Confira
os shows realizados
em 2008:
Dia
09/08 -
Marcus
Bonilla e Pedro Huff no show Caminhante
do Céu Vermelho
Eixo-temático
IN-PARES
Primeira apresentação pública do novo álbum virtual
de Marcus Bonilla e da primeira apresentação conjunta dos músicos
(Huff tem participação no álbum).
Caminhante do Céu Vermelho -
O CD traz 12 temas instrumentais de autoria de
Marcus Bonilla. As obras traduzem a trajetória
pessoal do músico. Segundo ele, é um
trabalho místico, num estilo próprio,
mesclando influências da música
clássica, new age, popular e do repertório
violonístico. O que difere aqui, em relação
ao seu primeiro trabalho, o CD “Dedilhando
o Brasil”, é o uso de arranjos para
violão com outros instrumentos, como a
viola caipira, violoncelo, flauta, contrabaixo,
vocais, samplers e percussões. Participam
deste trabalho Pedro Huff, no violoncelo; Vinícius
Prates, na flauta transversa; Alexandre Vieira,
no contrabaixo e guitarra; e Karine Cunha, no
vocal. Nesse trabalho Bonilla investiu na manipulação
e arranjo de breves fragmentos instrumentais.
O CD será lançado em agosto na
internet e pode ser ouvido no site
www.marcusbonilla.com.br.
MARCUS BONILLA - Violonista,
arranjador e compositor. Bacharel em Violão
pela UFRGS, pós-graduado em Educação
Musical pela UDESC/SC, Bonilla é natural
de Porto Alegre. Participou de grupos importantes
do estado como a “Camerta Consort de Violões” e
a Orquestra de Mantra “Rudráksha”.
Foi professor Universitário por mais de
10 anos e regeu grupos como a “Orquestra
de violões da Udesc. Em 1998 divulgou
seu trabalho pela Europa na condição
de ‘músico ambulante’, realizando
apresentações de violão
instrumental em países como Holanda, Bélgica,
Inglaterra, Alemanha e Suíça. Em
junho de 2000 lançou pelo Fumproarte seu
primeiro CD “Dedilhando o Brasil” no
qual interpreta, ao violão, compositores
brasileiros e composições próprias.
Com duas indicações ao Prêmio
Açoriano de música 2000, foi o
vencedor do prêmio de melhor Disco Instrumental.
Em agosto deste ano, Marcus está lançando
na Internet seu segundo CD “Caminhante
do Céu Vermelho”.
PEDRO HUFF - Violoncelista e compositor.
Tem um trabalho sólido na música erudita,
mas também atua na composição
como pode ser conferido em seu CD “Sete peças
para violoncelo”, lançado em 2007. Natural
de Porto Alegre é formado em violoncelo na
escola de música e Belas Artes do Paraná.
Foi membro da Orquestra Sinfônica de Porto
Alegre, Orquestra de Câmara Theatro São
Pedro, Orquestra de Câmara Sesi-Fundarte. Foi
finalista da competição do encontro
de violoncelos da Universidade do Tennessee/Knoxville
e ganhou o concurso para receber bolsa de estudos
da Fundação Vitae por dois anos. Atualmente
cursa o mestrado sob a orientação do
professor Wesley Baldwin na Universidade do Tennessee
em Knoxville nos Estados Unidos.
Dia
26/07 -
Rosa
Franco canta Clara Nunes
Eixo-temático
Claridade
Rosa Franco, cantor e compositor com mais
de 10 anos de estrada, apresentou o show “
Sob os Lampejos de
Clara”. O show marcou o encerramento do eixo temático
CLARIDADE,
que celebra com música e histórias a vida e obra de Clara Nunes,
uma das maiores intérpretes do país, morta há 25 anos.
Sobre o Show - No repertório,
músicas que foram consagradas por Clara Nunes
e também seus autores como Martinho da Vila,
João Nogueira e Paulinho da Viola. Tocam com
Rosa Franco, na bateria, César Audi e nos violões,
Tom Martins. O intérprete canta clássicos
como:
Iansã Cadê Ogum?;
A
Deusa dos Orixás;
Disritmia;
Aquarela
Brasileira;
Súplica;
Guerreira;
Pecado
Capital, entre outras.
Sobre Rosa Franco - Filho de uma
família de músicos, o pai, Paraguassú,
tocava com Lupicínio Rodrigues e a mãe,
Eulina, fazia shows interpretando músicas
de Ângela Maria. Criado com essas referências,
não poderia ter seguido outro caminho. A música
brasileira está no sangue e na criação
da sua obra. O músico é autor de
jingles e
também é conhecido pelo seu trabalho
em comerciais de TV e no cinema – atuou em "
O
Pulso" de Zé Pedro Goulart.
(www.rosafranco.com.br)
Dia
12/07 - Clara
Luz - show do grupo Dois por Quatro
Eixo-temático
Claridade
No repertório, sambas como ”Mineira”, “Flor
e Espinho”, “Pressentimento”, “Gostoso
Veneno”, “Incompatibilidade de Gênios” e “Cabide”,
entre outros.
DOIS
POR QUATRO - Grupo de Samba e Choro formado
por Fábio Mazo (violão de 7 cordas),
Jorge Vieira (percussão e voz), Michael Sampaio
(percussão e voz) e Rogério Oliveira
(cavaquinho e bandolim), caracterizado por executar
de forma ímpar sambas e chorinhos clássicos
de Waldir Azevedo, Cartola, Candeia, Jacó do
Bandolim, João Nogueira, Paulinho da Viola,
Chico Buarque e João Bosco, entre outros.
Afilhado do Regional Laranjal, grupo de sambistas
que se encontram periodicamente na cena cultural
de Porto Alegre, o Dois Por Quatro tem se firmado
como um excelente grupo no que se refere à execução
das melhores execuções de chorinhos
já gravadas.
Dia
28/06 -
Karine Cunha canta Clara Dor
Eixo-temático
Claridade
O show, especialmente criado para o eixo-temático
Claridade – que faz uma homenagem a Clara Nunes, conta
no repertório com clássicos de compositores
como Monarco, Cartola, Nelson Cavaquinho, Paulo César
Pinheiro, Chico Buarque, Marçal, Baden Powell e Vinícius,
Dolores Duran, Assis Valente, Sérgio Napp, entre outros,
gravados por Clara Nunes.
Clara Dor reverencia uma Clara pouco conhecida das novas gerações,
pois apresenta canções gravadas por ela em seus primeiros LPs. “Sua
voz se prestava muito bem à dramaticidade das letras, em sua maioria voltadas
para o “desamor”, canções de dor e o “sofrimento
de quem ama”, como diz uma canção de Alberto Lonato com esse
título”, expõe Karine.
Karine Cunha (voz, violão
e cavaquinho) estará acompanhada dos músicos
Rafael Ferrari (bandolim) e Edgar Araújo (percussão).
No repertório também estarão
canções de dor da autoria de Karine
Cunha em parceria com Sérgio Napp e Mario
Quintana.
Dia
14/06 - Show de Nanci
Araújo e Marcos Farias
Eixo-temático
Claridade
No
repertório, composições como “Quando eu vim de Minas”, “Tristeza
pé no chão”, “Coração leviano”, “Você passa
eu acho graça”, “Coisa da antiga”, “Alvorada lá no
morro”, “O mar serenou”, “Canto das três raças”, “Conto
de areia”, entre outros sucessos. Nanci Araújo (voz) estará acompanhada
do músico Marcos Farias (teclados, violão e percussão).
NANCI ARAÚJO – Artista
em atividade por quase duas décadas, faz de
sua carreira um auto de fé e profissionalismo.
Para ela, não há como separar arte, engajamento
político e social e felicidade individual e
coletiva. Cantora de voz forte, mas que sabe cantar
as sutilezas que os sambas que a tornaram conhecida
necessitam. Em seu mais recente espetáculo,
Nanci dos Orixás, tem como tema o sincretismo
das religiões no Brasil.
MARCOS FARIAS – Com mais de
20 anos de carreira, Marcos faz parte da história
da música no RS. Já gravou, arranjou
e fez shows com os grandes nomes do samba nacional.
Integrou o Grupo Pau Brasil, que influenciou o samba
rock (sambalanço) nacional, segundo a revista
Bizz. Com Nanci Araújo, gravou o CD Nanci Araújo
Canta Samba em Porto Alegre, em 1998. Recentemente
esteve em temporada na Europa.
Dia
31/05 -
Show
com Marília Benites acompanhada
do grupo Acordes & Cordas
Eixo-temático
Claridade
Marília Benites acompanhada
do grupo
Acordes & Cordas,
formado pelos músicos Guaraci Gomes (bandolim),
Chico Pedroso (cavaquinho), Luiz Palmeira (violão
7 cordas), Valter Oliveira (pandeiro) e Paulo Boca (percussão).
O Eixo-temático
Claridade celebra
com música e
histórias a vida e obra de Clara Nunes, uma das maiores intérpretes
do país, morta há 25 anos.
REPERTÓRIO - Músicas
que fizeram grande sucesso na voz de Clara Nunes, como
Morena de Angola (Chico Buarque); As
forças da natureza (João Nogueira/Paulo
César Pinheiro); Eh Baiana (Fabricio
da Silva); Você passa eu
acho graça (Carlos Imperial/Ataulfo Alves);
Canto das 3 raças (Paulo Cesar Pinheiro/Mauro
Duarte); Alvorada no morro (Carlos
Cachaça/Hermínio B. Carvalho); À flor
da pele (Maurício Tapajós/Clara
Nunes/P.C.Pinheiro); Tristeza
pé no chão (Armando Fernandes); O
mar serenou (Candeia); Portela
na avenida (Mauro Duarte/P.C.Pinheiro); Vontade
de chorar (Ivor Lancelotti/P.C.Pinheiro); Conto
de Areia (Romildo/Toninho); Última
morada (Natal/Noca da Portela); e Um
ser de luz (J. Nogueira/Mauro Duarte/P.C.Pinheiro).
CLARA NUNES - Nascida em 1943, em
Minas Gerais, Clara Nunes ganhou o terceiro lugar da
etapa mineira do concurso “A voz de ouro do ABC”,
em 1959, aos 16 anos. A partir daí foi contratada
numa rádio de Belo Horizonte e se apresentou
em casas noturnas na cidade, iniciando então
sua carreira meteórica. Em 1974 vendeu 300 mil
cópias de seu LP, (recorde para a época),
rompendo com o tabu de que cantora não vendia
discos, estimulando outras gravadoras a investirem
em sambistas mulheres.
MARÍLIA BENITES – Iniciou
sua carreira interpretando Elis Regina. Passeou por
diversos gêneros e compositores até definir-se
pelo samba de raiz, o samba canção, a
seresta e o chorinho. Interpreta canções
de Marisa Monte, Lupicínio Rodrigues, Nilson
Ney, Jorge Aragão, João Nogueira, Paulo
César Pinheiro, João Bosco, Paulinho
da Viola, entre outros. Participou de vários
projetos, como “Seresta na casa”, da Casa
de Cultura Mário Quintana, e “Chorinho
na Godoy”, da Secretaria Municipal da Cultura
de Porto Alegre; além de festivais de música.
Tem participação em quatro CD’s:
Por amor a música (1999), Clube do Choro (2000),
Nós da Noite (2007) e Música na Casa – CCMQ
(2004).
Dia
17/05 -
Show
de Jean Melgar
Por Elis e outros "Quês"
Show
Por Elis e outros "Quês" de
Jean
Melgar, com participação especial de Jefferson
Marx e Ilse Lampertum. Jean é um jovem
artista de 28 anos, que aos poucos, vem trilhando seu caminho. Com repertório
eclético, o artista inclui Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bethânia,
Chico Buarque, Cartola, Vitor Ramil, Tom Jobim, alguns nomes da cena pop, entre
outros. Nos shows ele também inclui músicas internacionais, composições
próprias e outras parcerias musicais.
Jean Melgar – Fez seu primeiro show
solo em 2003, e em 2005 iniciou um novo projeto com a banda
Pop Popular, com um repertório composto por músicas
próprias, releituras da MPB e músicas em espanhol.
Para o segundo semestre de 2008, Jean dedica-se ao seu primeiro
Cd, que vai contar a produção do guitarrista
Jefferson Marx, indicado ao prêmio açorianos
pela produção do Cd Marcio Celi canta Adriana
Calcanhoto.
Dia
26/04 - Eixo-temático
Elis Regina
Mônica Mendes - MPB e POP
Estação
do sonho e Elis Canta Minas
Participação de Luiz Mauro Filho, no teclado
e Nicola Spolidoro,
na guitarra
Em 2005, a cantora gaúcha Mônica Mendes lançou
o CD Estação do Sonho, com um repertório
de sambas e MPB. Esse trabalho, que ganhou quatro indicações
ao Prêmio Açorianos, revelou o seu lado intérprete.
A obra mostra composições dos mineiros Kim
Ribeiro, Paulo Glanzmann, Rogério de Freitas e Carlos
Carreira; do gaúcho Rogério Armando; e de Eduardo
Rangel, brasiliense que tem músicas gravadas por cantores
como Edson Cordeiro, Renata Arruda, Célia Porto e
Suzana Maris.
No Ecarta Muscial, a cantora fará uma homenagem à carreira de Elis,
em especial no que toca a suas parcerias com os compositores mineiros – seu “namoro” com
o Clube da Esquina, especialmente com Milton Nascimento, marco na música
brasileira. A admiração de Mônica Mendes pelos mineiros está refletida
neste show e no repertório do seu disco.
REPERTÓRIO ELIS REGINA
Caxangá - Milton Nascimento / Fernando Brant
O Medo de Amar é o Medo de Ser Livre – Beto
Guedes / Fernando Brant
O Trem Azul – Lô Borges / Ronaldo Bastos
Para Lennon e Mccartney – Milton Nascimento
Ponta de Areia - Milton Nascimento / Fernando Brant
Um Girassol da Cor do seu Cabelo - Lô Borges
/ Márcio Borges
Vento de Maio - Telo e Márcio Borges
Maria, Maria – Milton Nascimento
REPERTÓRIO MÔNICA MENDES - CD ESTAÇÃO
DO SONHO
Um Adeus – Kim Ribeiro
Pelo Amor de Deus - Paulo Glanzmann
Copacabana Blues - Eduardo Rangel
Vento Forte - Paulo Glanzmann
A Força do Vento - Rogério de Freitas
Não Se Vá Daqui - Rogério Armando
De Manhã - Kim Ribeiro
Dia
12/04 - Eixo-temático
Elis Regina
Norminha Duval - MPB e instrumental
Ainda
criança apresentava-se no Programa Clube do Guri,
de Ary Rego, na Rádio Farroupilha, com a Orquestra
do Maestro Campanella, e em bailes no Clube do Comércio,
com o maestro Kheer. Ao completar 15 anos foi premiada com
uma bolsa de estudos de violão clássico na
Academia de Barcelona, na Espanha. Em Porto Alegre, formou
o Trio Minuano, trabalhou na Rádio Gaúcha e
fez também diversas apresentações na
Rádio Farroupilha. Foi recomendada pelo amigo Antônio
Gabriel para São Paulo, onde se apresentou à gravadora
Continental. Trabalhou na TV Excelsior e na TV Tupi. Acompanhou
várias artistas, entre os quais Maysa, Doris Monteiro,
Bibi Ferreira e Carmélia Alves. Trabalhou em várias
casas, como o Hotel Guarujá e um restaurante de propriedade
de Altemar Dutra, onde acompanhou Cauby Peixoto, Linda Batista,
entre outros. Participou também do Programa “Um
Instante Maestro”, de Flávio Cavalcanti.
De volta a Porto Alegre, trabalhou durante 25 anos no Restaurante Cantina Itália,
acompanhando ao violão vários artistas como Jô Soares, Chico
Anysio, Glória Menezes, Maria do Carmo, Lourdes Rodrigues, Rubens Santos
e Alcides Gonçalves, entre outros. Foi na Cantina Itália que conheceu
Hique Gomez. A partir de 2004, apresentou-se em diversos eventos e casas noturnas
em Porto Alegre e no interior do estado. Em 2006, convidada por Hique Gomez,
fez a abertura da temporada do tradicional espetáculo Tangos e Tragédias,
no Theatro São Pedro, sendo aplaudida de pé. Em 2007, aos 73 anos
de idade, lançou seu primeiro CD solo, “O Violão Brasileiro
de Norminha Duval”, com direção artística e musical
de Hique Gómez, onde interpreta clássicos da música popular
brasileira, ao lado de composições de autores estrangeiros. O CD
também rendeu à Norminha a Indicação ao Troféu
Açorianos 2007 como Melhor Intérprete de Música Instrumental.
REPERTÓRIO -
Canção
para Elis e Fala, de Gecy Falcão;
Arrastão,
de Edu Lobo;
Fascinação, de Marchetti;
Atrás
da porta e Trocando em miúdos, de Francis Hime
e Chico Buarque;
Da Cor do Pecado, de Bororó;
Gente
Humilde, de Chico Buarque;
Cafetin de Buenos Aires,
de Mariano Mores e Enrique Discepolo;
As Rosas não
Falam, de Cartola;
La Puñalada, de Celedônio
Flores e Pintin Castellanos;
Malagueña, de
Ernesto Lecuona;
Manhã de Carnaval, de Luis
Bonfá e Antônio Maria;
Balada para um Loco,
de Astor Piazzolla;
Joana Francesa, de Chico Buarque;
e
Tea for Two, de I.Kaiser e Vicente Younnais.
Dia
29/03 - SIL
no show À Revelis
Piano e voz
SIL Hendges começou a cantar profissionalmente em 1996
numa banda de baile. Versátil, transita por vários ritmos e estilos.
O tango e o rock, o samba e a balada, o clássico e o pop. Em 2000, montou
sua banda e começa a tocar nos bares de Porto Alegre e no interior do
estado: Mutantes, Elis Regina, Caetano, Beatles, Chico, Gil, Marisa, Rita, Janis,
Tom. Em 2002, faz, junto com Loma e Lucia Helena, o espetáculo “Vinte
Anos Sem Elis”. Sucesso de público e de crítica, se torna
um projeto paralelo na carreira de três cantoras com estilos e trajetórias
distintas. Nesse mesmo ano,
SIL estréia na Sala Àlvaro
Moreyra o show Mistério do Planeta com músicas de compositores
gaúchos e direção artística do cantor e compositor
Gelson Oliveira. Com um estilo despojado e interpretação marcante,
SIL vem
ganhando admiradores, que acompanham o desenvolvimento do seu trabalho a cada
apresentação que ela faz.
No repertório do show,
Conversando no Bar (Milton
Nascimento e Fernando Brant),
Redescobrir (Gonzaguinha),
O
que foi feito deverá (Milton Nascimento e Fernando Brant),
Reza (Edu
Lobo e Rui Guerra),
Agnus Sei (João
Bosco
e Aldir Blanc),
These are the songs (Tim
Maia),
O
Compositor me disse (Gilberto Gil),
Um por todos (João
Bosco e Aldir Blanc),
Cais (Milton Nascimento e
Ronaldo Bastos) e
Como nossos pais (Belchior).
Dia
08/03 -
Lúcia
Helena abre temporada do Ecarta Musical 2008
Show
faz homenagem à Mulher
A
Fundação Ecarta abriu
a temporada do projeto Ecarta Musical 2008, com a apresentação
de
Lúcia
Helena, numa versão acústica (voz e violão) de
seu show
Elis Tanta Luz - um tributo à cantora brasileira apresentado
no Theatro São Pedro, no ano passado, ao lado do pianista Geraldo Flach.
O show, homenagem à Elis Regina, também foi uma homenagem
a todas as mulheres, pela passagem do Dia Internacional da Mulher.
Lúcia Helena compartilhou o palco
com
Jorginho Domingues, violonista e compositor.
No repertório, canções como “
Folhas
secas”, “
Aprendendo a jogar”, “
Amélia” e “
Saudosa
maloca”.
LÚCIA HELENA – Recebeu dois
Prêmios Açorianos, em 1999 e 2001, além
de premiações como melhor intérprete
em dezenas de festivais regionais, dentre eles, Califórnia
da Canção e Musicanto. Assina como compositora,
juntamente com Bororó e Aldir Blanc, o samba "
Na
orelha do pandeiro".
Dia
19/01 - Uma
banda chamada: Os The Darma Lóvers
Uma
dupla de praticantes do budismo tibetano, morando na subida
da Serra Gaúcha ao lado de um Templo Budista tradicional
decidem fazer música a partir de suas experiências
meditativas, mixando blues, MPB, psicodelia, rock´n´roll.
Surgem daí
Os The Darma Lóvers criando
o assim
chamado Zen rock, uma versão musical pop/universal para inspirar relaxamento
e reflexão com humor, estilo e poesia.
Parceiros de vida,
Yang Zam (Voz e guitarra & incensos) &
Nenung (Voz,
harmônica e violão) descobriram que suas vozes eram tão afinadas
quanto suas intenções em 1999 e levaram adiante seu projeto musical-meditativo
no ano 2000, lançando seu 1º Cd ”
Os The
Darma Lóvers”, que se tornou um clássico com sua sonoridade
simples e radicalmente harmônica antecipando naturalmente a febre “
Acústica” que
viria logo em seguida .
Em 2002 com a estrada já aberta, a banda lança
seu 2º Cd “Básico” que
explora sua sonoridade suave, mixada com brincadeiras eletrônicas, e vem
o convite de seu professor, o Lama tibetano Chagdud Rinpoche para Nenung entrar
em um retiro formal de meditação durante quase dois anos. A banda
faz uma “breve“ saída de cena mas volta à estrada já como
quinteto em 2005, com a entrada de 4Nazzo (ex-De Falla) na guitarra, Thiago Heinrich
- baixo e piano - e Sassá na percurssão.
Agora, em 2007 lançaram o CD “
Lóver
Hits + ao Vivo ...” mostrando um resumo de sua história e
a transição para um novo momento criativo e expansivo , incluindo
o lançamento de um álbum na Europa pelo selo Francês Nacopajaz
(
www.nacopajaz.fr)
em 2008.
Darma = o conjunto de ensinamentos deixados pelo Buda
Lóvers = amantes ...
The = por ser a marca registrada de quase todas bandas que
os Dl´s amam:
the Rolling Stones, the Beatles, the Who...
Os = pra ficar claro que são brasileiros e cantam em português.
www.darmalovers.com/darmalovers@terra.com.br
REPERTÓRIO – O show
da banda foi o último
do eixo temático Urbanis Cidade, que busca tematizar
as várias faces do universo urbano de uma grande
cidade como Porto Alegre. Com
Os The Darma Lóvers,
o Ecarta Musical busca passar a idéia de que há possibilidade
de paz e alegria nesse caos de concreto. O show é o
nosso ‘Shantih’, que numa tradução
superficial quer dizer “a paz que transcende a compreensão".
No repertório: ”
Water
Violet; Fantástico; Gigante; Bróder Anjo;
Srta. saudade da Silva; A teia da Tela; Peixes; O homem
que calculava; Raiva; Seres Extranho; Diamante; Onda; 3
Coroas.
Dia
12/01 - Jorge
Gerhardt e Luis Mauro Filho
Show
num formato exclusivo de baixo e teclado. No repertório, pérolas
do Jazz e da Bossa Nova, como
Four e
Tune
Up (Miles
Davis);
Samba de verão (Paulo Sérgio
e Marcos Vale);
Take "A" Train (Duke Ellington);
It
had to be you (G. Kahn);
Vivo sonhando (Tom
Jobim);
Sattin Doll (Duke Ellington);
Oceano (DJavan);
On
a Green Dolphing Street (Bronislau Kaper);
Autumn
Leaves (Joseph Kosma);
Fly me to the moon (Bart
Howard);
When I fall in love (Heyman Young);
All
The things you are (Hammerstein); e
Something (George
Harrison)
Este foi o penúltimo show do eixo temático
Urbanis Cidade,
que trata das várias faces do universo urbano de uma grande cidade como
Porto Alegre.
JORGE GERHARDT – Formou, em 1977,
o grupo de música instrumental progressiva “Hálito
de Funcho” com o qual recebeu o prêmio
dos dez melhores grupos instrumentais do Brasil em 1981.
A partir de 1983 realizou vários shows individuais
como compositor e arranjador: Antenas (1983), 10
Composições (1984), Vista
da Cidade (1986), Viagem Brasileira (1987), Trialogo (1987),
Relaxshow (1988), Atmosfera (1989), Orquestra Instantânea (1989) e Jorge Gerhardt (1990).
Em 1995 formou o grupo JAZZ 6 com a participação
do escritor Luis Fernando Verissimo com o qual gravou quatro
CDs: Agora é a Hora (1999), Speak
Low (2001), A Bossa do Jazz (2003)
e recentemente Four, que será lançado
em 2008. Lançou um CD do Grupo Hálito de Funcho
(2003) e criou o Araújo Vianna Quarteto (2003) com
o objetivo de divulgar o trabalho do músico.
LUIS MAURO FILHO – Formou-se em piano
na UFRGS. Ganhou o prêmio de melhor instrumentalista
no festival de Choros de Porto Alegre. Recebeu o 3º lugar
no Festival de Música Instrumental de Porto Alegre
e vem acompanhando artistas como Geraldo Flach, Loma, Jorginho
do Trompete, Gelson Oliveira, Nei Lisboa, Rubem Santos, Lurdes
Rodrigues e James Liberato, dentre outros.