As
obras de Selir e Rogerio têm afinidades formais e no modo
como foram concebidas. Colegas no Atelier Livre, desenvolvem
trabalho experimental que flui do tri para o bidimensional e
de um meio a outro. Usando a fotografia, transformam sua própria
obra. Selir transmuta sua pintura em desoladas paisagens; Rogerio
transforma nódulos de cipós em pássaros
sobre galhos. O título,
criado para o grupo real de pássaros, é adequado
também para
os caminhantes fictícios de Selir.