanha. Desde 2011, mora de Porto Alegre. Myla administra seu selo independente e familiar Worldhaus Records e continua buscando oportunidades artísticas com uma visão Global.

EDUARDO GUEDES – Nascido em Porto Alegre, “Duda” Guedes é baterista, percussionista, escritor e professor. Já trabalhou com Nei Lisboa, Nei Van Soria, Mutuca e os Animais e Tonho Crocco no Brasil. Em 2000 mudou-se para New York, onde morou por mais de uma década e colaborou com artistas e grupos como M'lumbo, Nation Beat, Michael Hardie e Milton Hopkins. Por lá conheceu e casou com Myla Hardie. O autor do livro aclamado pela critica, Brazil for Drum Set Vol. 1- Northeast, tem conduzido clinicas e masterclasses frequentemente nos Estados Unidos, Brasil, Canadá e Europa. Recentemente foi convidado para se apresentar no Fórum Econômico Mundial 2012 em Davos, na Suíça e abriu sua própria escola de batera em Porto Alegre.

MARCIO PETRACCO – Multi-instrumentista gaúcho, fez parte das bandas TNT, The Bluesmakers, Cowboys Espirituais, Trem 27 e Conjunto Bluegrass Portoalegrense. Desde 2007 participa do supergrupo Tenente Cascavel, união de duas das maiores bandas de rock gaúcho da história, TNT e Os Cascavelletes. Recentemente abriu o show de Roger Waters The Wall, com o Bluegrass Portoalegrense.

PAULINHO SUPEKOVIA – Influenciado por músicos como Jeff Beck, Jimi Page, Santana e Jimi Hendrix, Paulinho é considerado como um dos melhores guitarristas gaúchos. Seu reconhecido domínio técnico do instrumento é direcionado a favor da música. Ele ganhou dois prêmios Açorianos, melhor compositor e melhor disco instrumental do ano de 2012 pelo seu CD, Imagens.

Myla Hardie Band
     
   

24/8/13 | 18h

Ale Ravanello Blues Combo

Foto: Ramon Munhoz
Ale Ravanello Blues Combo | Foto: Ramon Munhoz
É a união de quatro destaques da cena musical de Porto Alegre nos estilos blues, jazz e rock and roll – Ale Ravanello (harmônica e vocal), Nicola Spolidora (guitarra), Clark Carballo (bateria) e Sérgio Selbach (contrabaixo) – para interpretar um repertório que mistura clássicos dos grandes mestres da harmônica com temas recheados da animação e do swing dos anos 50 e 60. No repertório, Bus To Sanga, You Got To Be Rich, Alley Cat, Haunted e Everytime I See You (Ale Ravanello Blues Combo), Caldonia (Louis Jordan), Early In The Mourning (Sonny Boy Williamson), Tell Me What’s The Reason – T (Bone Walker), Let Me Go Home Whiskey (Amos Milburn), Just Keep Lovin’ Her (Little Walter), Rock Robin (Rod Piazza), e Got My Mojo (Muddy Waters).

O GRUPO – Ale Ravanello Blues Combo tem cinco anos de estrada e dois CDs gravados: Ale Ravanello Blues Combo - Live at Mr. Jones, gravado em 2009, ao vivo no Mr. Jones Pub, em Buenos Aires (Argentina); Haunted, segundo CD da banda, gravado em 2011, com oito músicas autorais. Está preparando o terceiro CD, com previsão de lançamento para este semestre. O Ale Ravanello Blues Combo foi atração destaque nas cinco edições do Mississippi Delta Blues Festival, no Buenos Aires Blues Festival 2009, no 11º Encontro Internacional da Harmônica em São Paulo - SP em 2012, e, ainda em 2012, foi a banda anfitriã no 1º Festival Internacional da Harmônica Blues, com edições em Caxias, Santa Cruz e Porto Alegre.

Ale Ravanello Blues Combo



10/8/13 | 18h
Música espontânea, de James Liberato e New

Foto: Kiko Coelho
James Liberato | Foto: Kiko Coelho
Show de música instrumental brasileira onde o foco é a música espontânea, interpretação do momento para temas pré-estabelecidos. Com esse mote a dupla leva ao palco temas de João Donato, Guinga, Tom Jobim entre outros além de temas próprios. No repertório, Choro pro Zé (Guinga), Samambaia (Cesar Camargo Mariano), Lamento (Pixinguinha), Café com pão (João Donato), Felicidade (Tom Jobim).

JAMES LIBERATO – Bacharel em Música (violão erudito) pela Ufrgs. É instrumentista, professor de violão, guitarra e baixo, produtor e compositor. Iniciou sua carreira como músico profissional em 1979. Em 1984 lançou seu primeiro trabalho solo, incluindo composições instrumentais próprias. Integrou vários grupos representativos da música instrumental de Porto Alegre. No início da década de 90, passou a dedicar-se ao seu trabalho de compositor e arranjador, investindo no Projeto Off Road. Com o espetáculo realizado em 1991, recebeu seu 1º Prêmio Açorianos de Música. Em 1995, lançou o seu primeiro CD, Off Road, com o qual recebeu seu 2º Prêmio Açorianos de Música. Em 1997, montou novo espetáculo de música instrumental – Sons do Brasil e do Mundo, iniciando as gravações do seu segundo CD, com composições próprias e participações de outros nomes importantes da música gaúcha, como Paulo Dorffman e Renato Borghetti.. Em 2004, recebeu o Prêmio Açorianos de Música, como melhor instrumentista (MPB). Atualmente prepara composições para gravação de seu quarto CD autoral.

NEW - LUIS HENRIQUE BROCHADO – Bacharel em Piano pela Ufrgs. É pianista, tecladista, arranjador e compositor. É pianista do grupo Delicatessen, quarteto de bossa-jazz, disco que concorreu ao Prêmio TIM de 2006 a 2008. Começou seus estudos de música em 1974. Acompanhou artistas como Jamelão, Martinha, Valdirene, Carmem Silva, Gelson Oliveira, Bebeto Alves, Raul Elwanger e Ângela Jobim. Na década de 90, realizou tournée pelo leste dos EUA nas principais cidades: Boston, Providence, New Jersey, New Bedford; fundou o Kuarup Group (exportação do melhor da MPB) onde inicia o projeto europa via oriente médio; e recebeu indicação ao Prêmio Açorianos de Música como melhor tecladista. Em 2000, ganhou o Troféu Açorianos de Música com a banda Venerável Lama. Em 2009, recebeu indicação ao Prêmio Açorianos de Música, como melhor disco e melhor compositor, pelo trabalho Prabaticum Esplatifum Brasimbolá, em parceria com o letrista Luis Mauro Vianna.

Msica espontnea, de James Liberato e New
 


20/7/13 | 18h

Batuque de Cordas
Foto: Marcelo Amaral
Foto: Marcelo Amaral | Batuque de Cordas
Essencialmente instrumental e violonístico, com músicas compostas ou arranjadas especialmente para essa formação. Os violões de Vinicius Correa e Claudio Veiga compõem uma intensa trama musical cheia de timbres, ritmos e melodias em constante diálogo. A apresentação conta a história dessa trajetória apresentando as músicas mais importantes gravadas pelo duo e as mais constantes em seus concertos e projetos realizados. No repertório, Cidade Baixa, Passarada, Namou, Beira-Rio, Imagens, Samba de Viola, Milonga do Vento, Batuque de Cordas, Ponteado, Apimentado (Vinicius Correa), Dança dos Bichos (Claudio Veiga), Adeus Priminha (Domínio Público).  Mais em www.batuquedecordas.com

BATUQUE DE CORDAS – Representantes da música instrumental produzida no Sul do país, o duo de violões Batuque de Cordas construiu uma sólida carreira musical desde o lançamento de seu primeiro CD em 2002. Já na estreia foi aclamado com o Prêmio Açorianos de Melhor grupo de Música Instrumental e Melhor CD Instrumental. Desde então, o trabalho marcadamente autoral dos violonistas Vinicius Corrêa e Claudio Veiga veio ganhando espaço e reconhecimento. As atuações do duo ultrapassaram os limites da cidade e do estado e também conquistaram muitas plateias no Brasil e no exterior.

CLÁUDIO VEIGA – Iniciou seus estudos musicais no Instituto dos Meninos Cantores de Novo Hamburgo no ano de 1983 e, a seguir, na Escola Estadual Senador Alberto Pasqualini, entre 1986-88 estudando no Curso Técnico em Música (Especialização em Instrumento - violão e flauta-doce). Estudou com Eustáquio Grillo (violão), Lia Rejane Barcelos (Musicoterapia), Lincoln Andrade (canto coral), Sergio Vasconcellos Correa (harmonia) e Ruffo Herrera (composição). Participa como músico do Grupo Cuidado Que Mancha – Música - Teatro e Literatura de Porto Alegre desde o ano de 2006; compôs a Trilha do Espetáculo de Teatro de Sombras O Patinho Feio em 2008 que recebeu o Prêmio de Melhor Trilha Sonora do Prêmio Tibicuera de Teatro de Porto Alegre em 2010.

VINICIUS CORRÊA – Nasceu em Porto Alegre em 1965 e iniciou os estudos de violão clássico em 1982 no Liceu Musical Palestrina em Porto Alegre. Em 1999 foi um dos organizadores e fundadores da Associação Gaúcha do Violão onde exerceu o cargo de vice-presidente e coordenou a edição das Revistas Assovio. Foi um dos compositores selecionados na sétima edição do Encontro Latino-americano de compositores, e teve a estreia de uma obra sua na mostra realizada em maio de 2001 em Porto Alegre.

Batuque de Cordas


6/7/13 | 18h

Barlavento apresenta Ventos do Sul

Foto: Imprensa Convidativa
Foto: Imprensa Convidativa | Barlavento apresenta Ventos do Sul

O espetáculo traz como proposta a popularização da formação instrumental do quarteto de saxofones, agregando a percussão, visando com isso a confecção e execução de arranjos inéditos do cancioneiro do estado do Rio Grande do Sul, o qual recebe grande influência dos seus vizinhos portenhos, através de ritmos como milonga e chamamé. O repertório mescla tradição com elementos da música contemporânea. Dentre as músicas, Taquito Militar (Mariano Mores), Milonga (Jorge Cardoso), Suíte Gaúcha (Lupicínio Rodrigues/Tito Madi/Simão Goldmann), Canto Alegretense (Bagre Fagundes), Trilogia do Anjo e Años de Soledad (Astor Piazzolla), Mercedita (Ramón Sixto Rios), Gaudêncio Sete Luas (Luiz Coronel e Marco Aurelio Vasconcellos), Amarraditos (Pedro Pérez & Margarida Durán), Milonga para as Missões (Gilberto Monteiro), Baile de Candeeiro (Os Mirins).


BARLAVENTO QUARTETO DE SAXOFONES – Formado em 2005, a partir da reunião de um grupo de saxofonistas com o objetivo de realizar prática instrumental e pesquisa de repertório para quarteto de saxofones. Barlavento significa a direção de onde sopra o vento, o vento que infla as velas. Levado por este sopro o quarteto busca aprimorar sua execução e interpretação, mantendo constante o cuidado com afinação, timbre e sonoridade. Tem uma forte influência da música latina e, embora privilegie a música brasileira, apresenta uma proposta estética que mescla ritmos brasileiros, portenhos e caribenhos ao jazz.

RENATO LUIS PEREIRA DOS SANTOS – Sax barítono. Licenciado em Música pela Uergs em 2007, pós-graduado em Educação Social. Estudou com os professores Amauri Yablonowski (RS), Luizinho Santos (RS), Rodrigo Capistrano (PR), Idriss Bodriouá (RJ), Daniel Bessnier (França) e Marcelo Piraíno (RS). Integrou durante 10 anos (1999-2009) a Orquestra de Sopros de Novo Hamburgo/RS como primeiro saxofone alto; atuou como coordenador do naipe de madeiras e maestro auxiliar da Orquestra Cantares de Dois Irmãos/RS, entre os anos de 2000 a 2009. Professor de saxofone e clarinete na Ascarte/Instituto de Educação de Ivoti/RS; coordenador do naipe de madeiras da Orquestra de Sopros de Ivoti/RS; docente na Faculdades EST, de São Leopoldo/RS.

GUSTAVO ARTHUR MÜLLER – Iniciou seus estudos musicais aos quatro anos de idade com o instrumento flauta doce, o qual estudou até completar dez anos, partindo então para o estudo do saxofone. Neste instrumento encontrou sua vocação. Estudou com o professor Renato Santos, e tornou-se músico profissional aos quinze anos. Formou-se no curso Técnico em Música da Escola Sinodal de Educação Profissional (Esep) – Faculdades EST de São Leopoldo/RS em 2007, com ênfase no instrumento saxofone. Desde então, participa de workshops, masterclasses e festivais.

VICENTE RAUL LENZ – Bacharel em música na Ufrgs – ênfase saxofone na classe do prof. Amauri Iablonovski; saxofonista na Orquestra de Sopros Eintracht (Campo Bom/RS), de 2002 a 2008, e na Orquestra de Sopros de Novo Hamburgo (RS) desde 2006/ líder de naipe desde 2011. Professor da escola de música Sol & Companhia (Novo Hamburgo/RS) durante os anos de 2008 e 2009, e a partir de 2012.

MARCOS ANDRÉ ANSCHAU – Graduado em saxofone Ufrgs em 2009, tendo como professor Amauri Iablonovski; membro do grupo de saxofones Confraria do Sax, fundado em 2002; integrante da Banda Municipal de Campo Bom desde 1998; professor de saxofone em escolas de música.

PEDRO STEIGLEDER MATZENBACHER – É músico, produtor musical e audiovisual. Já atuou em diversas áreas do audiovisual, trabalhando principalmente com gravação e mixagem de áudio. É baterista, percussionista e pianista. Já tocou ao lado de grandes músicos do cenário regional como Nei Lisboa, Frank Jorge e Serginho Moah. Atualmente participa como produtor e baterista da banda Oh! e como percussionista do Barlavento Quarteto de Saxofones. Formação de Músicos e Produtores de Rock e especialização em Cinema pela Unisinos.

Barlavento apresenta Ventos do Sul
 
 


22/6/13 | 18h
Maino Canto e Tambor

Foto: Temis Nicolaidis
Foto: Maino Canto e Tambor | Temis Nicolaidis
Grupo feminino de percussão e voz, que interpreta músicas do cancioneiro popular brasileiro e de língua espanhola. Foi criado em 2012 pela cantora Carolinne Caramão e pelo percussionista Mimmo Ferreira, que assumiu a direção geral. Maino quer dizer, Beija-Flor no idioma Guarani. Na preparação e arranjos vocais está a cantora carioca, Clarisse Grova, No show, maçambiques, cocos, milongas, baiões, chacareras, maracatus e zamba, com as canções Deus te salve Casa, Canto de Quicumbi, Mina Terê, Oxaguiã, O tambor ta batendo e Ó que rua (Domínio público); Sambada de Reis (Anderson Cunha);  Boa noite povo (Maria do Carmo Barbosa), Se o mal (Karina Buhr); Agradecer e abraçar (Gerônimo); Oração ao tempo (Caetano Veloso), Negra Chaca (Mimmo Ferreira/Carolinne Caramão), Algarrobo Algarrobal (Juan Oscar Ponferrada/Lía Cimaglia Espinosa), Zambita Nueva (Pirisca Grecco); Twameva (Domínio público/Adaptação Mimmo Ferreaira e Carolinne Caramão; Cantiga de eira (Barbosa Lessa/Adaptação de Marcelo Delacroix);  Mãe Divina (Carolinne Caramão) e Pagando promessa (Kako Xavier/Ivo Ladislau/Luiz Chaves Martins).

As integrantes

CAROLINNE CARAMÃO – Cantora, compositora e pesquisadora das manifestações populares brasileiras, sul americanas e mantras indianos, além do Maino dedica-se aos seus projetos musicais: Pontos, Rezas e Milongas e Carolinne Caramão Syncronia.

MARIANA GUTIERRES – Percussionista fundadora do Maracatu Truvão de Porto Alegre, onde atua até hoje. Ministra oficinas de percussão em projetos sociais. Participou como percussionista na turnê de lançamento do CD “Minha Praia” do compositor e cantor gaúcho Kako Xavier que foi contemplado com o Projeto Pixinguinha da Funarte.

LUANA FERNÁNDEZ – Atriz, percussionista e produtora cultural. Atuou na Tribo de Atuadores Terreira da Tribo. Atualmente, além do Maino, faz parte do grupo Chama Violeta e participa do espetáculo teatral/musical Canto para as Iabás/Celebração do Feminino.”

ROBERTA CAMPOS – Bailarina, professora e coreógrafa com formação em Dança na Universidade Federal da Bahia (UFBA); desenvolve trabalho com as danças afro-brasileira, flamenca e oriental e atua como arte-educadora em escolas com crianças e jovens.

Youtube:
www.youtube.com/user/mainocantoetambor

Maino Canto e Tambor


8/6/13 | 18h
Quiçá, se fosse apresenta Música Contada

Foto: Mah Villa Real
Foto: Mah Villa Real | Quiça, se fosse
A dupla André Paz e Róger Wiest, que formam a dupla Quiçá, se fosse, compõe canções inspiradas em diversas influências, buscando elementos da Música Popular Gaúcha, sem a preocupação de definir um único estilo. Com repertório autoral, apresentam um leque de possibilidades sonoras com a ajuda de vários instrumentos, inclusive étnicos, bem como de efeitos digitais e loops. Cada canção conta a história que influenciou a sua composição, permeadas por temas de interesse de Paz e Wiest, como literatura, cinema, pintura, campo, inverno, política, dilemas e tecnologia.

QUIÇÁ, SE FOSSE – Foi formada em 2011. Neste curto espaço de tempo, a dupla já recebeu convites importantes, como participar do 19º Porto Alegre Em Cena – Festival Internacional de Artes Cênicas e da semana de encerramento da Casa M da Bienal do Mercosul. Também, a indicação do seu primeiro DVD, SãoChico, em duas categorias do Prêmio Açorianos de Música 2012/2013: revelação do ano e melhor DVD.

Os artistas

ANDRÉ PAZ – É músico e ator. Iniciou os estudos musicais aos 14 anos, no interior do Rio Grande do Sul. No teatro, integra o grupo Cuidado que Mancha. Participou da composição da trilha do espetáculo Yvonne, em comemoração aos 50 anos do Departamento de Arte Dramática (DAD) da Ufgrs. Trabalha com trilhas ao vivo para espetáculos teatrais e também dublagens. É professor de música há oito anos e cursa bacharelado em Direção Teatral no DAD.

RÓGER WIEST – É músico e ator. O seu trabalho é voltado à composição de canções e trilhas para teatro. Integra o Grupo Cuidado Que Mancha. Paralelamente à atuação nas artes cênicas, também já realizou atividades de musicalização em cursos de extensão da Ufrgs e para grupos em projetos como Pontos de Cultura, promovido pela Prefeitura Municipal de São Leopoldo. É graduando no curso de Música na Ufrgs.

Qui, se fosse


18/5/13 | 18h
Alex Alano em Redondas
Foto: Adolfo Gerchmann
Foto: Adolfo Gerchmann | Alex Alano em Redondas

Acompanhado por Csar Moraes (baixos, violes e voz) e Giovanni Berti (percusso), Alex Alano apresentar o show Redondas, ttulo do ltimo CD do artista, totalmente autoral. Segundo ele, um disco suave, de canes sem arestas, em que canta manso. Redondas recebeu oito indicaes ao Prmio Aorianos de Msica 2012 e marcou a retomada da carreira solo do compositor, aps 12 anos participando de bandas, como Venervel Lama e Cidade Baixa, da qual ainda faz parte. O CD est concorrendo nas categorias Melhor Disco de MPB, Intrprete, Compositor, Arranjador, Produtor (Gelson Oliveira e Marisa Rotenberg), Espetculo e Instrumentistas (Mano Gomes e Jefferson Marx). No repertrio do show, as faixas Cu de Gibraltar, Ondas Vermelhas, Hai Kai, Boca, Pra Depois, Devagar, Nega, Polar, Minha Ela, Love e To t.

ALEX ALANO Iniciou os estudos de msica com o maestro Voltaire Paes, em 1976. Entre 1980 e 1983 cursou a Faculdade de Composio e Regncia na Ufrgs. No ano seguinte, mudou-se para Paris e ingressou na Cim cole de Jazz. Na Frana tocou em casas noturnas com o grupo Aquele Um, ao lado do tambm gacho Luizinho Santos. Ao retornar ao Brasil, em 1986, estreou o primeiro show solo: Singular, Plural e Outras. Em 1988, lanou o disco Canibal. De 1998 a 2003 integrou a banda Venervel Lama, como cantor, compositor e guitarrista, com a qual ganhou, em 2000, o Prmio Aorianos de Msica na categoria Melhor Espetculo. Desde 2004, uma das vozes da banda Cidade Baixa, ao lado de Ana Krger e Andra Cavalheiro. O grupo lanou trs CDs e um DVD ao vivo (Prmio Aorianos de Msica 2009 - Melhor CD de MPB). Alano tem parcerias com os msicos Antonio Villeroy e Fausto Prado, e j fez verses em francs para canes da dupla Kleiton e Kledir.

YouTube www.youtube.com/user/alexalanoredondas?feature=watch

Alex Alano

4/5/13 | 18h
Composies instantneas de Marcelo Armani
Foto: Fernando Martins
MARCELO ARMANI | Foto: Fernando Martins

O artista sonoro e msico improvisador Armani apresenta o show Cclico Estado de Objetos Manipulveis Improvisao Sonora Eletroacstica, concerto de composio instantnea e de livre improvisao com base na linguagem eletroacstica. O trabalho envolve instrumentos acsticos (bateria, metalofone e clarinete), eletrnicos (sintetizador, sampler e pedais de efeito) e alguns construdos por Armani, como a Piola e o Banjo duCheef (ambos so de cordas e foram concebidos a partir de materiais de uso domstico, como bacia de pia e frigideira). O resultado deste show uma srie de composies que nascem a partir de um mtodo conhecido como sound by sound ou processo de loop. O msico se vale da composio instantnea para construir as composies ao vivo. Assim, cada show nico.
Neste trabalho, o artista resgata algumas das fontes musicais contemporneas que tm influenciado a sua sonoridade desde o incio de 2007 de nomes como Steve Reich, John Cage, Anton Walter Smetak, Nan Vasconcelos, Iannis Xenakis, Edgar Varse, Panda Bear e do grupo Tortoise.

MARCELO ARMANI Nascido em 1978, em Carlos Barbosa, Rio Grande do Sul, formado em Msica pelo IPA e em Engenharia Mecnica pela UFRGS. Em 1998 comeou a participar de projetos, de produo de CDs e realizar shows pelo Brasil e tambm pela Argentina e pelo Uruguai. Em 2007, passou a se dedicar a pesquisas sonoras que interagem com elementos eletroacsticos, aplicao e processamento de efeitos em tempo real sobre instrumentos de percusso e outros de construo prpria. Alguns dos resultados desse trabalho foram compilados no primeiro lbum solo, Os Conceitos do Seu Mundo Definem a Sua Vida, lanado de forma independente em 2009. Realiza shows em vrios estados do Pas, e tambm na Argentina e no Chile, e participa de importantes encontros e festivais do gnero. Entre 2010 e 2012, produziu trilhas sonoras para projetos de videoarte e curtas-metragens do artista visual que integra o Atelier Subterrnea, James Zorta. Recentemente, ambos assinaram a produo do curta Concerto Concreto, do cineasta Gustavo Spolidoro, para o projeto Piscar de Olhos, do Canal Brasil. No incio de 2012, fundou o 1take independent label (http://1take.hotglue.me), um selo para registros fonogrficos independentes. Em outubro do mesmo ano, lanou o seu terceiro lbum pelo Luscinia Discos, de Granada, Espanha.


Marcelo Armani

20/4/13 | 18h
bossa, samba, rockn roll!
Foto: Glaci Borges
Rosa Franco | Foto: Glaci Borges

O artista sonoro e músico improvisador Armani apresenta o show Cíclico Estado de Objetos Manipuláveis – Improvisação Sonora Eletroacústica, concerto de composição instantânea e de livre improvisação com base na linguagem eletroacústica. O trabalho envolve instrumentos acústicos (bateria, metalofone e clarinete), eletrônicos (sintetizador, sampler e pedais de efeito) e alguns construídos por Armani, como a Piola e o Banjo du’Cheef (ambos são de cordas e foram concebidos a partir de materiais de uso doméstico, como bacia de pia e frigideira). O resultado deste show é uma série de composições que nascem a partir de um método conhecido como sound by sound ou processo de loop. O músico se vale da composição instantânea para construir as composições ao vivo. Assim, cada show é único.
Neste trabalho, o artista resgata algumas das fontes musicais contemporâneas que têm influenciado a sua sonoridade desde o início de 2007 – de nomes como Steve Reich, John Cage, Anton Walter Smetak, Naná Vasconcelos, Iannis Xenakis, Edgar Varèse, Panda Bear e do grupo Tortoise.

Rosa Franco


12/4/13 | 19h30min
Bourbon Blues lança DVD na Ecarta

Foto: Kátia Schaffer
Bourbon Blues | Foto: Kátia Schaffer

Os músicos Gambona, Ale Ravanello e Marcelo Neves lançam o DVD Bourbon Blues ao vivo. O trabalho instrumental apresenta as faixas do CD Bourbon Blues, de 2011, com o qual Gambona ganhou, no mesmo ano, o Prêmio Açorianos de Música como Melhor Instrumentista do gênero Pop. O repertório inclui produções autorais e releituras de clássicos do blues e do rock, entre elas The Road (Gambona), Living With The Blues (Sonny Terry e Brownie McGhee), Tudo Aquilo (Gambona e Felipe Soares), Dias de Blues (Gambona e Egisto Dal Santo), Nobody Knows When You’re Down & Out (Jimmy Cox), Drive My Car (Lennon e McCartney), Little Martha (Duane Allman), O Meu Lugar (Gambona e Ângelo Vigo), Cantar Um Blues (Gambona e Paulo Ricardo Botafogo) e Bourbon Blues (Gambona e Luis Mauro Vianna).
O DVD tem o apoio da Fundação Ecarta.

OS ARTISTAS
GAMBONA
– Guitarrista, violonista, cantor e compositor rio-grandino, radicado em Porto Alegre. Apresentou-se em vários países, como Estados Unidos, Espanha, Portugal, e em festivais de blues. Tocou e acompanhou diversos artistas nacionais e internacionais. Em 2010, recebeu cinco indicações para o Prêmio Açorianos de Música, gênero Blues, com seu segundo CD, Vida Blues, e três como melhor compositor, melhor intérprete e melhor CD.

ALE RAVANELLO – Gaitista e cantor, participou de diversas bandas de blues de Porto Alegre e acompanhou vários artistas nacionais e internacionais deste gênero. Em 2009, lançou o CD Ale Ravanello Blues Combo – Live. Foi indicado para o Prêmio Açorianos de 2009, na categoria melhor intérprete de blues e jazz.

MARCELO NEVES – Baixista e produtor. Iniciou a carreira artística aos 18 anos, tocando baixo elétrico e, posteriormente, também estudou o acústico. Participou da banda de rock Davazão, entre 2006 e 2009, bem como do grupo BlueSlave. Integra as bandas New Bossa, Bourbon Blues e Le Sabiá.

Bourbon Blues


6/4/13 | 18h
Influncia, de Marcello Caminha
Foto: Alessandra Rosa
 Foto: Alessandra Rosa - Marcello Caminha

Marcello Caminha (violo) e Marcello Caminha Filho (contrabaixista e percussionista) apresentam temas expressivos da msica gacha e do folclore uruguaio e argentino, alm do seu trabalho autoral. No repertrio, canto alegretense, esquilador, baile de candieiro, hino riograndense, cu sol sul terra e cor, batendo gua, l na fronteira etc, gravados por Marcello Caminha nos CDs clssicos gachos contracenam com taquito militar e um pout pourri de tangos e charareras.

MARCELLO CAMINHA um dos msicos mais premiados do sul do Brasil. Dentre os mais importantes est o Prmio Aorianos de Msica, 2006, 2007 e 2008, quando lanou o CD Influncia, disco autoral que lhe rendeu trs prmios (melhor compositor, melhor instrumentista regional e melhor projeto grfico). Tem nove discos gravados e fez inmeras viagens pelo Brasil e pelo mundo divulgando o violo gacho. Alm de sua carreira como msico nativista, desenvolve um trabalho com enfoque na msica instrumental, trabalho que teve sua origem na gravao do cd intitulado Estrada do sonho (1998). Em 2009 lanou a coletnea Sucessos de ouro, que recebeu o Prmio Teixeirinha como melhor projeto grfico e deu a Marcello Caminha o prmio de melhor arranjador do ano 2009. Em 2010 lanou a Vdeo Aula Violo Gacho, DVD sobre os ritmos regionais gachos tocados no violo. Em 2011 lanou o CD Natal em Cordas com show de mesmo nome.

MARCELLO CAMINHA FILHO Estudou por dois anos com Fernando do , um dos mais importantes percussionistas brasileiros. Apesar da pouca idade (17 anos), j atuou como percussionista ao lado de grandes nomes da msica gacha. Recentemente gravou o CD Cantiga para o meu cho, de Csar Oliveira e Rogrio Mello e tambm o DVD O Campo. Fez uma participao no DVD O melhor do Canto e Encanto Nativo, pela gravadora Acit, gravou o mais recente CD de Daniel Torres e atua em vrios shows juntamente com seu pai Marcello Caminha e com outros artistas que o convidam para tocar.

Marcello Caminha



Foto: Arô Ribeiro
 Foto: Arô Ribeiro - Ale Vanzella
23/3/13 | 18h
O estilo indie bossa de Ale Vanzella

O show apresenta o estilo indie bossa, criado pelo artista. No repertrio, faixas do lbum de estreia Indie Bossa, lanado no ano passado, canes brasileiras e internacionais transpostas para a bossa nova e grandes clssicos, como Garota de Ipanema e Chega de Saudade, com arranjos diferenciados.

ALE VANZELLA Msico, cantor e compositor autoditada. Enquanto experimentava estilos intimistas de executar suas obras, surgiu inspirao de juntar elementos de suas composies de rock alternativo com a bossa nova brasileira. Estava definido o norte de seu trabalho, uma fuso da bossa nova com elementos do indie rock e grunge. Em 2012 lanou o seu lbum de estreia Indie Bossa, gravado e produzido no Rio de Janeiro e Los Angeles. O lbum composto por 17 faixas e uma bnus (em japons), todas de autoria de Ale Vanzella. A turn de lanamento Indie Bossa In Concert iniciou em Nova Iorque em maio do ano passado, na casa de shows Sobs, seguindo para o Japo onde apresentou mais sete shows consecutivos. Em 2013, alm do Brasil, o show percorrer a Europa, Amrica do Norte, sia e Oceania.




Fotos: Igor Sperotto
   


9/3/13 | 18h
Projeto CComa apresenta Peregrino

Foto: Marcelo Casagrande
Foto: Marcelo Casagrande | Projeto CComa apresenta Peregrino
Duo de jazz instrumental contemporneo, formado pelo trompetista Roberto Scopel e pelo percussionista e produtor Swami Sagara (codinome de Luciano Balen), o projeto CComa une tambores msica produzida eletronicamente e o raro hang drum ao trompete para criar o Future Jazz. O projeto foi finalista do Prmio da Msica Brasileira em 2012 na categoria lbum eletrnico e foi selecionado para o Mostra Internacional de Msica de Olinda, tambm em 2012.

O show Peregrino nasce do novo CD homnimo, que apresenta uma sonoridade bem brasileira, mas flerta tambm com ritmos latinos, africanos e rabes. Neste trabalho, o CComa usa como elementos bsicos de sua msica eletrorgnica, a percusso, o raro hang drum, o trompete, o berimbaixo (mix de berimbau e baixo), o theremin, e o claricano clarinete feito com canos de PVC por Scopel. O resultado disso tem sido chamado de Future Jazz.

No show, o duo utiliza projees de imagens sincronizadas com a msica que funcionam como suporte para modus operandi eletrnico escolhido. Tambm fazem parte deste espetculo, canes dos lbuns anteriores Incoming Jazz e Das CComa Projekt. O destaque vai para a verso eletrnica de O Trenzinho do Caipira de Villa-Lobos, para a msica Milonga para los Perros que conta com imagens de uma pequena comunidade do interior do RS, e para o Pife-Eletrnico Yracino y Cerenita. Entre as msicas, tambm so apresentados fragmentos do documentrio Profisso: Msico (2011) em que msicos de diversas partes do mundo falam da msica de seus pases ou de suas cidades, funcionando como introduo s viagens musicais propostas no lbum Peregrino: cumbia, maracatu, milonga, jazz e msica eletrnica.

PROJETO CCOMA Iniciou suas atividades em 2005. formado pelo produtor musical e percussionista Swami Sagara e pelo trompetista Roberto Scopel. Em 2009, lanou seu primeiro lbum, Das CComa Projekt; o segundo lbum foi lanado em 2010, Incoming Jazz, ganhando o Prmio da Msica Brasileira, na categoria lbum eletrnico. Em 2011, lanou o documentrio Profisso: Msico (46 min), que participou de diversas mostras e festivais no Brasil e na Amrica Latina. Seus direitos foram cedidos para o Canal Futura e TV Cmara. Em 2012, lanou o lbum Peregrino. Foi selecionado para o MCD Blindate So Paulo Berlim em So Paulo (2009); o Festival Tribaltech em Curitiba (2009); o Festival de Inverno de Garanhuns (2011); o Festival Mimo em Olinda (2012); e para o Prmio da Msica Brasileira 2013. Em 2012, ficou em quarto colocado na lista 100 melhores lbuns do Brasil daquele ano, na revista Embrulhador, com o lbum Peregrino.

Projeto CComa apresenta Peregrino


19/01/13 | 18h
Gaspo Harmônica apresenta Liberdade Musical

Foto: Gabi Di Bella
Foto: Gabi Di Bella | Gaspo Harmônica
Acompanhado pelo premiado músico instrumentista Eduardo Gambona, Gaspo Harmônica (voz, violão e gaita de boca) interpretará canções autorais de seus três discos destacando o último trabalho, Liberdade Musical. O repertório contempla também releituras de clássicos da música folk americana e britânica, cujas influências estão presentes nos trabalhos do artista. Passeando pelo blues, jazz, country e outros tipos de música folclórica, as melodias da harmônica de Gaspo e a base rítmica de Gambona propõem um passeio cujo roteiro passa pelos campos de algodão do Mississippi, pelas turbulentas ruas de Chicago, pelas cinzentas cidades da Inglaterra e termina no Rio Grande do Sul, percorrendo as estradas da serra gaúcha e as ruas de Porto Alegre.

REPERTÓRIOCome on in my kitchen (Robert Johnson), Juke (Little Walter), Na capa da gaita / Autosuficiência (Medley Gaspo / Blues Etílicos), Blues dos 28, Eu sei porquê, Oh, baby, Me deixe, só, Capitalismo animal, Eu perdi minha menina, Sensações, O Sr. da noite (Gaspo Harmônica), Dirty old town (Ewan MacColl), Blowing in the wind (Bob Dylan), Faxineira (Nei Lisboa). 

GASPO HARMÔNICA – Natural de São Miguel do Oeste (SC), iniciou sua formação musical na infância, estudando piano com sua mãe durante 8 anos. Na adolescência, mudou-se para Chapecó (SC), onde teve os primeiros contatos com a gaita de boca. Em Porto Alegre, desde 1999, passou a desenvolver um trabalho autoral que já lhe valeu três discos e o colocou em contato com conceituados artistas do Brasil e exterior. Também já gravou ao lado de nomes internacionais como os bluseiros James Wheeler e Eddie C. Campbell. Atua também como professor de harmônica desde 2003, realizando workshops e ministrando aulas particulares. Multi-instrumentista, Gaspo também estudou violão com Solon Fishbone e atualmente se apresenta tocando violão e gaita simultaneamente.

EDUARDO GAMBONA – Natural de Rio Grande (RS), tem seu trabalho registrado em dois discos autorais, onde explora as linguagens do blues e do rock. Já se apresentou em festivais de grande importância como o Natu Nobilis Blues Festival e foi vencedor do Prêmio Açorianos de Música 2012, na categoria melhor instrumentista, com o CD Bourbon Blues, em parceria com Ale Ravanello. Está gravando o seu terceiro CD solo, Longe de qualquer lugar.


Gaspo Harmônica
05/01/13 | 18h
Mafuá Trio Instrumental

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação | Mafuá Trio Instrumental
Fernando Graciola (violão), Gabriel Opitz (bandolim) e Ronison Borba (acordeon) apresentam o recital Do pampa ao sertão, uma viagem pela música brasileira, percorrendo gêneros musicais como milonga, tango, chamamé, valsa, vaneira, samba, choro e baião. Também, arranjos para obras de importantes compositores, com Jacob do Bandolim, Guinga, Albino Manique, Piazzolla, além de temas folclóricos e composições próprias.

No repertório, Xote das meninas/Disparada/Asa Branca (Luiz Gonzaga – Theo de Barros e Geraldo Vandré – Luiz Gonzaga); Libertango (Astor Piazzolla); Pedacinhos do céu/Doce de Côco (Waldir Azevedo – Jacob do Bandolim e Hermínio Bello de Carvalho); À luz do azul (Fernando Graciola); Di menor (Guinga e Celso Viáfora); Fuga para o Nordeste (Dominguinhos); Beatriz (Chico Buarque e Edu Lobo); O vôo da mosca (Jacob do Bandolim); Tico-tico no fubá/ Feira de Mangaio (Zequinha de Abreu – Sivuca) e  Taquito militar (Mariano Mores).

FERNANDO GRACIOLA – Bacharel em violão pela UFSM e professor. Em 2004, assinou a produção musical e a execução da trilha sonora do CD Meu Terrunho, do declamador Valdemar Camargo. Participou de diversos festivais de música popular e nativista. Em 2006, ganhou o 3º lugar no festival Canto da Lagoa (Encantado) com a composição Vou Embora, parceria com o poeta Moisés Silveira de Menezes. Em 2007, participou como arranjador, violonista e compositor no CD Brasileiras, do acordeonista Maurício Horn.

RONISON BORBA – Acadêmico do Curso de Música da UFSM. Iniciou seus estudos no acordeon aos nove anos de idade em sua cidade natal, Horizontina. Aos quinze anos, ingressou no grupo de música nativista Cambona, lançando o CD Entre o basto e as estrelas, em 2007. Participou de festivais ligados à tradição e folclore gaúcho nos estados do Rio Grande do sul, Mato Grosso do sul e Amazonas.

GABRIEL PETRI OPITZ   – Guitarrista, arranjador, produtor musical e professor. Licenciado em Música pela UFSM. Em 2006, integrou a Banda Sinfônica Erechinense, sob a regência do maestro Elírio Toldo, tocando guitarra. Desde 2010 atua como bandolinista no grupo de choro Porto Baio, típico regional de choro, composto por alunos do curso de música da UFSM.


Mafu Trio Instrumental

Confira como foram as programações anteriores:

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