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O Ecarta Musical é um projeto da Fundação Ecarta que visa valorizar a música e os músicos do Rio Grande do Sul, assim como facilitar o acesso da população a este bem cultural.
 
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Confira os shows realizados em 2008:

Dia 09/08 - Marcus Bonilla e Pedro Huff no show Caminhante do Céu Vermelho
Eixo-temático IN-PARES

Primeira apresentação pública do novo álbum virtual de Marcus Bonilla e da primeira apresentação conjunta dos músicos (Huff tem participação no álbum).

Caminhante do Céu Vermelho - O CD traz 12 temas instrumentais de autoria de Marcus Bonilla. As obras traduzem a trajetória pessoal do músico. Segundo ele, é um trabalho místico, num estilo próprio, mesclando influências da música clássica, new age, popular e do repertório violonístico. O que difere aqui, em relação ao seu primeiro trabalho, o CD “Dedilhando o Brasil”, é o uso de arranjos para violão com outros instrumentos, como a viola caipira, violoncelo, flauta, contrabaixo, vocais, samplers e percussões. Participam deste trabalho Pedro Huff, no violoncelo; Vinícius Prates, na flauta transversa; Alexandre Vieira, no contrabaixo e guitarra; e Karine Cunha, no vocal. Nesse trabalho Bonilla investiu na manipulação e arranjo de breves fragmentos instrumentais. O CD será lançado em agosto na internet e pode ser ouvido no site www.marcusbonilla.com.br.

MARCUS BONILLA - Violonista, arranjador e compositor. Bacharel em Violão pela UFRGS, pós-graduado em Educação Musical pela UDESC/SC, Bonilla é natural de Porto Alegre. Participou de grupos importantes do estado como a “Camerta Consort de Violões” e a Orquestra de Mantra “Rudráksha”. Foi professor Universitário por mais de 10 anos e regeu grupos como a “Orquestra de violões da Udesc. Em 1998 divulgou seu trabalho pela Europa na condição de ‘músico ambulante’, realizando apresentações de violão instrumental em países como Holanda, Bélgica, Inglaterra, Alemanha e Suíça. Em junho de 2000 lançou pelo Fumproarte seu primeiro CD “Dedilhando o Brasil” no qual interpreta, ao violão, compositores brasileiros e composições próprias. Com duas indicações ao Prêmio Açoriano de música 2000, foi o vencedor do prêmio de melhor Disco Instrumental. Em agosto deste ano, Marcus está lançando na Internet seu segundo CD “Caminhante do Céu Vermelho”.

PEDRO HUFF - Violoncelista e compositor. Tem um trabalho sólido na música erudita, mas também atua na composição como pode ser conferido em seu CD “Sete peças para violoncelo”, lançado em 2007. Natural de Porto Alegre é formado em violoncelo na escola de música e Belas Artes do Paraná. Foi membro da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, Orquestra de Câmara Theatro São Pedro, Orquestra de Câmara Sesi-Fundarte. Foi finalista da competição do encontro de violoncelos da Universidade do Tennessee/Knoxville e ganhou o concurso para receber bolsa de estudos da Fundação Vitae por dois anos. Atualmente cursa o mestrado sob a orientação do professor Wesley Baldwin na Universidade do Tennessee em Knoxville nos Estados Unidos.

Fotos: René Cabrales

Dia 26/07
- Rosa Franco canta Clara Nunes
Eixo-temático Claridade

Rosa Franco
, cantor e compositor com mais de 10 anos de estrada, apresentou o show “Sob os Lampejos de Clara”. O show marcou o encerramento do eixo temático CLARIDADE, que celebra com música e histórias a vida e obra de Clara Nunes, uma das maiores intérpretes do país, morta há 25 anos.

Sobre o Show - No repertório, músicas que foram consagradas por Clara Nunes e também seus autores como Martinho da Vila, João Nogueira e Paulinho da Viola. Tocam com Rosa Franco, na bateria, César Audi e nos violões, Tom Martins. O intérprete canta clássicos como: Iansã Cadê Ogum?; A Deusa dos Orixás; Disritmia; Aquarela Brasileira; Súplica; Guerreira; Pecado Capital, entre outras.

Sobre Rosa Franco - Filho de uma família de músicos, o pai, Paraguassú, tocava com Lupicínio Rodrigues e a mãe, Eulina, fazia shows interpretando músicas de Ângela Maria. Criado com essas referências, não poderia ter seguido outro caminho. A música brasileira está no sangue e na criação da sua obra. O músico é autor de jingles e também é conhecido pelo seu trabalho em comerciais de TV e no cinema – atuou em "O Pulso" de Zé Pedro Goulart. (www.rosafranco.com.br)

Fotos: René Cabrales


Dia 12/07
- Clara Luz - show do grupo Dois por Quatro
Eixo-temático Claridade

No repertório, sambas como ”Mineira”, “Flor e Espinho”, “Pressentimento”, “Gostoso Veneno”, “Incompatibilidade de Gênios” e “Cabide”, entre outros.

DOIS POR QUATRO - Grupo de Samba e Choro formado por Fábio Mazo (violão de 7 cordas), Jorge Vieira (percussão e voz), Michael Sampaio (percussão e voz) e Rogério Oliveira (cavaquinho e bandolim), caracterizado por executar de forma ímpar sambas e chorinhos clássicos de Waldir Azevedo, Cartola, Candeia, Jacó do Bandolim, João Nogueira, Paulinho da Viola, Chico Buarque e João Bosco, entre outros. Afilhado do Regional Laranjal, grupo de sambistas que se encontram periodicamente na cena cultural de Porto Alegre, o Dois Por Quatro tem se firmado como um excelente grupo no que se refere à execução das melhores execuções de chorinhos já gravadas.

Fotos: René Cabrales

Dia 28/06 - Karine Cunha canta Clara Dor
Eixo-temático Claridade

O show, especialmente criado para o eixo-temático Claridade – que faz uma homenagem a Clara Nunes, conta no repertório com clássicos de compositores como Monarco, Cartola, Nelson Cavaquinho, Paulo César Pinheiro, Chico Buarque, Marçal, Baden Powell e Vinícius, Dolores Duran, Assis Valente, Sérgio Napp, entre outros, gravados por Clara Nunes.

Clara Dor reverencia uma Clara pouco conhecida das novas gerações, pois apresenta canções gravadas por ela em seus primeiros LPs. “Sua voz se prestava muito bem à dramaticidade das letras, em sua maioria voltadas para o “desamor”, canções de dor e o “sofrimento de quem ama”, como diz uma canção de Alberto Lonato com esse título”, expõe Karine.

Karine Cunha (voz, violão e cavaquinho) estará acompanhada dos músicos Rafael Ferrari (bandolim) e Edgar Araújo (percussão). No repertório também estarão canções de dor da autoria de Karine Cunha em parceria com Sérgio Napp e Mario Quintana.

Fotos: René Cabrales

Dia 14/06 - Show de Nanci Araújo e Marcos Farias
Eixo-temático Claridade

No repertório, composições como “Quando eu vim de Minas”, “Tristeza pé no chão”, “Coração leviano”, “Você passa eu acho graça”, “Coisa da antiga”, “Alvorada lá no morro”, “O mar serenou”, “Canto das três raças”, “Conto de areia”, entre outros sucessos. Nanci Araújo (voz) estará acompanhada do músico Marcos Farias (teclados, violão e percussão).

NANCI ARAÚJO – Artista em atividade por quase duas décadas, faz de sua carreira um auto de fé e profissionalismo. Para ela, não há como separar arte, engajamento político e social e felicidade individual e coletiva. Cantora de voz forte, mas que sabe cantar as sutilezas que os sambas que a tornaram conhecida necessitam. Em seu mais recente espetáculo, Nanci dos Orixás, tem como tema o sincretismo das religiões no Brasil.

MARCOS FARIAS – Com mais de 20 anos de carreira, Marcos faz parte da história da música no RS. Já gravou, arranjou e fez shows com os grandes nomes do samba nacional. Integrou o Grupo Pau Brasil, que influenciou o samba rock (sambalanço) nacional, segundo a revista Bizz. Com Nanci Araújo, gravou o CD Nanci Araújo Canta Samba em Porto Alegre, em 1998. Recentemente esteve em temporada na Europa.

Fotos: René Cabrales

Dia 31/05 - Show com Marília Benites acompanhada do grupo Acordes & Cordas
Eixo-temático Claridade

Marília Benites acompanhada do grupo Acordes & Cordas, formado pelos músicos Guaraci Gomes (bandolim), Chico Pedroso (cavaquinho), Luiz Palmeira (violão 7 cordas), Valter Oliveira (pandeiro) e Paulo Boca (percussão).

O Eixo-temático Claridade celebra com música e histórias a vida e obra de Clara Nunes, uma das maiores intérpretes do país, morta há 25 anos.

REPERTÓRIO - Músicas que fizeram grande sucesso na voz de Clara Nunes, como Morena de Angola (Chico Buarque); As forças da natureza (João Nogueira/Paulo César Pinheiro); Eh Baiana (Fabricio da Silva); Você passa eu acho graça (Carlos Imperial/Ataulfo Alves); Canto das 3 raças (Paulo Cesar Pinheiro/Mauro Duarte); Alvorada no morro (Carlos Cachaça/Hermínio B. Carvalho); À flor da pele (Maurício Tapajós/Clara Nunes/P.C.Pinheiro); Tristeza pé no chão (Armando Fernandes); O mar serenou (Candeia); Portela na avenida (Mauro Duarte/P.C.Pinheiro); Vontade de chorar (Ivor Lancelotti/P.C.Pinheiro); Conto de Areia (Romildo/Toninho); Última morada (Natal/Noca da Portela); e Um ser de luz (J. Nogueira/Mauro Duarte/P.C.Pinheiro).

CLARA NUNES - Nascida em 1943, em Minas Gerais, Clara Nunes ganhou o terceiro lugar da etapa mineira do concurso “A voz de ouro do ABC”, em 1959, aos 16 anos. A partir daí foi contratada numa rádio de Belo Horizonte e se apresentou em casas noturnas na cidade, iniciando então sua carreira meteórica. Em 1974 vendeu 300 mil cópias de seu LP, (recorde para a época), rompendo com o tabu de que cantora não vendia discos, estimulando outras gravadoras a investirem em sambistas mulheres.

MARÍLIA BENITES – Iniciou sua carreira interpretando Elis Regina. Passeou por diversos gêneros e compositores até definir-se pelo samba de raiz, o samba canção, a seresta e o chorinho. Interpreta canções de Marisa Monte, Lupicínio Rodrigues, Nilson Ney, Jorge Aragão, João Nogueira, Paulo César Pinheiro, João Bosco, Paulinho da Viola, entre outros. Participou de vários projetos, como “Seresta na casa”, da Casa de Cultura Mário Quintana, e “Chorinho na Godoy”, da Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre; além de festivais de música. Tem participação em quatro CD’s: Por amor a música (1999), Clube do Choro (2000), Nós da Noite (2007) e Música na Casa – CCMQ (2004).

Fotos: René Cabrales

Dia 17/05 - Show de Jean Melgar
Por Elis e outros "Quês"


Show Por Elis e outros "Quês" de Jean Melgar, com participação especial de Jefferson Marx e Ilse Lampertum. Jean é um jovem artista de 28 anos, que aos poucos, vem trilhando seu caminho. Com repertório eclético, o artista inclui Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bethânia, Chico Buarque, Cartola, Vitor Ramil, Tom Jobim, alguns nomes da cena pop, entre outros. Nos shows ele também inclui músicas internacionais, composições próprias e outras parcerias musicais.

Jean Melgar – Fez seu primeiro show solo em 2003, e em 2005 iniciou um novo projeto com a banda Pop Popular, com um repertório composto por músicas próprias, releituras da MPB e músicas em espanhol. Para o segundo semestre de 2008, Jean dedica-se ao seu primeiro Cd, que vai contar a produção do guitarrista Jefferson Marx, indicado ao prêmio açorianos pela produção do Cd Marcio Celi canta Adriana Calcanhoto.

Fotos: René Cabrales

Dia 26/04 - Eixo-temático Elis Regina
Mônica Mendes - MPB e POP

Estação do sonho e Elis Canta Minas
Participação de Luiz Mauro Filho, no teclado e Nicola Spolidoro, na guitarra


Em 2005, a cantora gaúcha Mônica Mendes lançou o CD Estação do Sonho, com um repertório de sambas e MPB. Esse trabalho, que ganhou quatro indicações ao Prêmio Açorianos, revelou o seu lado intérprete. A obra mostra composições dos mineiros Kim Ribeiro, Paulo Glanzmann, Rogério de Freitas e Carlos Carreira; do gaúcho Rogério Armando; e de Eduardo Rangel, brasiliense que tem músicas gravadas por cantores como Edson Cordeiro, Renata Arruda, Célia Porto e Suzana Maris.

No Ecarta Muscial, a cantora fará uma homenagem à carreira de Elis, em especial no que toca a suas parcerias com os compositores mineiros – seu “namoro” com o Clube da Esquina, especialmente com Milton Nascimento, marco na música brasileira. A admiração de Mônica Mendes pelos mineiros está refletida neste show e no repertório do seu disco.

REPERTÓRIO ELIS REGINA
Caxangá - Milton Nascimento / Fernando Brant
O Medo de Amar é o Medo de Ser Livre – Beto Guedes / Fernando Brant
O Trem Azul – Lô Borges / Ronaldo Bastos
Para Lennon e Mccartney – Milton Nascimento
Ponta de Areia - Milton Nascimento / Fernando Brant
Um Girassol da Cor do seu Cabelo - Lô Borges / Márcio Borges
Vento de Maio - Telo e Márcio Borges
Maria, Maria – Milton Nascimento

REPERTÓRIO MÔNICA MENDES - CD ESTAÇÃO DO SONHO
Um Adeus – Kim Ribeiro
Pelo Amor de Deus - Paulo Glanzmann
Copacabana Blues - Eduardo Rangel
Vento Forte - Paulo Glanzmann
A Força do Vento - Rogério de Freitas
Não Se Vá Daqui - Rogério Armando
De Manhã - Kim Ribeiro

Fotos: René Cabrales


Dia 12/04 - Eixo-temático Elis Regina
Norminha Duval - MPB e instrumental


Ainda criança apresentava-se no Programa Clube do Guri, de Ary Rego, na Rádio Farroupilha, com a Orquestra do Maestro Campanella, e em bailes no Clube do Comércio, com o maestro Kheer. Ao completar 15 anos foi premiada com uma bolsa de estudos de violão clássico na Academia de Barcelona, na Espanha. Em Porto Alegre, formou o Trio Minuano, trabalhou na Rádio Gaúcha e fez também diversas apresentações na Rádio Farroupilha. Foi recomendada pelo amigo Antônio Gabriel para São Paulo, onde se apresentou à gravadora Continental. Trabalhou na TV Excelsior e na TV Tupi. Acompanhou várias artistas, entre os quais Maysa, Doris Monteiro, Bibi Ferreira e Carmélia Alves. Trabalhou em várias casas, como o Hotel Guarujá e um restaurante de propriedade de Altemar Dutra, onde acompanhou Cauby Peixoto, Linda Batista, entre outros. Participou também do Programa “Um Instante Maestro”, de Flávio Cavalcanti.

De volta a Porto Alegre, trabalhou durante 25 anos no Restaurante Cantina Itália, acompanhando ao violão vários artistas como Jô Soares, Chico Anysio, Glória Menezes, Maria do Carmo, Lourdes Rodrigues, Rubens Santos e Alcides Gonçalves, entre outros. Foi na Cantina Itália que conheceu Hique Gomez. A partir de 2004, apresentou-se em diversos eventos e casas noturnas em Porto Alegre e no interior do estado. Em 2006, convidada por Hique Gomez, fez a abertura da temporada do tradicional espetáculo Tangos e Tragédias, no Theatro São Pedro, sendo aplaudida de pé. Em 2007, aos 73 anos de idade, lançou seu primeiro CD solo, “O Violão Brasileiro de Norminha Duval”, com direção artística e musical de Hique Gómez, onde interpreta clássicos da música popular brasileira, ao lado de composições de autores estrangeiros. O CD também rendeu à Norminha a Indicação ao Troféu Açorianos 2007 como Melhor Intérprete de Música Instrumental.

REPERTÓRIO - Canção para Elis e Fala, de Gecy Falcão; Arrastão, de Edu Lobo; Fascinação, de Marchetti; Atrás da porta e Trocando em miúdos, de Francis Hime e Chico Buarque; Da Cor do Pecado, de Bororó; Gente Humilde, de Chico Buarque; Cafetin de Buenos Aires, de Mariano Mores e Enrique Discepolo; As Rosas não Falam, de Cartola; La Puñalada, de Celedônio Flores e Pintin Castellanos; Malagueña, de Ernesto Lecuona; Manhã de Carnaval, de Luis Bonfá e Antônio Maria; Balada para um Loco, de Astor Piazzolla; Joana Francesa, de Chico Buarque; e Tea for Two, de I.Kaiser e Vicente Younnais.

Fotos: René Cabrales  


Dia 29/03
- SIL no show À Revelis
Piano e voz

SIL Hendges começou a cantar profissionalmente em 1996 numa banda de baile. Versátil, transita por vários ritmos e estilos. O tango e o rock, o samba e a balada, o clássico e o pop. Em 2000, montou sua banda e começa a tocar nos bares de Porto Alegre e no interior do estado: Mutantes, Elis Regina, Caetano, Beatles, Chico, Gil, Marisa, Rita, Janis, Tom. Em 2002, faz, junto com Loma e Lucia Helena, o espetáculo “Vinte Anos Sem Elis”. Sucesso de público e de crítica, se torna um projeto paralelo na carreira de três cantoras com estilos e trajetórias distintas. Nesse mesmo ano, SIL estréia na Sala Àlvaro Moreyra o show Mistério do Planeta com músicas de compositores gaúchos e direção artística do cantor e compositor Gelson Oliveira. Com um estilo despojado e interpretação marcante, SIL vem ganhando admiradores, que acompanham o desenvolvimento do seu trabalho a cada apresentação que ela faz.

No repertório do show, Conversando no Bar (Milton Nascimento e Fernando Brant), Redescobrir (Gonzaguinha), O que foi feito deverá (Milton Nascimento e Fernando Brant), Reza (Edu Lobo e Rui Guerra), Agnus Sei (João Bosco e Aldir Blanc), These are the songs (Tim Maia), O Compositor me disse (Gilberto Gil), Um por todos (João Bosco e Aldir Blanc), Cais (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos) e Como nossos pais (Belchior).

Fotos: René Cabrales  


Dia 08/03
- Lúcia Helena abre temporada do Ecarta Musical 2008
Show faz homenagem à Mulher


A Fundação Ecarta abriu a temporada do projeto Ecarta Musical 2008, com a apresentação de Lúcia Helena, numa versão acústica (voz e violão) de seu show Elis Tanta Luz - um tributo à cantora brasileira apresentado no Theatro São Pedro, no ano passado, ao lado do pianista Geraldo Flach. O show, homenagem à Elis Regina, também foi uma homenagem a todas as mulheres, pela passagem do Dia Internacional da Mulher.

Lúcia Helena compartilhou o palco com Jorginho Domingues, violonista e compositor. No repertório, canções como “Folhas secas”, “Aprendendo a jogar”, “Amélia” e “Saudosa maloca”.

LÚCIA HELENA – Recebeu dois Prêmios Açorianos, em 1999 e 2001, além de premiações como melhor intérprete em dezenas de festivais regionais, dentre eles, Califórnia da Canção e Musicanto. Assina como compositora, juntamente com Bororó e Aldir Blanc, o samba "Na orelha do pandeiro".

Dia 19/01 -
Uma banda chamada: Os The Darma Lóvers

Uma dupla de praticantes do budismo tibetano, morando na subida da Serra Gaúcha ao lado de um Templo Budista tradicional decidem fazer música a partir de suas experiências meditativas, mixando blues, MPB, psicodelia, rock´n´roll.

Surgem daí Os The Darma Lóvers criando o assim chamado Zen rock, uma versão musical pop/universal para inspirar relaxamento e reflexão com humor, estilo e poesia.

Parceiros de vida, Yang Zam (Voz e guitarra & incensos) & Nenung (Voz, harmônica e violão) descobriram que suas vozes eram tão afinadas quanto suas intenções em 1999 e levaram adiante seu projeto musical-meditativo no ano 2000, lançando seu 1º Cd ”Os The Darma Lóvers”, que se tornou um clássico com sua sonoridade simples e radicalmente harmônica antecipando naturalmente a febre “Acústica” que viria logo em seguida .

Em 2002 com a estrada já aberta, a banda lança seu 2º Cd “Básico” que explora sua sonoridade suave, mixada com brincadeiras eletrônicas, e vem o convite de seu professor, o Lama tibetano Chagdud Rinpoche para Nenung entrar em um retiro formal de meditação durante quase dois anos. A banda faz uma “breve“ saída de cena mas volta à estrada já como quinteto em 2005, com a entrada de 4Nazzo (ex-De Falla) na guitarra, Thiago Heinrich - baixo e piano - e Sassá na percurssão.

Agora, em 2007 lançaram o CD “Lóver Hits + ao Vivo ...” mostrando um resumo de sua história e a transição para um novo momento criativo e expansivo , incluindo o lançamento de um álbum na Europa pelo selo Francês Nacopajaz (www.nacopajaz.fr) em 2008.

Darma = o conjunto de ensinamentos deixados pelo Buda
Lóvers = amantes ...
The = por ser a marca registrada de quase todas bandas que os Dl´s amam:
the Rolling Stones, the Beatles, the Who...
Os = pra ficar claro que são brasileiros e cantam em português.
www.darmalovers.com/darmalovers@terra.com.br

REPERTÓRIO – O show da banda foi o último do eixo temático Urbanis Cidade, que busca tematizar as várias faces do universo urbano de uma grande cidade como Porto Alegre. Com Os The Darma Lóvers, o Ecarta Musical busca passar a idéia de que há possibilidade de paz e alegria nesse caos de concreto. O show é o nosso ‘Shantih’, que numa tradução superficial quer dizer “a paz que transcende a compreensão". No repertório: ”Water Violet; Fantástico; Gigante; Bróder Anjo; Srta. saudade da Silva; A teia da Tela; Peixes; O homem que calculava; Raiva; Seres Extranho; Diamante; Onda; 3 Coroas.

Fotos: René Cabrales  


Dia 12/01
- Jorge Gerhardt e Luis Mauro Filho

Show num formato exclusivo de baixo e teclado. No repertório, pérolas do Jazz e da Bossa Nova, como Four e Tune Up (Miles Davis); Samba de verão (Paulo Sérgio e Marcos Vale); Take "A" Train (Duke Ellington); It had to be you (G. Kahn); Vivo sonhando (Tom Jobim); Sattin Doll (Duke Ellington); Oceano (DJavan); On a Green Dolphing Street (Bronislau Kaper); Autumn Leaves (Joseph Kosma); Fly me to the moon (Bart Howard); When I fall in love (Heyman Young); All The things you are (Hammerstein); e Something (George Harrison)

Este foi o penúltimo show do eixo temático Urbanis Cidade, que trata das várias faces do universo urbano de uma grande cidade como Porto Alegre.

JORGE GERHARDT – Formou, em 1977, o grupo de música instrumental progressiva “Hálito de Funcho” com o qual recebeu o prêmio dos dez melhores grupos instrumentais do Brasil em 1981. A partir de 1983 realizou vários shows individuais como compositor e arranjador: Antenas (1983), 10 Composições (1984), Vista da Cidade (1986), Viagem Brasileira (1987), Trialogo (1987), Relaxshow (1988), Atmosfera (1989), Orquestra Instantânea (1989) e Jorge Gerhardt (1990). Em 1995 formou o grupo JAZZ 6 com a participação do escritor Luis Fernando Verissimo com o qual gravou quatro CDs: Agora é a Hora (1999), Speak Low (2001), A Bossa do Jazz (2003) e recentemente Four, que será lançado em 2008. Lançou um CD do Grupo Hálito de Funcho (2003) e criou o Araújo Vianna Quarteto (2003) com o objetivo de divulgar o trabalho do músico.

LUIS MAURO FILHO – Formou-se em piano na UFRGS. Ganhou o prêmio de melhor instrumentalista no festival de Choros de Porto Alegre. Recebeu o 3º lugar no Festival de Música Instrumental de Porto Alegre e vem acompanhando artistas como Geraldo Flach, Loma, Jorginho do Trompete, Gelson Oliveira, Nei Lisboa, Rubem Santos, Lurdes Rodrigues e James Liberato, dentre outros.

Fotos: René Cabrales  



Confira como foram as programações anteriores:

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