O Ecarta Musical é um projeto da Fundação Ecarta que visa valorizar a música e os músicos do Rio Grande do Sul, assim como facilitar o acesso da população a este bem cultural.
NOTA PÚBLICA
Repúdio à sanção
do Governo para
extinção das
fundações estaduais

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Confira os shows realizados em 2007:


Dia 15/12 - Show de Geraldo Flach e Convidados
Marcelo Delacroix, Renata Adegas e Victor Hugo

O projeto Ecarta Musical encerrou a temporada 2007 com grande show de Geraldo Flach e Convidados

GERALDO FLACH - Considerado o mais destacado nome da música instrumental do sul do país. É instrumentista, arranjador e respeitado compositor de temas gravados em seus vários LPs e CDs, de trilhas para cinema ou especiais para televisão e balé, de jingles e de músicas interpretadas por grandes nomes do Rio Grande do Sul, como Elis Regina. Lançou nove álbuns entre projetos solos e parcerias, são eles Alma (1981), Momento mágico (1985), Piano (1990), Geraldo Flach & Luiz Carlos Borges (1992), Tom Brasileiro (1993), Interiores (1995), Atitude (1998), Piano Azul (2000) e Meu Piano (2005).

Geraldo é um pianista exuberante. Sua marca tem a lógica dos melhores discursos jazzísticos, mas aplicados aos ritmos brasileiros. Os temas refletem bem a abrangência de seu espírito de compositor consciente de ser gaúcho e competente ao ser universal. Geraldo Flach realiza um trabalho de alto nível na mais animada área da música popular brasileira nos últimos anos, a instrumental.

Fotos: René Cabrales  


Dia 01/12 - Show do grupo Corda de Bamba
Com convidados especiais: os gaúchos Márcio Celi e Simone Carvalho e a pernambucana Verônica Padrão

O show, que integra o eixo-temático Urbanis Cidade, apresentou várias fachadas do universo urbano brasileiro. No repertório, canções como “Que vier eu Traço”, de Alvaiade e Zé Maria; “Doralice”, de Dorival Caymmi, “Alvorada”, de Cartola; “Saudosa Maloca”, de Adoniran Barbosa; e “Mora na Roça”, adaptação de Xangô da Mangueira.

CORDA DE BAMBA - Resultado da junção do talento de três músicos com sólidas carreiras individuais: Luiz Palmeira (violão sete cordas), Chico Pedroso (cavaquinho, guitarra midi) e Pedrinho Silveira (violão seis cordas).

MÁRCIO CELI – Iniciou sua carreira no final dos anos 80. Já levou seus shows para São Paulo, Fortaleza, Palmas, além de cidades no estado do RS. Foi um dos idealizadores da Primeira Mostra de Cds Independentes de Porto Alegre; conquistou o Troféu de Menção Honrosa no Prêmio Açorianos de Música, em 1998. Em 2006, lançou o CD “Márcio Celi canta Adriana Calcanhoto”.

SIMONE CARVALHO – Vocalista da banda Justine, tem também projetos solos nos quais mergulha na Música Popular Brasileira.

VERÔNICA PADRÃO - A cantora Verônica padrão, nasceu em Pernambuco, mas está radicada no Acre desde o início dos anos 90 quando passou a se dedicar integralmente a música. Além de cantora, Verônica é radialista. Tem um programa chamado "Passaporte Brasil", decicado exclusivamente a música produzida nas várias partes do nosso país. Seus mais recentes espetáculos foram "Show para a Paz", em fins de 2006 e início de 2007, e " Especial Pixinguinha", em 2007. Verônica gosta de cantar música brasileira, de forró pé-de-serra a bossa nova. Ela acaba de gravar o trabalho "Toadas Amazônicas", voltado às canções do universo do Acre. O programa "Passaporte Brasil" pode ser acessado via Internet no endereço: http://www.ac.gov.br/radioplay.html.

Fotos: René Cabrales  
Márcio Celi e Verônica Padrão
Verônica Padrão, Márcio Celi e Simone Carvalho


Dia 17/11 - Trio de Janeiro – Afro Jazz
Com participação especial do músico alemão Friedemann Graef

No repertório, "Senário Urbano", "Axteldé", "Rondo Leone" e "Jabula", de Friedemann Graf; "Ye Kê, Ye Kê" e "Seventh Art", de Cezar Ferreira; "Baia do Baião", de Daniel Nodari; "Alone", de Theodor Pauss; "Encontro das Meninas", de Jorge Souza; "Luz", de Gerson Prestes; e "Heimkehr", de Hand Lüdemann.

TRIO DE JANEIRO – Foi criado na cidade de Düsseldorf na Alemanha, em 1991, pelos brasileiros Patrícia Cruz (vocal) José Pedro Medeiros (percussão) e Cezar Ferreira (piano). Atualmente o Trio de Janeiro é composto pelo pianista Cezar Ferreira, o baixista Nuno Prestes, o saxofonista Jorge Souza, o baterista André Renan Binsfeld e o guitarrista Daniel Nodari - todos gaúchos. Mescla música folclórica brasileira, elementos da música africana e jazz europeu contemporâneo. O resultado é um estilo próprio, experimental, latino e africano, mas baseado nas tradições da música improvisada. Algumas obras interpretadas pelo grupo são inéditas no Brasil (dos compositores Jürgen Moser, Friedemann Gräf, Theodor Pauss und Hans Lüdemann). O Trio já se apresentou na Suíça, França, Alemanha, África do Sul, entre outros países. O show no Ecarta Musical conta com a participação especial de Friedemann Graef, compositor e músico improvisador.

Mais sobre o Trio de Janeiro em www.myspace.com/triodejaneirojazz.

Fotos: René Cabrales  


03/11 - Big Zen VooDoo: nu e cru
Show iniciou o eixo temático Urbanis Cidades

A banda apresentou suas canções como vieram ao mundo: "um rock sem firulas, forjado nos sons, nos amores e nas contradições da vida urbana". No repertório, basicamente as canções da banda que integram os dois discos e material inédito que estará no próximo trabalho, ainda sem data para lançamento, mas já em fase de gravação.

BIG ZEN VOODOO - formada por César Fraga (guitarra, voz, violão e harmônica), Flávio Mierlo (guitarra e voz), Tonho Inda (baixo elétrico e voz) e Leandro Aragão (bateria e carron) e tem dois álbuns lançados: Big Zen VooDoo (1996) e A revolta dos homens-sanduíche contra o império do fast-food (2002). Este último rendeu o prêmio especial do júri do Prêmio Açorianos de Música 2002.

Links para + informações e download:
www.bigzenvoodoo.com.br
www.myspace.com/bigzenvoodoo
http://tramavirtual.uol.com.br/artista.jsp?id=35237

Para comprar: www.barulhinho.com.br

Fotos: René Cabrales  


20/10 - Violonista Rodrigo Nassif no Recital Segovia & Bream
No repertrio, clssicos eruditos de Joaquim Rodrigo, Lennox Berkeley,
Manuel Ponce e William Walton


O violonista e compositor Rodrigo Nassif formou-se bacharel em violo clssico pela Universidade de Passo Fundo em 2003. Entre 2000 e 2003, foi aluno do doutor em violo clssico Daniel Wolf. Trabalhou com composies para peas de teatro do grupo Viramundos, da Universidade de Passo Fundo, entre 2000 e 2002. Em 2003, comps trilhas para filmes curta-metragem para a RBS TV Porto Alegre. No ano de 2005, participou do Projeto Erudito, realizando apresentaes na Casa de Cultura Mrio Quintana, em Porto Alegre. Ainda em 2005 foi um dos violonistas selecionados pelo Projeto Petropar, realizando memorvel apresentao no foyer nobre do Teatro So Pedro em Porto Alegre. Apresentou o Recital Violo Contemporneo durante o ano de 2006.

Rodrigo Nassif vice-presidente da Compasso (Cooperativa Mista de Artistas de Passo Fundo) e mestrando em Performance pelo respeitado Conservatrio Luis Gianneo de Mar Del Plata, Provncia de Buenos Aires, onde estuda como bolsista por indicao do renomado violonista argentino Eduardo Isaac.

06/10
- Sônia Porto - Uma das mais reconhecidas cantoras da era de ouro do rádio brasileiro

Filha de família de músicos de grande reconhecimento na cidade do Rio Grande, Sônia Porto é uma das mais talentosas divas da era de ouro do rádio brasileiro, em plena atividade artística no RS.

A pequena Soninha, como é carinhosamente chamada pelos amigos e músicos que a acompanham, recebe inevitavelmente a comparação da cantora Carmem Miranda, quando ao cinco anos de idade já cantava profissionalmente em programas de rádio no RS, imitando a grande estrela da música brasileira. Também cantou ao lado de nomes como Cauby Peixoto, Vicente Celestino, Silvio Caldas, Ângela Maria, Nelson Gonçalves, Nora Ney, Norberto Baldauf, Breno Sauer, Adão Pinheiro. Soninha é reconhecida pela sua capacidade de interpretar músicas que vão do erudito a música popular brasileira. Sônia Porto tem 68 anos de idade e 60 de carreira.

Fotos: René Cabrales  


29/09 - Plauto Cruz

Considerado um dos maiores flautistas da década de 20. O show integrou o eixo temático “Alta Noite na Cidade Baixa”. Plauto tocou Lupicínio Rodrigues, entre outros compositores.

PLAUTO CRUZ – Natural de São Jerônimo (RS), mora em Porto Alegre há muitos anos. É considerado um dos maiores flautistas brasileiros, tendo representado o Estado em diversas turnês pelo Brasil e exterior, especialmente em shows de chorinho e samba. Em Porto Alegre, Plauto participou de vários eventos e programas de rádio. Começou na Gaúcha, no programa “Duque de Antenas” e, posteriormente, foi para Difusora, no programa “Hora do Bico”, atuou na emissora Clube Metrópole, depois na rádio Itaí, e por último na Farroupilha. Mais tarde voltou a trabalhar para a Gaúcha e para várias outras emissoras no Brasil, incluindo televisão. Conquistou 60 troféus, destacando-se, entre eles, a Medalha Simões Lopes Neto, concedida pelo Governo do Estado; Cidadão Emérito de Porto Alegre, pela Câmara de Vereadores; e Cidadão Porto-Alegrense, pela Prefeitura de Porto Alegre. Já gravou 40 LP’s como acompanhante de grandes músicos brasileiros, entre eles, Lupicínio Rodrigues, Jessé Silva, Túlio Piva, Kleiton e Kleidir, Nelson Gonçalves, Altemar Dutra, Ângela Maria, Silvio Caldas. Tem quatro LP’s como solista e seis CDs gravados: Engenho & Arte, com Mário Barros; Plauto Cruz em novos tempos de seresta; e Plauto Cruz – O Mago da Flauta, em comemoração aos 70 anos do Banrisul; e Plauto Cruz – Choros e Canções, gravado com Yamandu Costa, contendo apenas canções de sua autoria. Aos 69 anos de idade, gravou seu primeiro CD como compositor e solista, contendo na obra choros, mazurca, valsa, jazz, rumba, rancheira e samba. Hoje, com 77 anos de idade, continua realizando shows.

Fotos: René Cabrales  


15/09
- Nelson Coelho de Castro
Show de aniversário do Ecarta Musical
Eixo temático do show: Alta Noite na Cidade Baixa

O músico retorna ao Ecarta Musical justamente no período de seu aniversário. Ele, que fez o lançamento do projeto em 2005, propõe um show intimista de voz e violão, em que presta uma homenagem ao compositor Lupicínio Rodrigues, além de canções suas imortalizadas em mais de três décadas de música, tais como “Vim Vadia” e “Ver-te”.

Fotos: René Cabrales  


01/09 - Pedrinho Silveira e Luiz Palmeira (voz e violões)
Eixo temático do show: Alta Noite na Cidade Baixa

Pedrinho Silveira apresentou um show especialmente concebido para esse eixo-temático do trimestre do Ecarta Musical. No repertório, músicas de Lupicínio Rodrigues. Canções nem tão conhecidas como “Namorados” e “Serenata” estarão lado a lado com peças como “Judiaria” que ficou conhecida na voz de Teixeirinha. Além do mestre Lupi, haverá composições próprias e de outros compositores da Cidade Baixa. Pedrinho estará acompanhado de um dos melhores sete cordistas da cidade, o violonista Luiz Palmeira.

A trajetória de Pedrinho Silveira remete aos palcos da noite de Porto Alegre e interior do Estado, com repertório centrado na bossa nova, jazz e MPB. Suas influências musicais são Tom Jobim, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Vinícius de Moraes. Lançou seu primeiro CD em 2005 (Novos Tempos), com participação de Celau Moreira, Plauto Cruz, Jorginho do Trumpet, Tenison Ramos e Paulo Brito.

Fotos: René Cabrales  


18/08

Zilah Machado canta e conta
Acompanhada da cantora Sil, do violonista Silfarnei e do percussionista Marquinhos.

No repertório, músicas do CD Passageira e composições inéditas que estarão no novo disco, Flamboyant, a ser gravado com recursos do Fumproarte.

O show de Zilah Machado assinala os dois anos ininterruptos de shows quinzenais do projeto Ecarta Musical e reafirma a proposta: valorizar a música e os artistas locais e democratizar o acesso da população a esse bem cultural.

Afilhada de Lupicinio Rodrigues, Zilah Machado, 78 anos, tem três discos gravados e mais de 200 composições próprias. Estudou música clássica por 11 anos com o maestro Roberto Eggers. Mas a carreira de soprano ligeiro esbarrou no preconceito: não se admitiam músicos negros nas orquestras e ela voltou para a seresta e o samba. No início dos anos 60, seguiu para a Argentina com a orquestra do maestro Délcio Vieira. A turnê durou três meses. Na volta, substituiu Elis Regina no programa de Maurício Sobrinho, na Gaúcha. Estourou no rádio e na noite da capital gaúcha cantando Lupi, Tom Jobim, Vinícius de Moraes no Clube dos Cozinheiros, casa de shows de Lupi e Rubens Santos, no Chão de Estrelas, no Varanda. No Rio de Janeiro, cantou com Emílio Santiago, Vando, Ivone Lara, Sargentelli e teve participações na TV Rio. Gravou três discos, Já se dança samba como antigamente (1980); Lupiciniana (1988) e, em 2000, Passageira da nave dos sonhos, com 13 composições de sua autoria. O próximo trabalho, Flamboyant, terá composições de Zilah com arranjos e direção artística de Gelson Oliveira.

Fotos: René Cabrales  


04/08

Otávio Segala, compositor e intérprete da Música Popular Brasileira.

Segala compõe em parceria com poetas, escritores, letristas e músicos. Gosta de novas frases, “tiradas literárias” e até refrões. Preserva a qualidade sonora das digitais regionais e tem variações urbanas sem alterar o “dna” brasileiro. Seu show traz músicas temperadas e estilizadas pelo samba, choro, pela bossa nova e outros ritmos brasileiros. O repertório é variado com temas que abrangem o cotidiano da periferia ao centro da cidade, do barraco ao apartamento de cobertura, do sincretismo a xenofobia, do culto à aculturação. É uma mescla de composições próprias e interpretações sobre clássicos já consagrados da MPB. Dentre eles, Lupicínio Rodrigues.

OTÁVIO SEGALA - Começou a estudar violão no início da década de 80, criou suas primeiras canções e venceu um concurso literário promovido por uma escola em Santa Maria. Nos anos seguintes, participou de vários festivais de música no Estado; suas canções começam a tocar nas rádios de Santa Maria; apresenta seu primeiro recital de violão com músicas próprias; grava seu primeiro videoclipe para o programa “Sul em Canto”, realizado pela RBS TV, com a música de sua autoria, “Amor e Bossa”; e realiza seus primeiros shows profissionais, com músicas próprias, intitulados “Rapsódia Brasileira”, “Solos e Parcerias” e “Muito Prazer, Otávio Segala”. Na década de 90, já em Porto Alegre, Segala compõe e grava trilhas sonoras para teatro adulto e infantil; faz o show intitulado “O Compositor”, com músicas próprias; viaja ao Japão onde toca no show do compositor Sadao Watanabe e faz arranjos para “El Condor Pasaro”, no CD do compositor chileno Tupac, ambos em Tokyo. Retorna a Porto Alegre, se apresenta em shows e participa das gravações do programa "Palcos da Vida" da TV Educativa. De 2001 a 2003, Segala participa do projeto “Música no Museu”, produzido por Federica Boccardo, em São Cristóvão, Rio de Janeiro; faz shows de lançamento do seu primeiro CD, em Porto Alegre; viaja para a Alemanha e apresenta-se no Centro Cultural Alturas, na cidade de Karlsruhe, no projeto “Semana Brasileira”. Retornando, nos anos seguintes, dirige e participa, em Passo Fundo, do show “Mosaico Foto-Prosaico” de Mirianês Zabot no Teatro Múcio de Castro; estréia o show “Mokambo” no mesmo teatro. É indicado ao Prêmio Açorianos de Música em Porto Alegre, RS, Brasil.

Mais sobre Otávio Segala em www.soteia.blogspot.com

Fotos: René Cabrales    


21/07

Sema - A intérprete estará acompanhada por Luiz Mauro Filho, nos teclados

Conhecida como Sema nos meios musicais de Porto Alegre, Semiramis Gorini atua há muitas décadas como intérprete de vários gêneros musicais, da MPB ao Jazz. Formada em Canto pelo Conservatório Leo Schneider do Colégio Americano, aprimorou sua voz com as professoras de canto Elza Crivellaro, Maria Helena Schneider, Myrthes Landi e Gisa Wolkman. Foi vocalista das extintas bandas de Jazz - Archi Jazz Band (década de 80), Grupo Jazzístico Contrast Combo (décadas de 80 a 2003), tendo com esta última gravado o CD All of Us. Seu repertório no Jazz esteve mais restrito às composições de jazzistas das décadas de 30 a 50 (traditional Jazz), as quais sempre foram interpretadas por grandes divas americanas, como: Billie Holiday, Sarah Vaughn, Ella Fitzgerald, entre outras.

Sema participou, durante cinco anos, do Coral Porto Alegre, com o qual gravou o CD Obras de Capella, com composições inéditas do Padre José Maurício Nunes Garcia, por encomenda da Academia Brasileira de Música, e lançado recentemente em Porto Alegre. Como intérprete popular, participou de inúmeros shows em Porto Alegre e do interior Estado, além de Santa Catarina.

REPERTÓRIO - Para o show no Ecarta Musical, Sema preparou um repertório especial, incluindo as canções Nunca e Volta, de Lupicínio Rodrigues; Força Atraente, de Plauto Cruz; Bem feito prá mim, de Kleyton Franco; Terrar, de Celso Aquino Marques; Tanta Paixão, de Luiz Mauro; Poquinho de Amor, de Luiz Mauro; e Amor em Paz, de Tom Jobim.

Fotos: René Cabrales  

07/07

Lothar Guttierrez – O Trem da Vida

Compositor, intérprete e poeta, nascido em Porto Alegre, teve sua estréia nos palcos gaúchos em 1988. Participou de vários projetos culturais no estado, com destaque para Rodas de Som e Música ao meio-dia e, em Florianópolis, do projeto Canta Ilha.

Em 1997, apresentou-se em um show histórico com Daniel Gonzaga (filho de Gonzaguinha), na Cia de Arte, levando o espetáculo para o interior do estado. Ainda em 1997, a convite da secretaria de cultura do estado, apresentou-se no projeto Retratos do Brasil, fazendo a abertura do show de Baden Powell, no teatro da Ospa. Yamandú Costa, que aos 16 anos já fazia prodígios ao violão, também passa pelo currículo deste compositor; tendo feito juntos três shows de grande repercussão na capital gaúcha.

O show “O Trem da Vida”, que teve pré-estréia em abril de 2001, na Casa de Teatro e na Cia de Arte, em Porto Alegre, caracteriza-se por ser o retrato da verdadeira história de um artista brasileiro.

Atualmente, Lothar Guttierrez está trabalhando na gravação de seu primeiro CD, a partir do show “O Trem da Vida”, com a participação de Clóvis Boca Freire, no Contra-baixo, Zé Flávio, violão aço, Vinícius Marques e Bruno Gordo na percussão, assim como a participação especial de Alexandre Rosa no Sax.

Fotos: René Cabrales  

23/06

Músicas intermináveis para viagem (M.i.p.V) - Trip rock

A banda Músicas Intermináveis Para Viagem faz  um som instrumental, que define como trip rock - que vai do lounge à distorção. O projeto autoral estreou em abril de 2004, em Porto Alegre, e foi criado pela guitarrista Laura L., trazendo, na formação atual, o baterista Dudu Essarts.

A banda lançou seu primeiro CD, homônimo, em março de 2006, realizando shows em Minas Gerais, Rio Grande do Sul e São Paulo. A M.i.p.V lançou seu disco também em Berlim (Alemanha) – com três shows em novembro e dezembro do ano passado, com apresentações nos lendários Tacheles e Ex´n´Pop, com a participação da baterista Marie L. A gravação do primeiro disco contou com a participação do baterista Marcelo Sirtoli, que fez parte da formação original da M.i.p.V e criou os arranjos de bateria para diversas músicas.
Laura L. desenvolveu, em Porto Alegre, os projetos “Quinta Independente (QI)” e “Transeuntes – Intervenções em Espaços Públicos”. A QI reunia bandas, artistas independentes e exibição de curtas-metragens uma vez por mês, no bar Dr. Jekyll, e nos seus três anos de duração (set/2002 a set/2005) somou a apresentação de 80 bandas e 50 curtas.

Para “Transeuntes”, a guitarrista também compôs trilhas originais, além de ter sido uma das diretoras do projeto, que consistia em performance de dança e música, videodança e exposições multimídias nas ruas da cidade, ocorridas entre março de 2003 e maio de 2006. “Transeuntes” teve financiamento do Fumproarte.

M.i.p.V na Web:
www.tramavirtual.com.br
www.myspace.com/mipv
www.showlivre.com.br/suabanda/mipv

Fotos: René Cabrales  

09/06
Edu Natureza - Novo Brasil

Compositor, multinstrumentista, arranjador, cantor, letrista e professor de música com mais de 30 anos de trabalho, sempre na divulgação e valorização da Música Popular Brasileira. Em sua trajetória, dezenas de apresentações em países da Europa (França, Itália, Alemanha e Suíça) e do Brasil (Rio de Janeiro, Vitória, São Paulo, Florianópolis), bem como em diversos projetos culturais em Porto Alegre e interior do RS.

A temática de suas composições trata da valorização da vida, da preservação da natureza e da cultura, da paz e da ética, do trabalho e de uma sociedade mais justa e fraterna.

As composições são criadas tendo como base ritmos de diversas regiões brasileiras, como Samba, Choro, Xote, Chamamé, Partido Alto, Candombe, Baião, Afoxé, Frevo, Bossa Nova, Marcha-Rancho, Maracatu, Xaxado, Forró Pé-de-Serra, Valsa, Compassos de 5/4, 7/4 e 6/8, e suas fusões que resultam em combinações inéditas.

Fotos: René Cabrales  

26/05

Maria Luiza Benitez - Um canto de amor à natureza

Intérprete, atriz, radialista, apresentadora e jurada de festivais, destaca-se no meio musical latino-americano como um dos nomes de maior repercussão da música do Rio Grande do Sul. Possui uma carreira de mais de 35 anos dedicadas ao nativismo. Tem três discos - sendo o último lançado em 2004 com o título “Ouro Azul”. A ênfase do repertório é a temática da água, homenageando o cantor missioneiro Cenair Maicá - o Cantor das Águas, e buscando despertar a consciência do público para a necessidade de um maior cuidado com o meio ambiente.

Maria Luiza Benitez revela sua versatilidade e qualidade como intérprete ao cantar músicas em outros idiomas como o espanhol e dialetos indígenas. O roteiro do show incluiu temas como Entre Guaíba e Uruguay, de Noel Guarany, Balseiros do Rio Uruguai, de Barbosa Lessa, Açude, de Prado Veppo e Mário Barros, El Cosechero, de Ramón Ayala, entre outras canções.

Maria Luiza já atuou junto a OSPA como narradora e faz as leituras dramáticas no Ofício das Trevas na Semana Santa de Canela – RS. Há dois anos conduz a apresentação da Semana Farroupilha de Piratini, além de ser requisitada para interpretar os Hinos do Rio Grande do Sul e Nacional em solenidades desde o Palácio Piratini, Assembléia Legislativa, Posse de Desembargadores e Abertura do ano Judiciário no Tribunal de Justiça, entre outros.

Fotos: René Cabrales  

12/05
Lúcia Helena em uma homenagem a Elis Regina
A cantora estará acompanhada pelo tecladista Luiz Mauro Filho

Lúcia Helena tem dois álbuns gravados (Velas/Caravelas): “Lúcia Helena”, com arranjos de Geraldo Flach e produção de Sepé Tiarajú; e “Foi a Noite”, com Leandro Braga como arranjador e Paulinho Albuquerque como produtor.

Com uma longa lista de serviços prestados a música recebeu como reconhecimento vários prêmios em distinção a sua performance de cantora. Tais como: Dois Açorianos em 1999 e 2001, melhor intérprete de dezenas de festivais regionais, dentre eles: Califórnia da Canção e Musicanto. Assina como compositora juntamente com Bororó e Aldir Blanc o samba Na Orelha do Pandeiro. Atualmente Lucia Helena, prepara-se para gravar seu terceiro álbum e realiza a pesquisa de um novo repertório para um belo espetáculo: “Elis - Tanta Luz” - um tributo a maior cantora brasileira de todos os tempos.

Fotos: René Cabrales  

28/04
Marcelo Delacroix em Depois do Raio

Foto: Cristine Rochol
MARCELO DELACROIX - Músico, compositor, cantor, arranjador, produtor e educador musical. Estudou na Escola de Música da OSPA e cursou o Bacharelado em Música na UFRGS, com ênfase no violão. Atualmente cursa a Licenciatura em Música, nessa mesma instituição. Tem dois discos independentes gravados, Marcelo Delacroix (2000), com o qual ganhou o Prêmio Açorianos de Música de Melhor Disco de MPB, e Depois do Raio (2006), que acaba de ser premiado com os Troféus Açorianos de Melhor Disco de MPB e Disco do Ano. O disco traz novas composições próprias, em parceria com Arthur de Faria, Arnaldo Antunes, Nelson Coelho de Castro, Sérgio Napp e Ronald Augusto, além de um poema musicado de Ricardo Reis, e a regravação de Cantiga de Eira, de Barbosa Lessa.

Tem participação em diversos discos, entre eles: Mosaico, do violonista Ângelo Primon, Quebra cabeça, Cuidado que Mancha, Adriana Marques e o Bando Barato pra Cachorro, Arthur de Faria e Seu Conjunto. Recebeu diversos prêmios e/ou indicações, por suas trilhas para Teatro e Dança, entre eles Os crimes da Rua do Arvoredo, A bota e sua meia, e Homem Branco e Pele Vermelha, com direção de Camilo de Lélis. Em 2005 compôs a trilha de Entre quatro paredes, com direção de Élcio Rossini. Em 2006, em parceria com Simone Rasslan, compôs a música e fez a preparação musical dos atores de Sonho de uma noite de verão, com direção de Patrícia Fagundes, ganhador dos Prêmios Açorianos e Quero-Quero de Melhor Trilha para Teatro Adulto. Na função de Direção Musical de diversos espetáculos teatrais como Os Saltimbancos e A Arca de Noé com direção de Zé Adão Barbosa, O Príncipe que nasceu azul, direção de Marcelo Aquino, Antígona, com direção de Luciano Alabarse.

Trabalha como educador musical do Projeto Ouviravida/OSPA, com crianças e adolescentes de 07 a 18 anos, e na Escola Projeto, para crianças de 02 a 10 anos.

REPERTÓRIO - Músicas em parceria com Ronald Augusto: “Chove sobre a cidade”, “Gente boa”, “Ciranda da lua”, “Passará”, “Amigo do rei” e “Festa”; em parceria com Arthur de Faria: “Inverno”, “Os deuses” e “Nessa rua”; em parceria com Nelson Coelho e Castro: “Diáfana”; com Gustavo Finkler: “Minueto”; em parceria com Sérgio Napp: “Signos”; e a música que dá título ao ao disco “Depois do Raio”, em parceria com o titã-tribalista Arnaldo Antunes. O acento regionalista está presente na belíssima "Cantiga de eira", uma canção de trabalho composta na década de 50 por Barbosa Lessa (autor do clássico Negrinho do Pastoreio), e que estava até então esquecida. Para completar o show,  Marcelo homenageia a cantora Elis Regina cantando uma música, cujo título ficará em suspense até a sua apresentação.

14/04
Necka Ayala no show Todo
,
com Paulinho Supekovia na guitarra e Luiz Mauro Filho no teclado


Foto: René Cabrales
Filha do tecladista Wilson Ayala, do Conjunto Flamingo, que acompanhou Elis Regina em Porto Alegre, Necka Ayala compôs sua primeira canção, "Adeus, Amor", em 1972, aos 6 anos. Integrou a Banda Nascente nos anos 80. Trabalhou, por sete anos, na ECT, onde fez trilha para peças de teatro da Cia. Cartaberta; e, por quatro anos, na Coordenação do Livro, da SMC, com Luis Augusto Fischer e Charles Kiefer. É autora da música-tema da peça "Vozes Inarticuladas a que se obriga a dor e a paixão”, de Airton Tomazzonni.

Lançou em 2001, o CD Cavalo-Marinho, pelo Fumproarte, indicado a três Prêmios Açorianos: melhor compositora de MPB, Revelação em MPB e melhor canção para “Luz do dia”. Recebeu o troféu de Revelação. Em 2002, a música “Luz do dia” entrou no álbum duplo do Fórum Social Mundial. Em 2005, gravou o CD Todo, também pelo Fumproarte, lançado em 2006, que além de trazer canções inéditas, homenageia o compositor Nando D’Ávila.


Fotos: René Cabrales  

REPERTÓRIO - Canções do CD Todo. Dentre elas, Todo, Silencio e liberdade, Atalho, Arqueira, No Vento, Mãe dos Sonhos, Dia Novo, Esse luar que é teu, Antes e depois, Aki Carinhos de Algodão e Luz do Dia (do CD Cavalo-Marinho).

31/03
Loma no show Ziguezagueando
,
acompanhada pela tecladista Dani DK


LOMA - Começou sua trajetória em 1973, em Porto Alegre, como vocalista do Grupo Pentagrama. Na década de 80, apresentou-se ao lado de artistas renomados como Amelinha, Sérgio Dias, Elza Soares, Baby Consuelo, Jorge Mautner, entre outros, em palcos de todo o país. Como vocalista, participou dos LPs de Gilberto Gil (Luar); Bebeto Alves (Notícia Urgente); Alceu Valença (Manga Rosa); Elza Soares (Nega Elza); Kleiton e Kledir (Deu Prá Ti); entre outros. Em 1985, lançou seu primeiro LP "Loma", com arranjos de Geraldo Flack. O segundo LP, "Um mate por ti", foi lançado em 1992. Conta com 30 troféus de Melhor Intérprete, conquistados em festivais. Em 2000 recebeu o Prêmio Açorianos de melhor CD de MPB e o troféu de Melhor Intérprete de MPB pelo disco “Loma – Além Fronteiras”, produzido em parceria com o compositor Robson Barenho. Desde 2002, Loma é integrante do grupo Cantadores do Litoral, que vem divulgando pelo Brasil, Canadá e Portugal o legado afro-açoriano no RS. O grupo é formado por músicos, intérpretes, compositores, antropólogos, pesquisadores e poetas de expressão na extensão do Litoral Norte do RS. O novo CD da cantora “Ziguezagueando” foi idealizado com o intuito de ilustrar sua trajetória como forma de contribuição étnica–miscigenada para este Estado de “nosotros”.

Fotos: René Cabrales  

REPERTÓRIO - Um Canto a Terra, de Caludio Martins e Carlos Catuípe; O meu Lugar - Rene Duque, Cao guimarâes e Loma; Feliz - Robson Barenho e Daniel Pereira; Horizontes - Flavio Bicca; Xodó - Dominguinhos e Anastácia; Outro Mar - Nelson Coelho de Castro; Não chores Mais - S.Woder/ versão Gilberto Gil; Curumim - Chico Saga; Ziguezaguendo - Risomá Cordeiro/Orestes Dornelles; O Bêbado e a Equilibrista - João Bosco/Aldir Branco; Madalena - Ivan Lins/Victor Martins; Mar de saudade - Renato Junior/Paulinho Di Casa e Cássio Ricardo; Maria Maria - F.Brandt/Milton Nascimento.

Dia 17/03
Jerônimo Jardim - Homenagem a Elis Regina

Uma canção para Elis, poema de Luiz Coronel

O projeto abriu a temporada 2007 com o show de Jerônimo Jardim – Homenagem a Elis Regina, que na data completaria 62 anos de vida. Elis gravou a canção Moda de Sangue (de Jerônimo Jardim em parceria com Ivaldo Roque), em 1979.

No repertório do show (voz e violão), músicas de Jerônimo Jardim, como Astro Haragano, Punhal, Baba do Chico (em parceria com Paulinho Tapajós); A Lo Largo (em parceria com Antônio Carlos Machado); Eu vim do Sul; Avenida Sete; Portal; Cibernauta e Purpurina.

Fotos: René Cabrales  

JERÔNIMO JARDIM - Músico, compositor e escritor, nasceu em Jaguarão, mas considera-se de Bagé, onde tem suas origens. Reside em Porto Alegre. Venceu diversos festivais de música, destacando-se o MPB-Shell/81 da Rede Globo, com a canção Purpurina, defendida por Lucinha Lins e por ela gravada no disco Sempre, Sempre Mais, e a Califórnia da Canção Nativa de Uruguaiana, com Astro Haragano, defendida pessoalmente e gravada no disco do festival respectivo em sua 15ª Edição (1985), bem como nos CDS, Digitais (1996) e Quando a noite vem (2002).

Teve canções gravadas por diversos intérpretes, gaúchos e cariocas, com destaque especial para Moda de Sangue (Jerônimo Jardim e Ivaldo Roque), por Elis Regina, no disco Saudade do Brasil (1979) e duas vezes trilha de novela da Rede Globo (Coração Alado e Torre de Babel).

Integrou o Grupo Pentagrama, que marcou época na década de 1970 no Rio Grande do Sul, com o qual gravou o disco PENTAGRAMA pela Gravadora Continental (1977). Gravou sete discos de carreira.


Dia 08/03
Show de Karine Cunha e Bethy Krieger na Univates, em Lajeado
Foto: Tânia Meinerz
A Fundação Ecarta realizou no dia 08 de março – Dia Internacional da Mulher, o show Yá-lê de Karine Cunha, com a participação da pianista Bethy Krieger, na Univates, com entrada franca.

O show convidou o público a um passeio pela Música Popular Brasileira por meio de canções que retratam a mulher de diversas épocas e ângulos. No repertório, músicas inéditas de Karine Cunha e de grandes compositores, como Pixinguinha, Luiz Gonzaga, Ary Barroso, Tom Jobim, entre outros.

O show teve apoio do Sinpro/RS e Univates.

Confira como foram as programações anteriores:

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