PROGRAMAÇÃO – eixo-temático
MEIO AMBIENTE
19/10 - Preceitos ecológicos para
uma Educação Ambiental - Kátia
Zanini
Ser um educador ambiental exige muito
mais que falar sobre a natureza.
Exige
atuação em consonância com a natureza. Este módulo
propõe a analise das práticas adotadas pela sociedade atual e oferece
práticas alternativas integradas ao fluxo natural de energia e matéria.
Experimentos práticos, realizados em grupos, auxiliarão a visualizá-las.
A sustentabilidade do Planeta, em todas as suas dimensões (econômica,
social e ecológica) depende de atitudes de mudança. A Educação
Ambiental posta no sistema de ensino como tema transversal exige que os educadores
se apropriem destes conhecimentos e práticas, orientando os educandos
para a construção de um mundo mais sustentável.
25/05 - Metodologias
de Educação Ambiental - Beatriz
Stumpf (LOTAÇÃO
MÁXIMA)
Neste módulo serão apresentados e discutidos os principais métodos
que estão sendo utilizados e sugeridos em processos educativos ambientais,
com o relato de algumas experiências e referência de reconhecidos
pesquisadores e atuadores da área, com ênfase para a importância
da criatividade e da flexibilidade. A metodologia estará orientada para
o diagnóstico sócio-ambiental, a interpretação ambiental,
a identificação de diferentes tipos de métodos participativos
e de dinâmicas de grupo, vivências, mutirões, construção
de materiais, técnicas avaliativas e visualização criativa.
Também serão abordadas algumas técnicas de atuação
em ecologia social, como resolução de conflitos e comunicação
colaborativa. Será desenvolvida uma dinâmica de grupo, com um exercício
de elaboração de um programa de Educação Ambiental.
22/06 -
A importância da biodiversidade
local - Maria
de Fátima Maciel dos Santos
Neste módulo, serão debatidos conceitos e valores
sobre meio ambiente, ecologia cultural e biodiversidade. Compartilhando
as representações e percepções quanto à natureza
gaúcha, será composto, de forma prática
e interativa, um panorama dos ecossistemas naturais do Rio grande
do Sul - suas paisagens, sua fauna, sua flora e a inserção
do homem a esse conjunto natural. Em ecologia, chama-se de comunidade
o conjunto de seres que compõem e habitam um ambiente.
O maior desafio será desembaçar os olhares e refletir
sobre os vínculos mais autênticos que ligam o ser
humano ao mundo natural, apurando o saber ambiental e contribuindo
como educadores para propagação da vida.
21/09 -
A arte como ferramenta educacional na sensibilização
do ambiente -
Christian
Lavich Goldschmidt
Este módulo tratará de arte e ecologia e sua
abordagem por meio de diversas linguagens. Será veiculado
o documentário Lutzenberger For Ever Gaia, do cineasta
Frank Coe. Na linguagem teatral, serão apresentadas
possibilidades e formas de observação atenta
da natureza e de seus elementos, para posteriormente demonstrar
como podemos transformar esses elementos em personagens teatrais.
O objetivo é apresentar possibilidades de transformação
da linguagem científica em uma linguagem lúdica,
fortalecendo o espírito de encantamento e respeito
com o mundo natural. Também será trabalhada
a problemática do lixo, preservação
de fauna e flora silvestre e a desconstrução
da visão antropocêntrica.
PROGRAMAÇÃO – eixo-temático
INFÂNCIA
24/08 – Musicalização -
Andiara
Lemos Lino (CANCELADO)
Remarcado para dia 5/10 - com Profa. Roberta
A música é um objeto de conhecimento a ser
construído pela criança a partir das experiências
vivenciadas em seu corpo da sensibilização,
da escuta, das “paisagens sonoras" (SCHAFER,
1991, p.32). Reconhecer estes diferentes sons e sensações
somente ocorre com a vivência da criança e
seu despertar para construção musical, uma
ação natural e espontânea na infância.
Em todas as culturas a criança se envolve num mundo
sonoro, num mundo imaginário onde cantar, dançar,
brincar e se movimentar é um jogo de faz-de-conta.
Na Educação Infantil estas ações
estão intensamente ligadas ao mundo dos sons.
Bibliografia sugerida:
BBEYER, Esther (organizadora); Ana Paula Stahlschmidt,
Dulcimarta Lemos Lino, Luís Fernando Lazzarin .
Idéias em Educação Musical . Porto
Alegre: Editora Mediação, 1999.
BRITO, Teca Alencar de . Música na Educação
Infantil – propostas para a formação
integral da criança . São Paulo: Peirópolis,
2003.
CUNHA, Susana Rangel Vieira da (organizadora) . Cor, som
e Movimento: a expressão plástica, musical
e dramática no cotidiano da criança . Porto
Alegre: Editora Mediação, 2002.
DELALANDE, François . La música es um juego
de niños . Ricordi: Buenos Aires, 1995.
KOELLREUTTER, Hans-Joachim . Terminologia de uma nova estética
da música . Porto Alegre: Editora Movimento, 1990.
PIAGET, Jean. A formação do símbolo.
Imitação, jogo e sonho imagem e respresentação.Rio
de Janeiro: Zahar,1978.
SCHAFER, Murray. O ouvido pensante. Trad. Marisa Trench
de O. Fonterrada, Magda R. Gomes da Silva, Maria Lucia
Pascoal. São Paulo: Editora Unesp, 1991.
Artigos:
Revista Abem, março de 2006, número 14. RUSSEL,
Joan . Universidade McGill, Montreal, Canadá . Perspectivas
socioculturais na pesquisa em educação musical:
experiências, interpretação e prática.
Tradução e adaptação para o
português de Beatriz Ilari.
Música na Educação Infantil - Quem
canta seus males espanta? LINO, Andiara Lemos. Universidade
Federal do Rio Grande do Sul- Faculdade de Educação
- Pró Reitoria de Pós Graduação.
Orientação de Leda Junqueira Maffioletti
em dezembro de 2004.
Motivo do cancelamento do dia 24/8:
A Fundação
Ecarta seguiu orientação da Secretaria de Estado
da Saúde de evitar aglomerações em virtude da Gripe A.
08/06 – Da
contação
de histórias ao letramento - Neiva Paim
A atividade propõe uma viagem pela arte de contar
histórias; aborda a necessidade e a importância
do mundo letrado e a construção do processo
de alfabetização (espontâneo e/ou convencional)
na cumplicidade desta trajetória. Jogos e brincadeiras
engendram esta caminhada para uma alfabetização
sem trauma. O prazer em ler e criar - o papel da escola neste
processo.
Bibliografia sugerida: (artigos de sua
autoria, publicados, disponibilizados abaixo em formato PDF):
- Conceber, nascer,
permanecer, de Neiva Coelho Paim;
- O
prazer de brincar,
de Neiva Coelho Paim;
- Mãos
pequenas,
de Andréa Coelho Paim e Neiva Coelho Paim.
14/09 – Arte-educação:
trabalho com obras de arte - Carla
Binfaré
Abordagem teórica sobre o trabalho de artes na Educação
Infantil, buscando unir a prática pedagógica
com a teoria. Como se dá o trabalho na sala de aula
a partir das obras de artistas como: Monet, Miró,
Volpi, Tarsila do Amaral e Lucia Kock. Será realizado
um passeio pelas obras de arte do clássico ao contemporâneo,
unindo idéias e pensando em atividades para trabalhar
com os mesmos em sala de aula. Também serão
realizadas atividades práticas a partir do uso e
da leitura de imagens dos artistas mencionados.
Sugestão de bibliografia:
PROJETO – Revista de Educação: Artes
Plásticas / Porto Alegre, ano III nº 05 Artigo:
Aprendendo Arte com Claude Monet
RENSHAW, Amanda. O Livro de arte para criança. Porto
Alegre/Londres:Artmed/Phaidon, 2006
IAVELBERG, Rosa. Para gostar de aprender arte: sala de
aula e formação de professores. Porto Alegre:
Artmed, 2003
28/09 – Brincar
e construir - Altino
José Martins Filho
Significar, participar e interagir do brincar das crianças
possibilita-nos melhor conhecer as suas realidades sociais e
culturais. Tais realidades apresentam especificidades próprias
em relação à produção cultural
e as formas de sociabilidades dos adultos. Esta compreensão
nos faz afirmar a infância como uma categorial geracional
e as crianças como produtoras de culturas infantis. Na
produção das culturas infantis as crianças
utilizam diversas linguagens, sendo o brincar a linguagem por
excelência que lhes possibilitam criar, imaginar, fantasiar,
transformar e subverter a ordem das coisas. Podemos dizer que
a rotina do brincar é uma das linguagens mais presentes
na vida das crianças e por isso, pretendemos tomá-la
como eixo norteador do pensar e agir pedagógico do professor
da escola da infância. As brincadeiras serão consideradas
como linguagem-conteúdo que fazem parte da experiência
humana, apresentando-se na infância como atividade privilegiada,
tão importante como qualquer outra dimensão do
ser humano.
Bibliografia sugerida:
FARIA. A. L. G. de. O Espaço Físico como um dos Elementos Fundamentais
para uma Pedagogia da Educação Infantil. In: FARIA, A. L. G. de
e PALHARES, M. S. (Orgs.) Educação infantil pós-LDB: rumos
e desafios. 3.ed. Campinas, São Paulo: Autores Associados, 1999, p.67-97.
GEERTZ,
Cliffort. A Interpretação das Culturas. São Paulo: Guanabara
Koogan, 1989.
GALEANO, Eduardo. O Livro dos Abraços. Editora LP&M, Porto Alegre.
2002.
MARTINS FILHO, Altino José (Org.). Criança Pede Respeito: temas
em educação infantil. Porto Alegre: Mediação, 2005,
160p.
MARTINS FILHO, Altino José et. al. Infância Plural: crianças
do nosso tempo. Porto Alegre: Mediação, 2006, 120p.
MARTINS FILHO, Altino José. Crianças e Adultos: marcas de uma relação.
IN: MARTINS FILHO, Altino José et. al. Infância Plural: crianças
do nosso tempo. Porto Alegre: Mediação, 2006, 120p.
QVORTRUP, Jeans. A Infância na Europa: novo campo de pesquisa social. Centro
de Documentação e Informação sobre a Criança.
Instituto de Estudos da Criança, Universidade do Minho, 1995. Tradução
de Helena Antunes, (mimeo).
ROCHA. Eloisa Acires C. A Pesquisa em Educação Infantil no Brasil:
trajetória recente e perspectiva de consolidação de uma
pedagogia da educação infantil. Florianópolis: Núcleo
de Publicações - UFSC, 1999.
SARMENTO, Manuel Jacinto. As Culturas da Infância nas Encruzilhadas da
2ª Modernidade. In: SARMENTO, M. J. & CERISARA, A. B.. Crianças
e miúdos: perspectivas sociopedagógicas da infância e educação.
Edições ASA- Porto- Portugal 2004.