O Ecarta Musical é um projeto da Fundação Ecarta que visa valorizar a música e os músicos do Rio Grande do Sul, assim como facilitar o acesso da população a este bem cultural.



Confira os shows realizados
em 2011:
NOTA PÚBLICA
Repúdio à sanção
do Governo para
extinção das
fundações estaduais

Nome: 
E-mail: 
 
 

 Em Porto Alegre
 
Sede da Fundação Ecarta (Av. João Pessoa, 943 - Farroupilha)



17/12 | 18h
Alvaro Luthi em Eu Gosto
Abertura: Thomas Pires (violão)


Foto: Alvaro LuthiVersão acústica de seu mais recente trabalho autoral, ainda em fase de pré-produção. O show traz canções ricas, de rápida assimilação das letras e refrões viciantes. Um resgate à cultura pop no cenário musical porto-alegrense, tendo o amor como tema principal, relacionado a vivências do cotidiano. Nesta apresentação, o artista será acompanhado pelos músicos Renato Mujeiko (contrabaixo) e Marquinhos (percussão). No repertório, Quero Saber, Beira do Rio, Dias Sem Razão, Eu Gosto, A Ponte, Chega, Todo Amor, Mais Forte, A Reza, Calçadas, Quebrar Tudo, Minh'alma, Boa Noite.

ALVARO LUTHI
Baixista e vocalista, o gaúcho também toca guitarra e violão. Como compositor e arranjador, produziu trilhas para cinema e publicidade. No teatro, tem como seu mais recente trabalho a produção da trilha sonora do espetáculo O Guri de Uruguaiana, do humorista Jair Kobe. Em 1994, fundou a banda Harmadilha, que foi a responsável pela composição do Tema do Planeta Atlântida, que ainda é usado no evento. Em 1999, a banda se transferiu para o Rio de Janeiro, onde gravaram uma participação no DVD Viva Cazuza, lançado pela Som Livre, com uma versão da música O Nosso Amor a Gente Inventa.

THOMAS PIRES
Iniciou seus estudos com o professor Daniel Tavares em 1998, com doze anos. Em 2005, concluiu o curso técnico em Música pela Faculdades EST, sob a orientação do professor Paulo Inda. Nesse mesmo ano, iniciou a graduação de bacharel em violão na Ufrgs, a qual cursou na classe da professora Flávia Domingues Alves. Em sua trajetória de formação musical, aperfeiçoou-se com diversos violonistas renomados, como Álvaro Pierri, Eduardo Isaac, Fábio Zanon, Leo Brouwer, dentre outros. Atualmente, é bolsista pela Capes, orientando dos professores Daniel Wolff e Any Raquel Carvalho no curso de Mestrado em Práticas Interpretativas do Programa de Pós Graduação em Música da UFRGS. Recentemente foi selecionado no Concurso Jovens Solistas da OSPA e atuará frente à orquestra na temporada de 2012.
No repertório da abertura: J.S. Bach - Suite BWV 1006a - Prelude, Loure e Gavotte en Rondeau; Jorge Cardoso - Milonga

Fotos: Igor Sperotto





03/12 | 18h
Milene Jorge Aliverti
Abertura: Andre Sinico (flauta)

Foto: Milene Jorge AlivertiVioloncelista, formada pela Universidade Estadual Paulista onde estudou com o professor Zygmunt Kubala. Aperfeiçoou-se na Bulgária com o professor Anatoli Krastev e recebeu o título de Mestre em violoncelo pela Universidade da Carolina do Sul nos Estados Unidos sob orientação do professor Robert Jeselsson. É professora do departamento de música da UFRGS, principal violoncelo da Orquestra de Câmara Teatro São Pedro e coordenadora dos Encontros de Violoncelo do Rio Grande do Sul. Também atua como camerista em diversas formações apresentando-se por todo o nosso país. Como coordenadora dos Encontros de violoncelo tem contribuído para o desenvolvimento dos alunos através de intercâmbio com diversos professores. Gravou seu primeiro CD com a pianista Lúcia Cervini, ganhando diversos prêmios.

No programa, D. Gabrielli - Ricercar 3, J.S.Bach - Suite III, Preludio, Allemande Courrante, Sarabande, Bourrèe I e II, Gigue, Max Reger, Preludio, G. Cassadó- Suite para violoncelo solo, Preludio-Fantasia, Sardana, Intermezzo e Dança Finale, Arthur Barbosa, Candombera.

ANDRE SINICO
Formado em Música pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), onde estudou sob orientação de Ms. Savio Araujo e se aperfeiçoou com o flautista Marcos Kiehl em São Paulo. Foi professor de Música de Câmara na Escola de Música de Brasília e professor de Flauta no Conservatório Carlos Gomes de Campinas, além de flautista da Orquestra Sinfônica Jovem de Campinas - Unicamp. Atualmente, é Mestrando em Música, Práticas Interpretativas, Flauta na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, sob orientação do Prof. Dr. Leonardo Loureiro Winter.

No programa, Georg Phillipp Telemann (1681-1767) - Fantasia n. 6 em Ré menor para flauta solo – Dolce – Allegro – Spirituoso.

Fotos: Igor Sperotto
       



19/11 | 18h
Ária Trio apresenta Add Libitum

O show tem como base músicas do disco Add Libitum, de 2009, que leva o mesmo nome. Ad libitum é uma expressão latina que significa à vontade, a bel-prazer. Quando usada em música, frequentemente é abreviada para ad lib e confere ao executante um ar de liberdade na interpretação do tema.

Foto: Ária Trio apresenta Add LibitumIntegrado por Valdir Verona (viola 10 cordas e violão), Esmeralda Frizzo (piano) e Ricardo Biga (harmônicas) o Ária Trio mescla combinações inéditas e inusitadas como a mistura de elementos da música regional brasileira, do blues, do erudito, do tango e outros.

As composições do CD são em diferentes estilos musicais e evidenciam a preocupação do trio com a sonoridade particular de cada instrumento, as influências de cada integrante e a preservação da identidade dos diversos sotaques musicais envolvidos.

No repertório, Inesquecible, A Tempestade e o mar, Lucinda, Outubro (Esmeralda Frizzo); Sem pressa de chegar, Transparência, Rancheira violada e Tons da terra (Valdir Verona); Chamamé blues (Valdir Verona e Ricardo Biga); Pedra sabão (Ricardo Biga); Calma roceira (Ivan Vilela); Ensaio dos Ventos (Ricardo Biga); Mulher rendeira (Zé do Norte); Por una cabeza (Carlos Gardel e Alfredo Le Pera).

ÁRIA TRIO - Formado em 2001 em Caxias do Sul. Suas composições, em diferentes estilos musicais, evidenciam as influências de cada músico, que vão da música regional a erudita. O nome Ária Trio passou a ser usado em 2007, e em 2009 o trabalho é solidificado com as gravações das músicas próprias que resultaram no CD “Ad Libitum”.

www.teclasecordas.com
www.myspace.com/teclasecordas
contato@teclasecordas.com

Fotos: Igor Sperotto
       



05/11 | 18h
Banda Lítera

Integrada por André Neto (guitarra e voz), Thiago Marques (guitarra), Lucas Kanan (baixo) e Rodrigo Bonjour (bateria), a banda apresenta seu primeiro álbum (Um pouco de cada dia). São canções que remetem ao cotidiano de um relacionamento, narrando suas diversas facetas e peculiaridades. O CD é composto por músicas com influência de Radiohead, U2 e Los Hermanos, mescladas com elementos da música brasileira como Lupicínio Rodrigues e Chico Buarque. No repertório: Fim do Mês, 18 e 23 (André Neto), Dois, Lá se Foi, Céu, Encontros e Desencontros, Pra Dançar, Novas Novidades e Domitila (André Neto e Thiago Marques); Museu (André Neto e Rodrigo Bonjour); Saudade (Thiago Marques); e Mergulho (André Neto e Lucas Kanan).

Foto: Banda LíteraBANDA LÍTERA - Banda de rock de Porto Alegre, surgida em 2002. O primeiro álbum Um pouco de cada dia foi produzido em 2009. Dentro de uma temática, o disco traz 11 faixas que se relacionam entre si e falam sobre o universo das pessoas que se propõem a construir um lar. Inegavelmente suas influências estão baseadas em artistas como Gram, Los Hermanos, Arnaldo Antunes, Lupicínio Rodrigues, Radiohead, Ours e Coldplay. No final de 2009, a Lítera venceu a enquete de melhor lançamento de banda gaúcha em 2009 promovida pelo Blog Volume, do clicRBS. Durante o ano de 2010 e o primeiro semestre de 2011, a banda realizou diversos shows, não só na capital, mas como também cidades do interior, como Caxias do Sul, Santa Maria, e Cuz Alta. Atualmente, a banda trabalha na produção de seu novo single Domitila, que está sendo produzindo por um dos produtores mais conceituados do Estado, Marcelo Fruet.

Fotos: Igor Sperotto
 



22/10 | 18h
Mito, Música, Cinema e Memória com Grupo Dimensão Experimental

O grupo Dimensão Experimental, integrado pelos músicos José Altamiro (percussão, acústica, lira metálica e escaleta), Álvaro Sabóia (teclados, gaita de boca e apitos) e Klaus Farina (teclados, guitarra, flauta, apitos, ocarina, programação, percussão eletrônica), apresenta dois projetos similares que se interligam através da música e do cinema: O Mito do Eterno Retorno e Música, Cinema e Memória, que, juntos, totalizam 45 minutos de projeção e performance musical. O primeiro consiste na suíte homônima, inspirada na obra de Mircea Eliade, com a projeção de uma colagem de vídeos feitos de partes de vários filmes em torno do tema do livro. O segundo parte da apresentação de uma performance musical do filme Lês Mystères du Chateau du Dé (1929), de Man Ray, resgatando um pouco da magia do cinema mudo. Em ambos, a música é autoral.

ROTEIRO
O Mito do Eterno Retorno (Farina/Sabóia) - Suíte em seis movimentos baseado no livro homônimo de Mircea Eliade
      I - Groaperikie (Farina/Sabóia)
      II - Arquétipos e Repetições (Farina/Sabóia)
      III - A Lenda de Naylamp (Farina/Sabóia)
      IV - A Regeneração do Tempo (Farina/Sabóia)
      V - Ciclos Cósmicos e História (Farina)
      VI - A Sobrevivência do Mito do Eterno Retorno (Farina)
 
Os Mistérios do Castelo de Dados - Suíte em seis movimentos (Concepção original de autoria de Klaus Farina com colaboração adicional de Álvaro Sabóia no sexto movimento)
      I - Os viajantes: um jogar de dados jamais anulará a sorte (Farina)
      II - Viajando a um estranho destino, um castelo (Farina)
      III - Personne, personne: Les Secrets de la Peinture (Farina)
      IV - Piscinema: um jogar de dados jamais anulará a sorte (Farina)
      V - Minerve Casquée.(Farina)
      VI - Dois passageiros que permanecerão (Farina/Sabóia)

GRUPO DIMENSÃO EXPERIMENTAL – Criado em 1991, tem como proposta musical a fusão do erudito e do popular com o jazz e o rock progressivo-experimental, criando com isto uma estética própria, através de sequências harmônicas, por vezes pouco convencionais. Como complemento, imagens em películas e digitalizadas. Discografia Independente: A Dimensão Experimental – 1993; Trilhas - 1995 (inclui as trilhas sonoras dos documentários de Porto Alegre, Taím e Torres); Sons, Colagens e Performances Variadas (ao vivo) – 1997; 55 Anos do SESI – 2002; O Mito do Eterno Retorno – 2009.

KLAUS FARINA - Músico autodidata, embora tenha iniciado seu aprendizado de piano em casa, depois vindo a estudar musica formalmente na Academia Prediger, Teclas e Cordas e na Academia Miranda. Integrou vários grupos de rock, blues, progressivo e jazz como: Primavera nos Dentes, Carroça a Vapor, Neurodrama, Sigma, Grinphas Trio, Axis Mundi e Tebalta. Em 1991, gravou e lançou seu disco de estreia de forma independente em K7 Aniraf SualK 1991. Em 2002, gravou, compôs e produziu junto com o músico e cinegrafista Yuri Victorino o álbum Um é pouco e dois é bom.
 
ÁLVARO SABÓIA – Harmonista, cromatísta e tecladista. Acompanhou vários grupos ao longo de sua carreira, entre eles: Grinphas Trio, Quarteto Fantasma, Piolho de Cobra, grupos jovens dos fins dos anos setenta e inícios dos oitenta, integrando inclusive bandas escolares (grupos de garagem). Acompanhou vários grupos de Blues e ritman blues, sendo convidado para temporadas em várias casas noturnas.  Participou ativamente do movimento “Reggae Cultura” nos anos 80 e 90, apresentando-se com as bandas Motivos Óbvios, Produto Nacional e Facção Brasil, cujas temporadas se realizavam todas as terças-feiras no extinto bar “Porto de Elis”.

JOSÉ ALTAMIRIO FALEIRO DE RAMOS – Músico Profissional inscrito na Ordem dos Músicos do Brasil. Professor particular de Música (Bateria, Percussão, Teclado e Teoria Musical).


Fotos: Igor Sperotto
 


08/10 | 18h
A Corda em Sí com Fernanda Rosa e Mateus Costa

A cantora Fernanda Rosa e o contrabaixista Mateus Costa, catarinenses, que fazem parte do grupo musical A Corda em Si, prepararam um show com instrumentação  reduzida (voz e  contrabaixo acústico). Para eles, o  diálogo  entre  esses  dois instrumentos  acontece  no  contraponto  de  duas melodias,  que  descreve  o cenário musical presente na poesia das canções. No repertório, só música brasileira. Algumas delas serão: É doce morrer no mar (Dorival Caymmi), O canto do pajé (Heitor Villa-lobos e C. Paula Barros), Joia (Caetano Veloso), Beatriz (Edu Lobo e Chico Buarque) e Kid Cavaquinho (João Bosco, com participação de Dimi Camorlinga).

FERNANDA ROSA – Atua profissionalmente como cantora desde 2003 em Florianópolis. Estudou canto com a professora Samira Hassan e participou de workshop com Izabel Padovani. Está cursando a faculdade de Música na Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). Também atua como professora de canto. Em 2006, participou da gravação do CD Lenga la Lenga – jogos de copos e mãos, que esteve entre os três finalistas do Prêmio TIM de Música. Em 2008 recebeu o 3° lugar como melhor interprete de canções brasileiras, categoria nacional, no Festival da Canção em Timbó. Atualmente se dedica ao grupo musical A Corda em Si, uma parceria com o contrabaixista Mateus Costa, com quem gravou, em 2010, o CD O Som do Vazio. O título do disco é o mesmo do show que já circulou Santa Catarina pelo Circuito SESC de Música.

MATEUS COSTA – É instrumentista e arranjador em diferentes estilos musicais desde 1989. Estudou contrabaixo com a professora Maria Helena Salomão – primeiro contrabaixo da Orquestra Sinfônica do Paraná (Osinpa). Integrou a Orquestra Sinfônica do Estado de Santa Catarina (OSSCA) e o Quinteto de Cordas da mesma. Participou da Orquestra Municipal de Florianópolis e da Camerata Florianópolis. Foi arranjador e regente do grupo Urubá (Madrigal e Banda). Participou como instrumentista e arranjador da gravação de CDs de compositores e grupos locais, como Cravo-da-Terra, Silvio Mansani, Neno Miranda e Lagusta lá Guê. É graduando do curso de Licenciatura em Música pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Hoje é membro da Orquestra UDESC, na qual é o spalla do naipe dos contrabaixos. Com o grupo Cravo-da-Terra gravou dois CDs de composição autoral, Cravo-da-Terra, em 2005, e Infinito Som, em 2008. Realizou ainda duas turnês em Santa Catarina: Circuito Catarinense de Musica do SESC, em 2004, e Show Infinito Som, em 2007. Participou do projeto Rumos Cultural do banco Itaú, no qual gravou um DVD e fez shows em São Paulo e Florianópolis. Realizou também uma turnê por mais seis capitais: Porto Alegre, Curitiba, Rio de Janeiro, Goiânia, Brasília e Salvador. Tocou com músicos de renome nacional, como Renato Borguetti, Oswaldinho do Acordeon e Artur Moreira Lima.

Fotos: Igor Sperotto
 



17/09 | 18h
Encontro

Neste trabalho, Ayres Potthoff (flauta) e Michel Dorfman (piano) reúnem o melódico e transparente som da flauta e a riqueza sonora do piano ao universo musical brasileiro. Da canção ao batuque, da bossa nova ao samba, das influências regionais às universais, o duo navega pela música de mestres como Hermeto Pascoal, Gsberto Gismonti, Moacir Santos, Tom Jobim, Severino Araújo e Pixinguinha entre outros. Ayres e Michel, dois instrumentistas com expressiva presença na cena musical gaúcha, compartilham neste Encontro suas distintas influências musicais pelo simples prazer de fazer a boa música.







Fotos: Igor Sperotto
 




03/09 | 18h
A Trinca

Reunião de três dos mais destacados instrumentistas dos últimos anos no Rio Grande do Sul: Angelo Primon (viola caipira, viola de cocho, sitar e violões), Marcelo Corsetti (guitarras) e Matheus Kleber (acordeon). Todos com trabalhos próprios, neste show propõem releituras de suas músicas mantendo as melodias, mas com novos sons e arranjos, mas também releituras de artistas que formam a base de influências do trio como Pat Metheny e Beatles: Pequena estória, Los manos e Música boba (Angelo Primon); Milonga manca (Matheus Kleber); Better days ahead (Pat Metheny), Na viola do Teteco, Treizinho e Zoca (Marcelo Corsetti); Mantreando com os amigos (Primon/Kleber/Corsetti); Norwegian wood (Beatles).

ANGELO PRIMON - Com 22 anos de carreira, o instrumentista, compositor e produtor portoalegrense já atuou com artistas de várias tendências, como Marcelo Delacroix, Vanessa Longoni, Renata Adegas, Nico Nicolaiewski, Hique Gomez, Adriana Deffenti, Nei Lisboa, Arthur de Faria, Banda Municipal de Porto Alegre e Daniel Drexler. Foi vencedor do Troféu Açorianos como melhor instrumentista de MPB em 2006 e 2008, sendo indicado para esta mesma categoria nos anos de 2000, 2003, 2004, 2007 e 2009. Já assinou trilhas para dança, teatro e cinema além de jingles publicitários. Teve seu álbum de estreia, Mosaico, premiado com o Troféu Claves do Sul - IEM (Instituto Estadual de Música) em 2004, Troféu Açorianos de melhor CD instrumental de 2004 e show do ano. Atualmente, acompanha e co-produz os trabalhos do compositor Richard Serraria em Vila Brasil, Pampa Esquema Novo e Yakupampa, além de integrar a banda Realidade Paralela, junto o guitarrista Marcelo Corsetti, o baterista Luke Faro e a cantora Vanessa Longoni. É um dos integrantes do Projeto Rumos da Fundação Itaú Cultural na carteira Coletivo para o biênio 2011/2012.

MARCELO CORSETTI
– A base e as influências musicais são provenientes de muito estudo e de audições intermináveis dos guitarristas Toninho Horta e Pat Metheny e dos gaúchos Clóvis Alegre, Pedro Tagliani e Daniel Sá. Em 1990 Marcelo Corsetti participou do grupo de Luiz Carlos Borges, músico nativista com atuação no Brasil e no exterior. Um ano depois iniciou seu próprio trabalho formando o Marcelo Corsetti Quarteto – em 1992 o grupo gravou seu primeiro disco. O segundo álbum de Marcelo, de 1994, foi considerado pela crítica como um dos melhores trabalhos de música instrumental dos últimos anos e colocou o músico entre os grandes guitarristas gaúchos. Em 1999 atuou como arranjador e diretor musical do show Quem Te Ensinou a Dançar, da cantora Adriana Deffenti. O ano seguinte marca a retomada de Marcelo Corsetti na linha instrumental: o músico forma um novo quarteto e busca uma sonoridade desafiadora. O grupo lançou o disco Xquinas e em 2002 foi um dos destaques do Cascavel Jazz Festival, ao lado de artistas como Yamandú Costa e Hermeto Pasqual. O trabalho de Corsetti lhe conferiu ao longo da carreira diversos prêmios importantes como o Troféu Açorianos (1993), como Revelação do Ano, e menção honrosa pela criação e participação no Projeto Guitarra Instrumental. Apresentou-se ao lado de diversos artistas como Adriana Deffenti, Bebeto Alves e Ângelo Primon.

MATHEUS KLEBER – Nasceu em Montenegro, onde começou seus estudos musicais na Fundarte. Em 2006 radicou-se na capital gaúcha, onde terminou sua graduação em composição pela Ufrgs, com orientação do professor Antônio Carlos Borges Cunha. Juntamente com o músico Pedro Franco, acaba de lançar seu primeiro CD Ida, com composições próprias, que teve cinco indicações no açorianos de 2010. Além do duo com Pedrinho, integra o grupo Xquinas. Já dividiu o palco com nomes importantes do cenário musical. Dentre eles, Andréa Cavalheiro, Neto e Ernesto Fagundes, Adriana Defentti, Geraldo Flach, Arrigo Barnabé, Orquestra da Unisinos e Orquestra de Câmara do Theatro São Pedro. Atualmente, atua como regente em três grupos: o Conjunto Instrumental da Fundarte, o coro Cantart e a Orquestra de Câmara Jovem do RS, onde é regente auxiliar do maestro Telmo Jaconi.


Fotos: Igor Sperotto
   




20/08 | 18h
Fernanda Krüger Trio
Fernanda Krüger (voz e violão), Lucas Krüger (contrabaixo fretless) e Luthiero Tacuatiá (bateria).

É o lançamento em Porto Alegre do primeiro disco do grupo, homônimo, financiado pelo Fundo Municipal de Cultura da Prefeitura Municipal de São Leopoldo, com produção executiva de Márcio Gobatto e produção musical de Veco Marques. No repertório, canções de Fernanda com arranjos feitos por ela e pelo grupo, como Assim, Melodia do Vento, Resolução, Só, Cores, Chama Rara, Dança das Colcheias e Som do Olhar. Algumas das canções do espetáculo, bem como acontece no disco, contam ainda com as participações especiais de Christian Poffo (flauta transversa), Daniel Wolff (violão) e Sandro Souza (violino).

FERNANDA KRÜGER GARCIA - Bacharel em violão pela UFRGS e técnica em instrumento musical pela Escola Sinodal de Educação Profissional (ESEP, São Leopoldo). Participou de masterclasses com violonistas como E. C astañera, F. Zanon, E. Meirinhos, F. Shiro Monteiro, E. Isaac, F. Bungarten e E. Fernandez. Atua tanto na música popular quanto na erudita. Com Deisi Coccaro (soprano), Fernando Fleck e Rodrigo Carraro, desenvolve um trabalho de música de câmara de interpretação da música de compositores gaúchos do séc. XX (projeto Conversas com o Compositor). Na música popular, desenvolve um trabalho, com Lucas Krüger e Luthiero Tacuatiá, canções autorais. É professora de violão do Projeto Prelúdio e do Curso Técnico em Instrumento Musical, ambos do Instituto Federal do Rio Grande do Sul (campus Porto Alegre). É, também, professora de violão no Espaço Livre de Música Presto.


Fotos: Igor Sperotto


ESPECIAL - PALESTRA
05/08 | 19h | Inscrição: R$ 10,00
Gastón Rodriguez em Entre os sonhos e os sonidos à criação de canciones

TEMA 1
A partir de onde escrevemos; Os diferentes “personagens” que podem narrar ou expressar uma temática na canção; Três possíveis narradores: primeira, segunda pessoa e o “cronista”; Exemplos.

TEMA 2
A composição e o incessante trabalho inconsciente: os sonhos; Colocando em “sintonia a antena criativa”; O primeiro registro no gravador e o trabalho com o “material bruto” da canção.

TEMA 3
Linguagem em exemplos clássicos, linguagem realista, linguagem onírica, o denotativo e o conotativo na canção: 100% música e 100% letra, um pouco de histórias e exemplos.

Ficha de Inscrição


06/08 | 18h
Gastón Rodriguez em Surnacimientos
O artista uruguaio apresenta neste show um apanhado de toda a sua obra incluindo as canções em parcerias com autores como Walter Bordoni e canções mais atuais, tendo como convidado especial o compositor e violonista gaúcho Felipe Azevedo. Surnacimientos é o nome do último CD de Gastón, que lhe rendeu várias temporadas de shows, com reconhecimento da crítica e sucesso de público. No repertório, Sobre la misma Plaza, Milonga de lo que empieza, No me digas, La cita, Gaviotas de fuego, El equilibrista e Canción del hombre de “Ningúnlugar”.


GASTÓN RODRIGUEZ - Compositor, guitarrista, cantor e professor de música. Integrou o grupo de músicos “El Sotano”, participando dos circuitos realizados pelo grupo até 1991. Em dezembro de 1990 foi premiado como um dos ganhadores do “Concurso de Música Nacional Inédita” organizado na data de aniversário de cinquenta anos da Emissora Alfa FM, apresentado no Teatro de Verano com ingressos esgotados. Em 1993 lançou pelo selo Ayui – Tacuabe seu primeiro disco solo Gaivotas de Fogo, composta de 15 canções de sua autoria. Em 1995 e 1996, respectivamente, compôs e interpretou ao vivo a música das obras teatrais “La Mandragora” (direção de Eduardo Cervieri sobre os textos de Nicolás Maquiavelo) e “Tuyo Federico” (direção de Eduardo Cervieri sobre os textos de Federico Garcia Lorca). Nos últimos anos desenvolveu um projeto artístico chamado “Aguarfuertes Montevideanas” (selo Ayuí) junto do compositor Walter Bordoni, que incluiu a realização de CD homônimo, dois vídeo clipes, as páginas correspondentes na internet e na Red Uruguaya de Música e diversas atuações ao vivo tanto na capital como no interior do país. Desde março de 2010 atua como editor e produtor de vídeos digitais sendo formado pela Escola de Desenho e Comunicação de BIOS Uruguay. A mais de duas décadas tem atuação como docente.

http://www.youtube.com/watch?v=vvgB-xAUIlM&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=IzuE1sJEy9g
http://www.youtube.com/watch?v=Yz7e5OgEBd0

Fotos: Igor Sperotto
   

Apoio:
   
Sinpro/RS - Sindicato Cidadão
Pedrini - Desde 1960
ZELIG - Restaurante e Bar

23/07 | 18h
Rafael Ferrari e Samuca apresentam Bandolim Campeiro
Abertura: Duo Cantilena

O repertório de Bandolim Campeiro traz uma seleção de clássicos da música regional gaúcha, com autoria de compositores como Luiz Carlos Borges, Mauro Moraes, Luiz Marenco, Gujo Teixeira, Leonardo, Antoninho Duarte; composições autorais de Rafael Ferrari (bandolinista) e em parceria com Yamandú Costa e Paulinho Cardoso. Ferrari se apresenta acompanhado por Samuca (acordeonista). O show mostra a sonoridade inédita do bandolim em ritmos como o chamamé, chacarera, vanera, milonga, polca paraguaia, xote, chamarra, e tem por objetivo apresentar o bandolim à música regional gaúcha e levar para o repertório tradicional do bandolim, as melodias da cultura regional, popularizando o instrumento.


RAFAEL FERRARI - Músico multi-instrumentista, compositor, arranjador e professor. Vencedor do Prêmio Açorianos 2007, na categoria Música Instrumental como Melhor Compositor. Apresentou-se ao lado de Luiz Carlos Borges, Maurício Marques, João de Almeida Neto, Hermeto Paschoal, Arismar do Espírito Santo,Alencar 7 cordas, Plauto Cruz, entre outros. Fundador da Camerata Brasileira com a qual gravou dois discos Deixa Assim (independente – 2004 – Porto Alegre/RS) e Noves Fora (independente – 2006 – Recife/PE). Participou da criação da trilha sonora da adaptação de “Édipo” dirigida pelo premiado Luciano Alabarse e criou arranjos e tocou ao vivo para a trilha de “Platão dois em um” do mesmo diretor.

SAMUEL COSTA (SAMUCA) - Vencedor do 23º Musicanto Sul-Americano de Nativismo 2009, é um dos acordeonistas mais requisitados do Rio Grande do Sul e um dos novos expoentes do Choro. Traz a influência da música regional gaúcha em sua formação, dando sotaque muito particular à sonoridade da sua cordeona. Gravou recentemente seu primeiro disco solo De tudo um pouco. Recentemente foi selecionado para o projeto Rumos do Itaú Cultural.

Mais em
www.youtube.com/rafaelferrar1
www.myspace.com/rafael.ferrari


DUO CANTILENA - Formado em 2009 pela soprano Cynthia Barcelos e o violonista Thiago Kreutz. Realizam repertório de diversos períodos da história da música, tanto originais para a formação quanto transcrições. Cynthia Barcelos cursa o 7º semestre de Música na UFRGS. Iniciou sua carreira como solista em 2006, com a obra “Serenate to Music” de Vaughan Williams, executada pela OSPA; e Thiago Kreutz concluiu o Bacharelado em Musica na UFRGS em 2010. No mesmo ano foi um dos vencedores do concurso Jovens Solistas Fundarte. No programa: canções de Benjamin Britten (1913 - 1976) escritas para canto e violão: Will give my love an apple, Sailor-boy, Master Kilby, The soldier and the sailor, Bonny at morn, The shooting of his dear.

Fotos: Igor Sperotto
   

09/07 | 18h
Paula Bujes e Brigitta Calloni em Recital para dois violinos
Abertura: Duo Amilcar/Caio

O show apresenta obras para dois violinos que refletem diferentes linguagens musicais do século XX. Em suas composições, Eugène Ysaÿe prestou tributo à tradição da escola franco-belga de violino e ao mesmo tempo buscou um caminho para expressar o estilo impressionista e as novas tendências harmônicas do seu tempo. O resultado é uma escrita inovadora e idiomática para o instrumento, presente na Sonata para dois violinos Op. Póstumo. O Prelúdio in memoriam Dmitri Shostakovich, de Alfred Schnittke, é um lamento sobre a morte do compositor que foi sua maior influência. A peça é baseada em dois grupos de quatro notas representando os nomes de Shostakovitch e Bach, combinando material melódico simples com dissonâncias extremas. Na Sonata para dois violinos, Sergei Prokofiev explora temas de caráter típico russo, cada um dos quatro movimentos mostrando uma faceta diferente. A obra é um exemplo do estilo neoclássico deste compositor.

No programa:
Eugene Ysaÿe (1858- 1931) – Sonata para dois violinos, Op. Posthume (1914)
I - Poco Lento - Maestoso
II - Allegretto poco lento
III - Allegro vivo e con fuoco

Alfred Schnittke (1934 – 1998) - Preludium in Memoriam D. Shostakovich, para dois violinos (1975)

Sergei Prokofiev (1891- 1953) - Sonata para dois violinos, Op.56 (1932)
I - Andante cantabile
II - Allegro
III - Comodo (quasi Allegretto)

BRIGITTA CALLONI - Iniciou seus estudos musicais aos cinco anos de idade. Em 2001 ingressou no curso de bacharelado em violino na UFRGS, estudando com os professores Marcello Guerchfeld e Fredi Gerling. Em 2005 foi admitida na Universidade Mozarteum, em Salzburg/Austria, na classe de Lavard Skou-Laren, concluindo o curso de bacharelado em 2008. É aluna de pós-graduação na Michigan State University, onde estuda com o professor Dmitri Berlinsky. Participou de masterclasses com violinistas como Shmuel Ashkenasi, Michael e Irina Tseitlin, Helmut Zehetmair, Stephan Picard e Natalia Alenitsyna, entre outros. De 2004 a 2009 apresentou-se regularmente com a orquestra Salzburg Chamber Soloists em turnês pela Europa, Estados Unidos e América Latina. Desde 2009 integra as orquestras sinfônicas de Flint, West Michigan e Lansing.

PAULA BUJES - Foi aluna do Projeto Prelúdio da UFRGS onde estudou violino com o professor Jorge Inda. Concluiu Bacharelado na UFRGS em 2005, onde estudou com a Professora Hella Frank e Eliane Tokeshi. Integrou a Orquestra de Câmara Theatro São Pedro e OSPA. Em 2009 concluiu Mestrado em Performance na University of Tennessee com o Professor Mark Zelmanovich. Paula reside em Baton Rouge, Louisiana (EUA), onde é aluna de doutorado na Louisiana State University, onde integrou a classe do Professor Lin He e, atualmente, estuda com o Professor Espen Lillenslatten. Participou de Festivais de Música em Curitiba, Vale Vêneto, Salzburg e Houston. Foi ministrante do Curso de Extensão em Música da UFRGS sob a orientação de Fredi Gerling. Em 2009 apresentou-se em diversas salas de concerto em Porto Alegre ao lado do violoncelista Pedro Huff, com quem mantém um duo desde 2004. Foi professora convidada da Oficina de Música da Semana de Belas Artes em Erechim em julho de 2010. Desde 2009 é integrante da Baton Rouge Symphony Orchestra.

DUO AMILCAR/CAIO - Duo de Flautas Transversais formado pelos músicos Amilcar Messias Acrizio e Caio César Sylos. Teve seu início no Instituto de Artes da UFRGS, na classe do Prof. Dr. Leonardo Winter. Buscam a prática de conjunto por meio de peças escritas especificamente para esta formação, bem como adaptações e arranjos de temas conhecidos do repertório erudito. Nesta apresentação os flautistas trazem:
1) Uma adaptação de “Trenzinho do Caipira” do compositor brasileiro Heitor Villa-Lobos (1887-1959).
2) O Duo “Nº1 – Opus 28” do flautista e compositor francês Benoit Tranquille Berbiguier (1782-1838).
3) Um pequeno excerto da Ópera “A Flauta Mágica” do compositor alemão Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791).

Fotos: Igor Sperotto
   


ESPECIAL
05/07 | terça-feira | 19h30min

Pedro Huff lança Música para violoncello

Álbum autoral, com peças escritas para violoncelo solo com a intenção de mostrar o lado mais despretensioso deste instrumento. As músicas mostram influências do samba (despretensioso, beliscado e valente), do baião e do roque (em sete), do tango (astoriana) e também da música gaúcha (milonga). O álbum foi gravado noEstúdio Soma em Porto Alegre em junho de 2011 e é oresultado de peças já tocadas em público, em apresentações anteriores, sendo assim sem cortes ou edições.


PEDRO HUFF - Formado em violoncelo pela Escola de Música de Belas Artes do Paraná (Embap). Atualmente reside nos Estados Unidos, mas sempre passa pelo menos uma boa parte do ano no Brasil. Tem mestrado em violoncelo pela Universidade do Tennessee (UT). Cursa o doutorado na Universidade de Louisiana (LSU). Pedro já participou de diversas orquestras no Brasil, entre elas a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (Ospa) e a Orquestra Sinfônica do Paraná (OSP); e nos Estados Unidos, na Orquestra Sinfônica de Baton Rouge (BRSO).


Fotos: Igor Sperotto
 
 
     


Dia 25/06 | 18h

Mauricio Marques e violão*
Abertura: Solo de João Batista Costa de Souza no violão (aluno da UFGRS)

Depois de dois premiados discos solo, o violonista Mauricio Marques passeia na história da Música Popular Brasileira, através das obras de compositores consagrados como Radamés Gnattalli, Baden Powell, Jacob do Bamdolim, Meira Dilermando Reis, Tom Jobim, Octavio Dutra, Ernesto Nazareth e Heitor Villa Lobos. Estes compositores considerados bambas da música popular, e muitos também das áreas erudita e popular, tais como Ernesto Nazareth, fizeram mudanças significativas no conceito de música popular no Brasil. Neste pocket show solo, Mauricio Marques com seu violão de oito cordas, mostra com muita classe e técnica apurada, as diferentes nuances desta música, com raiz no choro, com grande acolhimento nos quatros cantos do mundo.

MAURICIO MARQUES - formado em violão na Universidade Federal de Pelotas. Compositor, professor de Musica, arranjador e instrumentista, tem seu trabalho voltado à Música Folclórica Gaúcha e Brasileira. Vencedor de inúmeros festivais, já foi condecorado com o Troféu Milton de Lemos (1998), Troféu Vitória (1998), Prêmio Açorianos de Música (2004) pelo disco Cordas ao Sul, e escolhido para participar do 7º Prêmio Visa de Música Instrumental Brasileira, (2004), do Projeto Rumos Itaú Cultural (2005), e do Violões do Brasil (2005), ao lado de Paulo Belinatti, Duo Assad, entre outros. Integra o Quarteto Maogani e atua no cenário da Música Regional do Rio grande do Sul ao lado de, Renato Borghetti, Luiz Carlos Borges, Celau Moreyra entre outros. Em 2007 tem um livro com suas composições editado na França pela Editora Henry Lemoine (coleção Sergio Assad). Em 2009 lança seu disco Milongaço, com sucesso de público e critica, com turnê em Porto Alegre, Curitiba, Florianópolis, Rio de Janeiro e São Paulo, patrocinado pela Petrobras Cultural.
Em 2010, recebe o Troféu Teixeirinha, de melhor produtor, na Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul. Em 2011 é selecionado novamente para o Itaú Cultural Rumos, com gravação de DVD e entrevistas. Atualmente, trabalha na produção de composições para Violão de Oito Cordas.
Apresenta-se em formato solo e em grupo, com muita técnica, arranjos elaborados.

JOÃO BATISTA COSTA DE SOUZA - Natural de Porto Alegre, nascido em 1990. Está no 2º ano do Bacharelado em Violão Clássico na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, sob orientação do Prof. Dr. Daniel Wolff. Em 2009 foi um dos ganhadores da VI edição do Concurso Jovens Solistas realizado pela Orquestra de Câmara Fundarte, onde atuou como solista na série Sesi Catedrais com o Concerto para Violão e Orquestra de Câmara, do compositor Dimitri Cervo. Participou em 2010 do Encuentro de Guitarras em La Falda, Argentina, onde foi um dos alunos selecionados para realizar concertos em Buenos Aires ao longo do ano de 2010. No mesmo ano foi premiado no Concurso latino-americano Rosa Mística. Possui um Duo com o violonista uruguaio Gonzalo Victoria onde já realizaram diversos concertos na Argentina, Brasil e Uruguai e foram premiados recentemente na categoria “Música de Câmara” no Concurso Internacional de Guitarras Vivaldi em 2011, na Argentina.

*show selecionado pelo Edital 2011

Fotos: Igor Sperotto
   



Dia 11/06 - 18h
Priscila Meira & Rafael Ferrari*

O show apresenta canções inéditas da dupla, passando pelo choro, samba, bossa nova, samba-canção e vários outros gêneros musicais brasileiros. No repertório, Nova melodia, Que vontade de casar, Brasileira, Deixa o Tempo, Horizonte Canção, Luisa (Tom Jobim), Valsinha (Chico Buarque), A Rita (Chico Buarque), Carinhoso (Pixinguinha), Iracema (Adoniran Barbosa), entre outras.

PRISCILA MEIRA - Compositora, cantora e atriz. No final da década de 80, mudou-se para Milão. Foi dirigida por Roberto Fera (Teatro Vaudeville), Loredana Butti (Método Stanislavsky) e Mario Montagna, diretor fundador do Teatro I de Milão, com quem trabalhou por seis anos em montagens teatrais. Estudou canto com Patrizia Conte, renomada jazzista, e formou o sexteto Baraca Bossa & Jazz, com músicos jazzistas italianos, interpretando grandes mestres e compositores da Música Popular Brasileira. Com Giuseppe Fornaroli e Marcos Baboo, criou o Trio MPB, divulgando durante anos nossa cultura musical em festivais, casas de shows, clubes de jazz e locais noturnos por toda Itália. Gravou em 2007, em Milão, Priscila Popular Brasileira, o primeiro CD de sua autoria. Desde 2009 vive e se apresenta em Porto Alegre, sob direção musical do bandolinista e arranjador Rafael Ferrari.


RAFAEL FERRARI - músico multi-instrumentista, compositor, arranjador e professor. Vencedor do Prêmio Açorianos 2007, na categoria Música Instrumental, como Melhor Compositor. Fundador da Camerata Brasileira, um dos expoentes do movimento Pós-Choro ou Choro Novo, com a qual gravou dois discos: Deixa Assim (independente – 2004 – Porto Alegre/RS) e Noves Fora (independente – 2006 – Recife/PE). Já venceu o Musicanto Sul Americano de Nativismo 2009 na categoria instrumental; Festival da Tafona 2010, na linha campeira, e, recentemente, o 2º lugar na 29ª Gauderiada da Canção, onde recebeu também o Prêmio de Revelação do festival e de melhor conjunto instrumental. Participou da trilha sonora da adaptação de “Édipo” dirigida por Luciano Alabarse.
www.myspace.com/rafael.ferrari


*show selecionado pelo Edital 2011

Fotos: Igor Sperotto
   


Dia 28/05 - 18h
Gambona & Ale Ravanello em Bourbon Blues

Show instrumental que apresenta o CD Bourbon Blues, recentemente lançado, com músicas próprias e algumas releituras de clássicos do blues e rock, muito elogiado pelos apreciadores do gênero. Passa pelo blues, jazz e folk, mas com uma identidade bem própria. No repertório, The Road (Gambona), Living With The Blues (Sonny Terry & Brownie McGhee), Tudo Aquilo (Gambona – Felipe Soares), Dias de Blues (Gambona-Egisto Dal Santo), Nobody Knows When You’re Down & Out (Jimmy Cox), Drive My Car (Lennon-McCartney), Little Martha (Duane Allman), O Meu Lugar (Gambona-Ângelo Vigo), Cantar Um Blues (Gambona-Paulo Ricardo Botafogo), Bourbon Blues (Gambona-Luis Mauro Vianna).

GAMBONA – guitarrista, violonista, cantor e compositor natural de Rio Grande, radicado em Porto Alegre. Participou da cena musical de Rio Grande nos anos 80 e 90. No final dos 90, se apresentou nos EUA, Espanha e Portugal. Participou de festivais internacionais de blues como Natu Blues Festival e Mercoblues, edição Chile e Uruguai. Teve cinco indicações para o Prêmio Açorianos de Música 2010, gênero Blues, com seu segundo CD Vida Blues; três de melhor compositor, melhor intérprete e melhor CD.
www.myspace.com/gambona
www.youtube.com/gambona
www.twitter.com/gambona

ALE RAVANELLO – gaitista e cantor, natural de Porto Alegre, participou de diversas bandas de blues da capital e acompanhou diversos artistas nacionais e internacionais de blues. Também é um dos gaitistas de blues mais requisitados para shows e gravações. Participou do festival Mercoblues, edições Uruguai e Argentina, e das três edições do Moinhos Blues Festival, em Caxias do Sul. Lançou em 2009, o CD Ale Ravanello Blues Combo. Foi indicado para o Prêmio Açorianos de 2009, na categoria melhor intérprete Blues/Jazz.
www.aleravanello.com
www.myspace.com/aleravanello
www.twitter.com/aleravanello

Fotos: Igor Sperotto


Dia 14/05 - 18h
Killy Freitas em D’Alma*

Acompanhado pelo tecladista, violoncelista e acordeonista Jairo Padilha.

Nesse espetáculo Killy apresenta sua estreia na carreira solo. D´Alma é o título do seu primeiro CD, com lançamento previsto para breve. No repertório, Neblina, Labirintos, O som da estrada, Milonga D’Alma, Trenzinho Caipira (Heitor Villa Lobos) com arranjo de Killy Freitas e Jairo Padilha, Telejornal, Milongamento, Fim de Inverno. São canções que remetem ao sotaque sulista, com composições que valorizam a melodia e a harmonia.

KILLY FREITAS – Guitarrista, violonista e compositor, é professor de música, guitarra e violão há 20 anos. Integra as Bandas Íris e Viúva Negra. Participou de vários CDs, como Dança do Tempo, do músico Renato Sperb (MPB/Rock); e Olhos na Pista, da banda Íris Ativa (Pop/Rock); e no musical Enquanto os Anjos tomam Coca-cola, dirigido pelos premiados artistas Camilo de Lélis e Lígia Riggo. Foi integrante da Orquestra Profana de Porto Alegre, que interpretava partituras originais de música erudita usando exclusivamente guitarras elétricas e sintetizadores. Participação no espetáculo Viagem a Lorca, apresentado em duas temporadas, com grande sucesso em Santa Cruz do Sul. Com direção de Simone Bencke, da Cia de Teatro Camarim. Lança neste ano seu primeiro CD solo, que se chama D’Alma, com composições instrumentais de sua autoria, com a participação de diversos talentos da música instrumental do Rio Grande do Sul. Dentre eles, o acordeonista Renato Muller, o violonista Vinícius Corrêa, do “Batuque de Cordas”, e o violonista e guitarrista Veco Marques, da banda Nenhum de Nós.
www.myspace.com/killyfreitas

*Selecionado no Edital 2011





Fotos: Igor Sperotto

Dia 30/04 - 18h
Alejandro Massiotti em Doble Chapa

Apresenta ressonâncias rio-platenses, principalmente o candombé e um pouco de murga. Manifestações musicais essencialmente montevideanas, esses gêneros marcam profundamente a cultura uruguaia. Doble Chapa é o título do CD e o show, com canções em Português, Espanhol, nos dois idiomas numa mesma música e uma canção em DPU (Dialetos do Português no Uruguai), uma linguagem de grande riqueza e sonoridade.

No repertório, Mariposa technicolor (Fito Paez), Segredo, Entre o bronze e o marfim (Alejandro Massiotti/Hércules Grecco), Milonga de pelo largo (Gastón Ciarlo “Dino”), Picadeiro da Praça XV, É noite na América, Llegó Daniela (Alejandro Massiotti), Maniserito (Alejandro Massiotti / Carlos Massiotti), Corsário (João Bosco/Aldir Blanc), Aquello (Jaime Roos).


ALEJANDRO MASSIOTTI


Natural de Rivera, Uruguai. Reside no Rio Grande do Sul desde 1990. É licenciado em Música pela Ufrgs. Tem participado dos mais importantes festivais no estado, com premiações como melhor arranjador (Moenda da Canção, de Santo Antônio da Patrulha e Canto da Lagoa, de Encantado). Em 1997 gravou o CD Ao Sul em parceria com a pianista gaúcha Dunia Elias. Em 2001 atuou junto à Orquestra de Câmara Theatro São Pedro, com a regência do maestro Antônio Carlos Borges Cunha, como solista e arranjador. Além de seu trabalho como músico, dedica-se à docência, tendo trabalhado como professor de música e regente coral com crianças e adolescentes em importantes escolas de Porto Alegre. Em 2010 lançou o seu CD Doble Chapa.

Fotos: Igor Sperotto





Dia 09/04 - 18h
Henrique Fontoura apresenta músicas do novo CD


Seu trabalho já vem sendo divulgado em vários eventos pelo Brasil e tem o diferencial de apresentar o contrabaixo na linha de frente, mostrando várias técnicas alternativas, no estilo fusion.

Músico contrabaixista, vocalista, arranjador e produtor musical há 21 anos é um entusiasta na cena musical gaúcha.

Destaca-se no cenário musical como contrabaixista solo e sideman. Também faz parte da equipe do IB&T Bass Festival.

Já dividiu palco com os músicos: Adriano Giffoni, Adriano Campagnani, Celso Pixinga, Ronaldo Lobo, Vagner Faria, Ney Neto, Sérgio Groove, Dudu Nobre, entre outros.

Em 2011, prepara lançamento do seu primeiro trabalho solo intitulado Free Hands.



Fotos: Igor Sperotto


Dia 26/03 - 18h
Jorge Foques apresenta o CD Ayó


"Ayó" significa alegria ou felicidade - em iorubá. É o resultado de 20 anos de pesquisas de Jorge Foques sobre as línguas africanas. A música de trabalho é "Ariya" (festa), um afrobeat, a partir de texto de Tony "King" Brown. A canção resume o espírito da África: alegria e festa sem hora para acabar. A sonoridade de "Ayó" é afrobeat. Traz a fusão dos eletrônicos com a melodia expressiva das palavras africanas. Pop, Reggae, Ragga, Blues e Ijexá estão no repertório. O disco foi produzido em quatro meses e gravado em Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro. Foques compôs todas as canções e assinou parceria na mixagem do trabalho. Recebeu convidados como o guitarrista Duca Leindecker (Cidadão Quem), Tony "King" Brown (Grupo Cem Modos), o nigeriano Lumi Dee, Paulo Dionísio (Produto Nacional) e Henrique Branca (Papas da Língua).


REPERTÓRIO - Black Power Amarelo, Tambor, Osupa, Deixa eu chegar, Africanamente, Ire, O homem na lua, Mungu, Brasil, A coisa certa, Te pensar, Ariya.


JORGE FOQUES - Toca violino, acordeon, teclado e guitarra. Tem 25 anos de carreira. É produtor musical. Compôs uma das canções da nova versão do Sítio do Pica-pau Amarelo, da Rede Globo (2001). Três discos gravados (Cultura Rag), Divisor das Águas e, agora, Ayó. Tem 210 composições registradas. Uma delas gravada pela cantora Leci Brandão (Mãe África). Acompanhou a Banda Ultramen, SoulBrasil, o cantor Luiz Wagner, Produto Nacional e Jr. Marvin (Waillers).

Fotos: Igor Sperotto



Dia 12/03 - 18h

Alexandre Starosta e Davi Moreira


O duo Starosta (violino) e Davi Moreira (violão) lembra a passagem de Paul McCartney pelo Brasil e apresenta alguns arranjos próprios para músicas famosas dos Beatles. O repertório traz um arranjo da Ária de J. S. Bach, que demonstra o contraponto e polifonia do período barroco. Estão presentes também arranjos de músicas do maestro e compositor Tom Jobim, e seus parceiros. O show encerra com o chorinho Brasileirinho, de Waldir Azevedo.

REPERTÓRIO - Ária (J. S. Bach); Wave, Só tinha de ser com você, Chega de Saudades, Garota de Ipanema (Tom Jobim), O barquinho (R. Menescal e R. Boscoli); Yesterday, Let it be, With a Little help from my friends (J. Lennon e P. MacCartney); While my guitar gently weeps (G. Harrison); Long and Winding Road (P. MacCartney); Brasileirinho (W. Azevedo).

ALEXANDRE STAROSTA Bacharel em violino, pela UFRGS, em 2001. Atua profissionalmente nos primeiros violinos da Orquestra de Câmara Theatro São Pedro, em Porto Alegre. É violinista efetivo também da Orquestra Filarmônica da PUC, em Porto Alegre. Participou em gravações com a Orquestra de Câmara Theatro São Pedro - CD “Construção”, na Alemanha, 1995; CD “Interiores”, com o quarteto de Geraldo Flach, 1995; CD “Totonho Villeroy e Orquestra de Câmara Theatro São Pedro, 2004, e DVD “Totonho Villeroy e Ana Carolina e Orquestra de Câmara Theatro São Pedro”, 2005. É professor de violino no Projeto “TIM Música nas Escolas” e na escola Piá-Piano, em Porto Alegre.

DAVI MOREIRA Bacharel em Violão pela UFRGS. Como solista se apresentou no Museu Joaquim José Felizardo, em Porto Alegre. Tem participado de festivais em várias cidades do Rio Grande do Sul e de gravações com vários músicos e grupos, como acompanhador, arranjador e compositor. É professor de violão (erudito e popular) e guitarra elétrica na Escola Tio Zequinha e em aulas particulares.

Fotos: Igor Sperotto



Dia 22/01 - 18h

Glória Iriart canta os grandes temas do cinema
Abertura: Felipe Vargas Magdaleno (violão)


Acompanhada pelo pianista New, Glória interpretará canções que fizeram sucesso no mundo inteiro. O repertório é composto por 13 temas que fizeram a história do cinema nacional e internacional como: Joana Francesa filme que leva o mesmo nome de Cacá Diegues, As time Goes By (Casablanca), Smile (de Charles Chaplin), Alfie (Burt Bacharach), entre outras.


GLÓRIA BERNADETE IRIART – Em 1959, no famoso “Clube do Guri”, Glória Iriart alcançava o segundo lugar de melhor cantora. Em 1960, foi convidada por Adroaldo Guerra (carinhosamente alcunhado de Vovô Guerra) para cantar na Rádio Gaúcha. Assim deixava a Rádio Farroupilha, para fazer parte do elenco da Rádio Gaúcha, sendo que o próprio Maurício Sirotsky Sobrinho pediu autorização para o pai de Glória.

Neste mesmo ano, por Maurício, é criado um quadro infantil em seu programa na Rádio Gaúcha, transmitido ao vivo do Cinema Castelo, que ficou ao comando de Glória Iriart, com apenas onze anos de idade.

Na década de 60, Glória participa e vence diversos concursos musicais de Porto Alegre, culminando na etapa regional do concurso “A grande chance”, programa nacional, idealizado e comandado por Flávio Cavalcanti. Em 1967, muda-se para o Rio de Janeiro, iniciando sua carreira profissional.

Cantou no Canecão, em temporada de 45 dias, sendo sucedida por Maysa. Glória dividiu shows com Ciro Monteiro, Maysa, Maria Creuza, Gonzaguinha e Taiguara. Participou de vários festivais. Seu trabalho musical ininterrupto de 1959 a 1978 rendeu um compacto duplo. No início dos anos 80 Glória retorna a Porto Alegre e continua apresentando-se em Projetos como os da Casa de Cultura Mário Quintana e SESC.


FELIPE MAGDALENO (violão) - Natural de Porto Alegre, iniciou seus estudos musicais aos 15 anos. Participou ativamente de diversas master-classes com músicos de renome, tais como Leo Brouwer, Fábio Zanon, Eduardo Isaac, Paul Galbraith e Frank Bungarten. Desde 2007 é aluno de música na UFRGS, sob a orientação de Paulo Inda.

Atualmente é professor no curso de Extensão em Música da UFRGS.



Fotos: Igor Sperotto



Dia 08/01 - 18h
Bianca Obino Violão e Voz
Abertura: Christian Menegaz e Fernando Ávila (acordeon), alunos do curso básico de Música da Fundarte


Bianca Obino apresenta neste show solo, com direção artística e musical de Felipe Azevedo, um repertório de canções autorais (artesão, Mar à benta, Vera Maria e Aterro) e arranjos próprios, todos focados no que ela denomina de artesanias do som: suas experiências de arranjos no uso combinado do violão e a voz sobre suas canções e de outros reconhecidos autores do cancioneiro popular brasileiro.

Dentre eles, Lenine (Martelo Bigorna), Chico Buarque e Vinicius de Moraes (Valsinha), Arnaldo Antunes (Volte para o seu lar), Badi Assad (Você não entendeu nada), incluindo a interpretação de canções de Felipe Azevedo elaboradas originalmente pelo compositor no formato violão e voz como Percussìvé, Tema para Assovio, Diamante (Felipe Azevedo / Antonio Cícero) e Chorandinho. BIANCA OBINO - Natural de Porto Alegre.

Cantora, violonista, compositora e orientadora vocal. Cursou bacharelado em Canto da Universidade Federal do RS (UFRGS), fez cursos e oficinas de especialização em Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, e recentemente, em Florença, sob orientação da soprano italiana Patrizia Morandini.

Desde 2008 vem aprofundando com o compositor, violonista, cantor e educador musical Felipe Azevedo seu estudo prévio de violão, abordando neste novo aprendizado aspectos históricos e estilísticos da música popular brasileira, técnica violonística aplicada ao seu trabalho autoral e de intérprete, além de arranjo e composição de canções.








Fotos: Igor Sperotto





Confira como foram as programações anteriores:

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