Em Porto Alegre

Shows quinzenais
Sede da Fundação Ecarta
(Av. João Pessoa, 943)
ENTRADA FRANCA


Temporada 2016


Palestra
22/10/16 | 10h às 12h

Conversando sobre
Direção de Arte no
cinema

Oficina
Construindo o
visual do filme

Palestra
O desafio de trabalhar
com cinema em
sala de aula
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Ecarta Musical 2016 terá eixos temáticos
Local: Fundação Ecarta (Av. João Pessoa, 943, Porto Alegre)

Nesta temporada, a programação do Ecarta Musical, da Fundação Ecarta, terá eixos temáticos. De abril até janeiro de 2017, os dois shows de cada mês homenagearão diferentes estilos e origens musicais. No total, serão dez eixos: Rock e Blues (abril), Cantos de Trabalho e Luta (maio), Regionalismos (junho), Novos Compositores (julho), Jazz e Instrumental (agosto), Músicas do Mundo (setembro), Outubro Erudito, Cultura Negra (novembro), MPB (dezembro), Samba e Choro (janeiro). As apresentações acontecem na Fundação Ecarta (Av. João Pessoa, 943, Porto Alegre), às 18h. A entrada é franca. Mais informações pelo telefone 51 4009.2971 e pelo www.ecarta.org.br.

Coordenação
Elenice Zaltron, produtora

Colaboração e curadoria
Marcelo Delacroix, músico e compositor

Ecarta Musical Eixos Temáticos | Foto: Igor Sperotto
OUTUBRO | Erudito
Foto: Marília Lima 1/10 Quinteto de Sopros 5 Ventos

Integrado pelos instrumentistas Samuel Oliveira (clarinete), Siarhei Faminou (fagote), Artur Elias Carneiro (flauta), Viktória Tatour (oboé) e Israel Oliveira (trompa), todos da Orquestra Sinfônica da Ospa (Ospa). 5 Ventos surgiu da ideia de Israel Oliveira de unir professores da Escola de Música da Ospa na formação quinteto de sopros, de forma a também incentivar os alunos do conservatório a explorarem as possibilidades da música de câmara. Além de terem em comum o trabalho na Ospa e a docência na escola da orquestra, os músicos têm suas carreiras solo e em outros grupos de música de câmara.

5 VENTOS – Cinco pessoas vindas de lugares tão diversos como Goiânia, São Paulo, Minsk (Bielorússia) e Porto Alegre se encontram na Ospa e formam os 5 Ventos. Não são apenas colegas de Orquestra, mas também no corpo docente da Escola da Ospa (Conservatório Pablo Komlós). “Ventos" brinca com ressonâncias semânticas que podem ou não ser percebidas, sem que isso seja um problema. “Vientos" é a palavra espanhola para instrumentos de sopro. Podemos imaginar que essa associação de idéias tenha surgido da proximidade cultural/geográfica com os países vizinhos de fala hispânica, ou até mesmo com o fato que a OSPA historicamente ter sido formada com uma grande percentagem de músicos uruguaios, e a sonoridade do idioma castelhano, embora já não dominante no ambiente da orquestra, é parte indissociável do seu imaginário. Outra inspiração para o nome veio de uma associação de ideias com o conto Rodeio dos Ventos, de Barbosa Lessa. Esse conto (que dá nome a um livro desse importante autor sul-riograndense) é uma espécie de versão tupi-guarani do Gênese e nele os ventos são importantes personagens. Isso alude ao fato que aqui no RS realmente nós temos uma relação quase pessoal com os ventos, que inclusive têm nomes, como Minuano, Nordestão …

PROGRAMA
Anton Reicha (1770 – 1836): Quinteto em ré menor op. 88 nº 4
Larguetto-Allegro assai
Andante
Menueto (Allegretto) e Trio
Finale: Allegro

Ferenc Farkas (1905 – 2000): Danças Húngaras Antigas do Séc. XVII
Intrada
Lento
Danze delle Scapole
Chorea (Dança de Roda)
Saltarello

Jacques Ibert (1890 – 1962): Três Peças Breves
Allegro
Andante
Assez lent - Allegro scherzando

Apresentação: Samuel Oliveira (clarinete), Siarhei Faminou (fagote), Artur Elias Carneiro (flauta), Viktória Tatour(oboé) e Israel Oliveira (trompa)

SAMUEL RODRIGUES DE OLIVEIRA (clarinete) – Bacharel em Música pela Escola de Música da Universidade Federal de Goiás. Participou de diversos masterclasses e cursos de música, nos quais teve aulas com Wenzel Fuchs, Michel Arrignon, Alois Brandhofer, François Benda e Jorge Levin, entre outros. Frequentou curso de aperfeiçoamento como bolsista da Fundação Vitae na Academia de Música Ferenc Liszt de Budapeste, tendo aulas com Kovács Béla e Sótmari Zsolt. Foi vencedor de concursos como Jovens Instrumentistas do Brasil em Piracicaba e Jovens Solistas Cidade de Goiânia. Como compositor, tem escrito obras para clarineta solo, clarone solo e outras formações como duos, trios, quartetos e quintetos. Desde 2006 ocupa o cargo de primeiro clarinete da Ospa e participa de grupos de música de câmara. Atualmente, está cursando mestrado Execução Musical na Universidade Federal da Bahia.

SIARHEI FAMINOU (fagote) – Estudou no Colégio de Música da República da Bielorrússia, em Vitebsk, e na Academia de Música da República da Bielorrússia, em Minsk, onde recebeu a qualificação de solista de orquestra, professor e regente da banda. Em 2011, frequentou Curso Educação Musical no Ensino Fundamental e Médio. Atuou como primeiro fagote no Teatro de Comédia Musical da República da Bielorrússia e como segundo fagote na Nacional Orquestra Sinfônica da República da Bielorrússia e na Orquestra Amazonas Filarmônica de Manaus. Foi professor de fagote no Centro Cultural Cláudio Santoro em Manaus e na Universidade do Estado do Amazonas. Entre 2004 e 2011, exerceu a função de primeiro fagote da Orquestra Filarmônica da PUCRS e, desde 2004, é fagotista da Ospa.

ARTUR ELIAS CARNEIRO (flauta) – Tornou-se 1º flautista da Ospa aos 19 anos. Egresso da Escola de Música da Ospa, graduou-se pelo Instituto de Artes da Ufrgs, e aprofundou seus estudos musicais em Stuttgart, Alemanha, onde viveu por quase três anos. Camerista nato, fundou diversos ensembles que marcaram a vida musical do RS nos últimos vinte anos: Duo Porto Alegre, Trio Tonus, Duo Diálogos, Collegium Musicum, Capela Instrumentale, Quarteto Instrumental, Ensemble Gnattali, entre outros. Indicado ao Prêmio Açorianos 2005, categoria Melhor Instrumentista. Com apoio do MinC, apresentou-se em turnê com o Ensemble Gnattali na Alemanha e Suíça em 2010.

VIKTORIA TATOUR (oboé) – Graduou-se em Licenciatura Plena do Ensino Musical pelo Conservatório Nacional da Bielorrússia, em 1991. Tornou-se mestre pela Academia de Música da Bielorrússia em 1993. Especializou-se em desempenho instrumental na fundação Musique Espérance da Unesco com Pierre Pierlot, professor do Conservatório Nacional Superior de Música de Paris, em 1996. Foi laureada com o primeiro prêmio (oboé) do concurso internacional de instrumentistas de sopros de madeira em Minsk nas edições de 1991 e 1994. Atuou como professora da cátedra de instrumentos de sopro de madeira da Academia de Música da Bielorrússia de 1991 a 1997. Foi oboísta da Nacional Orquestra de Câmara, Orquestra Nacional de Rádio e TV e Orquestra Sinfônica do Estado da Bielorrússia. Como solista, apresentou-se em palcos da Rússia, Lituânia, Polônia, França, Itália e Canadá. Chegou ao Brasil em 1997, estabelecendo-se primeiramente na cidade de Manaus, onde foi o oboé principal da Orquestra Amazonas Filarmônica e professora do Centro Cultural Claudio Santoro. Em 2004 mudou-se para Porto Alegre, onde trabalha como o primeiro oboé da Ospa e tem atuado como convidada em outras orquestras.

ISRAEL OLIVEIRA (trompa) – Desde 2004 é primeiro trompa interino da Ospa. Começou seus estudos musicais na Escola Municipal de Música de São Paulo. Em 1995 teve sua carreira orientada pelo professor Ozéas Arantes (Osesp). No mesmo ano passou a integrar a Sinfônica Jovem e Banda Sinfônica Jovem de São Paulo e participou do III Festival de Inverno de Itú. Em 1996 ingressou na Orquestra Experimental de Repertório; em 1997, na Sinfônica de Santo André; e em 1998, participou da Sinfônica de Ribeirão Preto. Em 2002 integrou a Orquestra de Câmera da Universidade Estadual de São Paulo, atuando no musical O Fantasma da Ópera. Em 2003 participou do projeto Academia, da Sinfônica da Universidade de São Paulo.


Foto: Rafaela Pechansky 22/10 Recital de Catarina Domenici e James Correa

Catarina Domenici (piano) e James Correa (violão) apresentarão obras dos séculos XX e XXI de compositores brasileiros e norte-americanos que transcendem as fronteiras tradicionais entre a música de concerto, o jazz e a música popular.

De Wiliam Bolcom serão apresentadas duas peças da suite The Garden of Edem que narra a história da expulsão de Adão e Eva do paraíso em forma de ragtime. A obra Hommage a Trois de Mark Olivieri presta sua homenagem a dois compositores eruditos consagrados e a James Brown utilizando uma linguagem que mescla influências de Bill Evans e Ginastera, além dos próprios homenageados. De Chick Corea, sera apresentado um arranjo de quarto das Children’s Songs de Chick Corea, obra composta sob influência dos Mikrokosmos de Béla Bártok. O recital ainda inclui a valsa Cristalina do compositor gaúcho Daniel Wolff, obras de Ernesto Nazareth e obras autorais dos instrumentistas.

PROGRAMA
Chick Corea: Children’s Songs III, IV, VI, XVI (arranjo: Catarina Domenici e James Correa)

William Bolcom da Suite: The Garden of Eden
I- Old Adam
II- The Serpent’s Kiss

Catarina Domenici e James Correa: Lux Eterna (In memoriam Ulisses Ferretti e Alexandre Birnfeld)

Daniel Wolff: Cristalina
James Correa: Prelúdio Estático

Catarina Domenici: Für Lili

James Correa: Quarta-feira de cinzas
Ernesto Nazareth: Você bem sabe
Fon Fon

Mark Olivieri: Hommage à Trois (2007)
I – Luca’s Swell (Hommage a Aaron Copland)
II – Gestures (Hommage a Toru Takemitsu)
III – Funk for Nikki (Hommage a James Brown)

Catarina Domenici: Für Márcia

CATARINA LEITE DOMENICI – Recitalista, camerista, docente e pesquisadora. Graduada em Música pela Unesp, mestre e doutora em Piano Performance na Eastman School of Music na classe da renomada pianista Rebecca Penneys. Lá recebeu o Performer’s Certificate o Prêmio Lizie Teege Mason de melhor pianista. Além de reconhecida solista detentora de prêmios expressivos ao longo de sua carreira, gravou o CD Porto 60, premiado com dois troféus Açorianos. Também como camerista vem colhendo prêmios tais como o de melhor camerista no VII Prêmio Eldorado de Música, Troféu Açorianos e a da APCA de São Paulo. É Professora de Piano da Ufrgs desde 1993 e foi coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Música (2013-2015). Desenvolve pesquisa pioneira sobre interações compositor-performer na música contemporânea, a qual vem sendo apresentada em congressos na Europa, Ásia e América do Sul. Possui diversos trabalhos publicados e apresentados em congressos nacionais e internacionais. Catarina é membro fundador e a primeira Presidente da Associação Brasileira de Performance Musical (Abrapem).

JAMES CORREA – Compositor e violonista. Doutor em Música (PhD) pela State University of New York at Buffalo, mestre em composição e bacharel em violão pelo departamento de música da Ufgrs. Professor de composição, música eletroacústica e tecnologia musical; coordenador do Laboratório de Composição no Centro de Artes da Universidade Federal de Pelotas. Suas obras têm sido interpretadas na Argentina, Canadá, Estados Unidos, Europa e nos mais importantes eventos dedicados à música contemporânea no Brasil. Sua música vem sendo interpretada por grupos e solistas internacionais como Ensemble Orpheus, Ice, New York New Music Ensemble, Barton Workshop, North/South Consonance, American Brass Quintet, Grupo Piap, Orquestra do Teatro Sao Pedro, entre outros. Como performer, atua como solista e camerista dedicado ao repertório contemporâneo, a música experimental e a música brasileira.


NOVEMBRO | Cultura Negra
5/11 Alabê Ôni

19/11 Ronald Augusto e o Tambor Elétrico

DEZEMBRO | MPB
10/12 Alexandre Vieira e Grupo

JANEIRO | Samba e Choro
7/1/17 Silfarney e o pessoal do Samba

21/1/17 Mathias Pinto e Grupo

 

Apoio:
Sinpro/RS - Sindicato dos Professores do RS

 

Fundação Cultural e Assistencial ECARTA
Av. João Pessoa, 943 - Porto Alegre - RS - Brasil - Fone: 51-4009.2970
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