SOBRE A MOSTRA
No hall de entrada está a instalação Red Alert, na qual Giancarlo Lorenci utiliza cones de sinalização e sensores de presença, objetos apropriados do espaço cotidiano, deslocados de suas funções habituais. Deles, o público ouvirá sons relacionados a situações urbanas.
Na sala da direita, Chico Machado mostra dois dispositivos/aparelhos sonoros à manivela, além de vídeos destes objetos, discutindo a relação entre eles e a sua imagem, bem como a composição de sons em vídeo. Chico também projeta uma série de vídeos realizados em seu atelier sobre uma boia.
Na sala à esquerda, o resultado das pesquisas de Guilherme Dable, envolvendo desenho, som e performance, a partir dos registros do som e da ação que o provoca; Fernando Bakos apresenta dois objetos sonoros interativos, estabelecendo conexões entre a baixa e a alta tecnologia. Há também um audiovisual com ruídos de vídeo sobre uma base de sons gerados por uma composição randômica, problematizando a questão do ruído como aspecto de descontinuidade, interferência e alteração da informação, da narrativa e da linearidade.
PERFOMANCES
Dia 19/03 – Panetone (a.k.a. Cristiano Rosa) apresenta seus objetos e instrumentos montados a partir do conceito de Circuit Bending, em que o artista provoca curtos-circuitos em instrumentos e objetos que emitem sons, alterando o uso, a natureza e a percepção destas sonoridades.
Dia 17/04 – Os integrantes do grupo de rock Damn Laser Vampires, que além de músicos são quadrinistas e artistas gráficos, se instalam no centro da galeria e – tal qual esculturas vivas – mostram, em formato pocket show, seu artsy-punk-rock.
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Panetone - Foto:Divulgação |
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Chico Machado - Obra Aparelhos Sonoros
Foto: Chico Machado |
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Guilherme Dable - Foto Guilherme Dable |
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| Damn Laser Vampires - Foto: Marcello Demutti |
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Damn Laser Vampires - Foto: Marcelo Bertani |
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