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O Ecarta Musical é um projeto da Fundação Ecarta que visa valorizar a música e os músicos do Rio Grande do Sul, assim como facilitar o acesso da população a este bem cultural.



Confira os shows realizados
em 2012:
Ecarta Musical - Shows selecionados 2012/01
Galeria de Arte - Mostras selecionadas - 2012
 
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 Em Porto Alegre
 
Sede da Fundação Ecarta (Av. João Pessoa, 943 - Farroupilha)
MAIO/2012

05/05 | 18h
Dani Rauen apresenta Qualquer Lá

Foto: Giovani Paim ABERTURA: Fernando Ávila e William Menegaz (acordeon), alunos da Fundarte.

Acompanhada por Toneco da Costa (violão), a artista apresenta canções de seu CD Qualquer Lá, lançado no final do ano passado, e que traz músicas de bandas como Laranja Freak, Frida, Acústicos e Valvulados, Véspera, Suco Eléctrico, além de outros compositores como Zé Caradípia, Murilo Biff e Rodrigo Bittencourt. O repertório conta ainda com “Confissões de Amor” – música de domínio público – composta por Sinhô (José Barbosa da Silva), um dos grandes nomes do samba da década de 20. Apresenta ainda “Quando eu Feri”, de Nelson Coelho de Castro que, no disco, fez uma participação especial. “Qualquer Lá” é uma das faixas autorais. Nascida durante as gravações – com letra de Dani Rauen e música de Toneco da Costa.

DANI RAUEN – Cantora e compositora. Vocalista da banda Suco Eléctrico. O primeiro disco oficial foi lançado em 2008 e conta com a produção de Marcelo Fruet. O segundo está em fase de gravação e deverá ser lançado em 2013. Após dez anos de Suco Eléctrico, Dani Rauen desengavetou um antigo projeto: fazer um disco de interpretações. “Qualquer Lá” foi lançado em outubro de 2011 no Teatro Renascença, em Porto Alegre. O disco e o show contam com arranjos, produção e direção musical de Toneco da Costa.

TONECO DA COSTA – Músico, arranjador, compositor, violonista, produtor musical e professor. Ganhou vários prêmios, dentre eles, o Açorianos de Música em 1994, 1995, 1999 e 2009 e a indicação como concorrente para os anos de 1998 e 2004, todos na categoria de melhor arranjador. Estudou piano no Conservatório de Música de Pelotas e ainda Composição e Regência na UFRGS (1975).





ABERTURA: Fernando Ávila e William Menegaz (acordeon), alunos da Fundarte.
Show Dani Rauen



ABRIL/2012

28/04 | 18h
Richard Serraria e Lucas Kinoshita
no show Pampa Esquema Novo


Foto: Ane FrankA dupla Richard Serraria e Lucas Kinoshita apresenta um repertório autoral de Richard Serraria, propondo a fusão de MPB com MPP (Música Popular do Pampa), canções da banda Bataclã FC e da trilha do documentário "O Grande Tambor", longa metragem centrado no tambor de sopapo, ícone da cultura afro no Rio Grande do Sul. Dentre elas, Vira lata de rua, Avisa que o amor vai chegar, Pampa Esquema Novo, Menino Pandeiro, O jangadeiro não sabe nadar, Azul meu Orixá, Milonga de todos os lugares, Doce amor se fez Samba Puro, A flor de perto, Cabelo Pixaim, Bem de Cantinho e Pássaro Azul.
O disco Pampa Esquema Novo foi lançado em novembro de 2011 com o apoio da Secretaria de Cultura de Porto Alegre através do Fumproarte e recebeu cinco indicações ao Açorianos 2011 de Música. Ele pode ser escutado e baixado no blog do compositor:
http://www.richardserraria.blogspot.com

RICHARD SERRARIA – Músico, compositor, poeta, ex-professor universitário e agitador cultural com atuação na cena porto alegrense há mais de 15 anos. Como compositor ganhou o Prêmio Açorianos quatro vezes, por seu trabalho atrelado à Bataclã FC. Em 2005 e 2006 ganhou o prêmio de Melhor Letrista do VIII Festival de Música de Porto Alegre, também junto com a Bataclã FC. Recebeu o prêmio de Melhor Arranjo no Festival de Música de Porto Alegre em 1999. Está envolvido com o lançamento do 5º disco, Pampa Esquema Novo, com participações de Zeca Baleiro, Daniel Drexler, Pablo Grinjot, Pirisca Grecco, Vanessa Longoni, etc.

LUCAS KINOSHITA – Formado em licenciatura em música pelo Instituto Metodista do Sul - IPA, é baterista, percussionista, tocador de sopapo e backing vocal. Foi diretor de trilha sonora e diretor de percussões do documentário O Grande Tambor (sobre o Sopapo). Integra o trabalho solo de Orestes Dornelles, Richard Serraria e Giba-Giba. Também integra as bandas Bataclã FC, Camerata Brasileira, Dissonasso, do trio Trem Imperial e do espetáculo Yakupampa.


14/04 | 18h
Loma, morena maçambiqueira
Acompanhada por Javier Mendez (violão e teclado) e Catuípe (violão)

Foto: Rosane Scherer
A artista apresenta músicas do cancioneiro litorâneo falando do amor à natureza, da história do litoral e sua gente; da vida e lida do pescador, de religiosidade e sabenças; das cantigas de mar e outras canções, aos ritmos cadentes do maçambique e do quicumbí. No repertório, canções de Carlos Catuípe e Ivo Ladislau, precursores do movimento de resgate da cultura do litoral. A perseverança desses compositores resultou na adesão preservacionista de outros artistas da região e na sua propagação, por meio de festivais de música em vários estados, espetáculos temáticos, shows, entre outros. REPERTÓRIO – Pout pourri de maçambiques, Mar de Saudade (Cássio Ricardo/Renato Junior e Paulinho Di Casa), Tocando em Frente (Almir Sater), Cantigas de Mar, Sabenças, Ventre Livre, Aporte (Carlos Catuípe e Ivo Ladislau), Não Chores Mais (Gilberto Gil), Andança (Danilo Caymmy/Edmundo Souto/Paulinho Tapajós), Um Canto a Terra (Carlos Catuípe e Claudio Martins), O Meu Lugar (René Duque/Loma Pereira e Cao Guimarães), Arrastão (Edu Lobo/Guarnieri), Mãe D’água (Kiko Moraes), Maria Maria (Milton e Brandt).

LOMA – Cantora e compositora. Começou a cantar profissionalmente em 1973, como vocalista do grupo Pentagrama. Em 1985 lançou seu primeiro LP Loma, com arranjos assinados por Geraldo Flach, produzido em parceria com Cao Guimarães, com composições de autoria de Bebeto Alves, Cao Guimarães, Zé Caradípia, Cao Trein, Luiz Coronel, Fernando Gama (Boca Livre) e Geraldo Flach. Ao fim de 1989 foi eleita pela crítica, a melhor cantora de década. Em 92, lançou seu segundo LP Um Mate por Ti, pela Gravadora RGE, e foi indicada ao prêmio Sharp de Música, na Categoria Cantora Regional. Em 99, o terceiro CD Além Fronteiras recebeu o Prêmio Açorianos de melhor CD de MPB, e Loma, o troféu de Melhor Intérprete do RS. Desde 2002, Loma é a cantora do Grupo Cantadores do Litoral, que vem divulgando o legado afro-açoriano no RS. Seus 30 anos de carreira estão impressos no CD Loma Ziguezagueando, gravado em 2005.

JAVIER MÉNDEZ – Natural de Pelotas. Estudou teoria musical, piano e violão no Conservatório de Música de Pelotas. Na adolescência, começaram as primeiras bandas, da garagem para os bares e palcos, no interior e na capital. Participou de shows e gravações com vários artistas locais e nacionais. Na década de 90, morou por quatro anos no Rio de Janeiro, acompanhando, entre outros, o conterrâneo Kleiton Ramil. De volta a Porto Alegre, desde 1998, continua dedicando-se à música e à medicina, apresentando-se, mais recentemente, com a Banda R-40 (cover), e acompanhando artistas que levam a música do sul e a MPB como bandeira a todos que apreciam esta arte.

CARLOS CATUÍPE – Arranjador, violonista, compositor e cantor. Estudou violão clássico no Liceu Musical Palestrina e cursou arranjo e orquestração com o maestro Aloísio Pontes em São Paulo, onde trabalhou por 12 anos. Lá tocou com Ângela Maria, Osvaldinho do Acordeom, Dominguinhos, Luiz Gonzaga, Peri Ribeiro, entre outros renomados músicos da MPB. Tem dois CDs gravados - Coração de Tambor e Comunidades – 250 anos de povoamento Açoriano no RS, além de mais de 400 gravações entre long-plays, CDs de intérpretes gaúchos e nacionais como Pery Ribeiro, Osvaldinho entre outros.






24/03 | 18h
Karine da Cunha apresenta O amor... por Neruda e Buarque

Foto: DocPhotosNo repertório canções inesquecíveis de Chico Buarque e parceiros como O meu amor, Beatriz, Eu te amo, Todo o sentimento, entre outras, junto a alguns poemas de Pablo Neruda cantados em espanhol e falados em português. As canções em espanhol trazem para o show a passionalidade e calor desse idioma levando para o palco a presença de uma das vozes mais altas da poesia mundial do nosso tempo – Pablo Neruda que segue emocionando gerações com seu legado literário. Participação de Marcus Bonilla (violão).

KARINE DA CUNHA –Cantora e compositora. Desde 2003 optou pela carreira autoral apresentando shows de MPB, participando de festivais e registrando suas canções em Cds. Fluida, seu primeiro espetáculo autoral dedicado às águas, resultou em CD homônimo lançado em 2005. Com este trabalho, Karine conquistou o Prêmio Açorianos de Música de Melhor Intérprete de MPB. De 2005 a 2006, Karine seguiu apresentando o espetáculo Fluida em projetos culturais de Porto Alegre e do Brasil como Sesc/SP, centros culturais do BNB no Ceará, entre outros. Após a montagem de Fluida, Karine fez parceria com outros músicos como Bethy Krieger, Marcus Bonilla, Alexandre Vieira, Mario Falcão, Mario Pirata, entre outros, montando espetáculos temáticos como Yá-lé, Quando a poesia canta, Cantando Elas, Poema de Ouvido. Em 2007 lançou seu segundo CD Epahei, dedicado aos orixás e a cultura afro. O show homônimo foi apresentado em projetos culturais de Porto Alegre, interior do Estado, Bahia, Paraíba, Ceará, Maranhão e Pará, entre outros. De 2009 a 2011 morou em Chapecó SC onde seguiu apresentando espetáculos e atuando como educadora musical através de espaços e projetos da Prefeitura Municipal de Chapecó. Em 2012 Karine segue com agenda de shows pelo Sesc/RS e SC e outras instituições.




10/03 | 18h
Quinteto Persch

Foto: DocPhotosAdriano Persch, André Machado, Daniel Castilhos, Fernando Ávila e Luciano Rhoden apresentam um repertório especial: Aram Khatchaturian (1903-1978) - Walzer – aus “Maskerade”; Ferenc Farcas (1905-2000) Antigas Danças Húngaras (Entrada, Danças das Lâminas, Ugrós (Saltarelo); Antonio Vivaldi (1678-1741) - Concerto Nº. 4 Fá Menor “Inverno” (Allegro non molto, Largo e Allegro); Astor Piazzolla (1921-1992) - Buenos Aires Hora Cero e La Muerte de Angel; Carlos Gomes (1836-1896) - Sonata para Cordas e O Burrico de Pau; Ivano Battiston (1959-) - Perpetuum Polka.

QUINTETO PERSCH – Iniciou suas atividades em 1999, em Porto Alegre, tendo como objetivo, difundir o acordeon por meio da música de câmara, demonstrando sua versatilidade e oportunizando a exploração do instrumento com repertório erudito. Completa em 2012, 13 anos de atividades ininterruptas. É o único grupo no país com essa formação instrumental de música de câmara e proposta artística utilizando o acordeon. Em 2007, foi contemplado com o Projeto Petrobrás Cultural, para gravação do seu primeiro CD, que reuniu obras de Astor Piazzolla, Claudio Santoro, Antonio Vivaldi, Gioacchino Rossini e Wolfgang Amadeus Mozart. Em 2009, foi contemplado com o Prêmio Açorianos de Música, na categoria instrumental. Venceu o Prêmio Circuito Funarte de Música Clássica 2010, para a realização de turnê na região nordeste do Brasil. Também em 2010, foi selecionado para apresentar-se na 3ª Feira Música Brasil, em Belo Horizonte – MG. Em 2011, o Quinteto Persch foi selecionando nos editais de ocupação dos teatros da Caixa Econômica Federal – Caixa Cultural Brasília e do BNDES, agendado para 03 de maio de 2012. Está previsto para março de 2012 o lançamento do segundo CD.


Este show foi realizado no auditório do Sinpro/RS, ao lado da sede da Ecarta.

Fotos: Igor Sperotto
 
   



21/01 | 18h
Urbi et Orbi de Orestes Dornelles

Foto: Fábio MariotTrabalho autoral que utiliza as linguagens musicais atuais, mesclando a música urbana com a rural e a canção popular com a folclórica a partir de reflexões sobre o universo cotidiano da província, onde a província é o universo. Com a participação dos músicos Lucas Kinoshita (percussão e vocais) e Filipe Narcizo (contrabaixo e vocais), este show mostra novas músicas e parte do repertório de seu último CD Graffiti (2008) – onde as canções são tratadas como se fossem crônicas, recheadas de humor e ironia, inspiradas em fatos do cotidiano porto-alegrense e do panorama nacional. No repertório, Bem Zen (Risomá Cordeiro / Orestes Dornelles); Nó de Pinho, Arisco, Não Duvide, Da Noite, Todos os Homens têm Coração, Por Amor, Garota Ban Ban Ban e Quando La Negra Canta (Orestes Dornelles); Efêmera (Mário Falcão / Orestes Dornelles); Ish (Risomá Cordeiro / Orestes Dornelles); Baimaracô (Ita Arnold / Orestes Dornelles).

ORESTES DORNELLES – Cantor, compositor e professor de música. Estudou harmonia funcional e violão popular com Voltaire Pires, violão clássico com Nestor Ausqui e composição (UFRGS) com Celso Loureiro Chaves. Desde 1994 trabalha com educação musical na pré-escola e em escolas de música de Porto Alegre, como professor de violão, musicalização, composição e arranjo. Em 2005, junto com Binho Terra e Risomá Cordeiro, produziu o CD Tribufu. Em 2008 gravou o CD Graffiti e produziu o show de lançamento do mesmo, em 16 de dezembro no Teatro Renascença, em Porto Alegre. Em 2009 e 2010 fez shows, com os músicos Lucas Kinoshita (bateria), Filipe Narcizo (contrabaixo) e Marcelo Rocha (percussão), divulgando seu trabalho como compositor e cantor.

LUCAS KINOSHITA ou Kino – Iniciou seus estudos de piano em 1994 com a professora Cláudia Leal na Escola Piá Piano. Em 1999 deixou o piano para estudar bateria, iniciando seus estudos com Daniel Lima. Em 2002, retomou estudos de piano tendo aulas particulares com a professora Nisiani Franklin. Na mesma época, estudou bateria com André Azevedo e a partir de 2006 com Luke Faro. Diplomado em licenciatura em música pela Rede Metodista do Sul – IPA. Faz parte do trabalho solo de Orestes Dornelles, Richard Serraria e Giba-Giba, e atua nas bandas Bataclã FC, Camerata Brasileira e Yakupampa.

FILIPE NARCIZO – Músico, contrabaixista autodidata. Em 2001 inicia os estudos de contrabaixo. Em 2003, começa a tocar com a banda Leão de Judah e também com o compositor e percussionista Giba-Giba. Em 2004, passa a integrar a banda de MPB Fato Consumado. Em 2005 entra para a Yellow Dog, banda de rock com enfoque no repertório de rock dos anos 60 e 70. Em 2007 começa a tocar com Domingos Cray e Banda e o Banzo Esperança. Em 2008, participa da gravação do CD Graffiti de Orestes Dornelles. Participa do trabalho de vários músicos gaúchos como Yanto Laitano, Karen e Frederico, banda Bataclã FC, além de Orestes Dornelles.


Fotos: Igor Sperotto
     




07/01 | 18h
Nico Bueno e Loni Seiva apresentam O lado B da MPB

Foto: Nico BuenoO repertório será de clássicos da MPB, como João Bosco, João Donato, Tom Jobim, Caetano Veloso. Loni Seiva (Violão e voz) e Nico Bueno (contrabaixo) montaram o show explorarando a sonoridade criada a partir da junção violão e contrabaixo. Serão apresentadas músicas de vários compositores consagrados da música popular brasileira, como Paulinho da Viola (Nova Ilusão e Dança da Solidão), João Bosco (Corsário, Quando o Amor Acontece), Ivan Lins (Velas Içadas, Somos Todos Iguais essa Noite), Chico Buarque (Choro Bandido) e compositores mais jovens e não menos talentosos como Lenine (Hoje eu Quero Sair Só) e Vitor Ramil

NICO BUENO – Baixista, com mais de 20 anos de carreira, iniciados já com grandes parcerias, participou de gravações de discos e de DVDs, com músicos de variados estilos, é conhecido como um músico versátil, que tanto pode participar da Orquestra Popular de Porto Alegre, regida pelo maestro Paulo Dorfmann, como pode gravar e rodar o Brasil por anos com o grupo Nenhum de Nós... Alguns músicos os quais já tocou: Luis Carlos Borges, Renato Borgheti, Nei Lisboa, Nenhum de Nós, Marcelo Delacroix, Kiko Freitas, Rafael Vernet, Jorginho do Trompete, Jean Garfunkel, Julio "Chumbinho" Herlen, Solon Fishbone, Natu Blues band Projeto Brasil, Marisa Rotemberg, Marcelo Corsseti, Luciano Maia, Paulinho Fagundes, Fernando Corona, entre inúmeros outros artistas e discos!! Nico Bueno, é integrante do grupo de Bossa e Jazz, Delicatessen, com três discos gravados e lançados no mundo inteiro, indicados pela segunda vez ao Premio de Música Brasileira, concorrendo com nomes como Sergio Mendes, e Eliane Elias, receberam o prêmio de melhor disco brasileiro em lingua extrangeira!! Também foi escolhido como melhor instrumentista do 12º Festival de Música de Porto Alegre. Nico Bueno é também professor de música em Porto Alegre.

LONI SEIVA – É cantor, compositor e violonista. Gaúcho criado em São Paulo, começou sua carreira musical na capital paulista, teve musicas premiadas em festivais, viveu por mais de uma década em Portugal, onde teve o prazer de participar de gravações e espetáculos com os mais diferentes músicos, portugueses, africano, espanhóis, entre outros. Atualmente prepara seu primeiro trabalho a ser gravado no Brasil!


Fotos: Igor Sperotto





Confira como foram as programações anteriores:

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