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CAMAQUÃ

O projeto CONVERSA DE PROFESSOR, em 2009, trabalhará três eixos: Meio Ambiente, Vida e Saúde e Infância. Em Camaquã, as temáticas será MEIO AMBIENTE e INFÂNCIA.

Encerrado

Apoio:    
Fundação Gaia
Sinpro/RS - Sindicato Cidadão
Prefeitura Municipal de Camaquã


Ecarta Musical - Edital de Seleção - 2011
Galeria de Arte - Edital de Exposições - 2011
 
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PROGRAMAÇÃO – eixo-temático MEIO AMBIENTE


19/10 - Preceitos ecológicos para uma Educação Ambiental - Kátia Zanini

Ser um educador ambiental exige muito mais que falar sobre a natureza. Exige atuação em consonância com a natureza. Este módulo propõe a analise das práticas adotadas pela sociedade atual e oferece práticas alternativas integradas ao fluxo natural de energia e matéria. Experimentos práticos, realizados em grupos, auxiliarão a visualizá-las. A sustentabilidade do Planeta, em todas as suas dimensões (econômica, social e ecológica) depende de atitudes de mudança. A Educação Ambiental posta no sistema de ensino como tema transversal exige que os educadores se apropriem destes conhecimentos e práticas, orientando os educandos para a construção de um mundo mais sustentável.

25/05 - Metodologias de Educação Ambiental - Beatriz Stumpf (LOTAÇÃO MÁXIMA)

Neste módulo serão apresentados e discutidos os principais métodos que estão sendo utilizados e sugeridos em processos educativos ambientais, com o relato de algumas experiências e referência de reconhecidos pesquisadores e atuadores da área, com ênfase para a importância da criatividade e da flexibilidade. A metodologia estará orientada para o diagnóstico sócio-ambiental, a interpretação ambiental, a identificação de diferentes tipos de métodos participativos e de dinâmicas de grupo, vivências, mutirões, construção de materiais, técnicas avaliativas e visualização criativa. Também serão abordadas algumas técnicas de atuação em ecologia social, como resolução de conflitos e comunicação colaborativa. Será desenvolvida uma dinâmica de grupo, com um exercício de elaboração de um programa de Educação Ambiental.


22/06 - A importância da biodiversidade local - Maria de Fátima Maciel dos Santos

Neste módulo, serão debatidos conceitos e valores sobre meio ambiente, ecologia cultural e biodiversidade. Compartilhando as representações e percepções quanto à natureza gaúcha, será composto, de forma prática e interativa, um panorama dos ecossistemas naturais do Rio grande do Sul - suas paisagens, sua fauna, sua flora e a inserção do homem a esse conjunto natural. Em ecologia, chama-se de comunidade o conjunto de seres que compõem e habitam um ambiente. O maior desafio será desembaçar os olhares e refletir sobre os vínculos mais autênticos que ligam o ser humano ao mundo natural, apurando o saber ambiental e contribuindo como educadores para propagação da vida.

21/09 - A arte como ferramenta educacional na sensibilização do ambiente -
Christian Lavich Goldschmidt


Este módulo tratará de arte e ecologia e sua abordagem por meio de diversas linguagens. Será veiculado o documentário Lutzenberger For Ever Gaia, do cineasta Frank Coe. Na linguagem teatral, serão apresentadas possibilidades e formas de observação atenta da natureza e de seus elementos, para posteriormente demonstrar como podemos transformar esses elementos em personagens teatrais. O objetivo é apresentar possibilidades de transformação da linguagem científica em uma linguagem lúdica, fortalecendo o espírito de encantamento e respeito com o mundo natural. Também será trabalhada a problemática do lixo, preservação de fauna e flora silvestre e a desconstrução da visão antropocêntrica.


PROGRAMAÇÃO – eixo-temático INFÂNCIA


24/08Musicalização - Andiara Lemos Lino (CANCELADO)
Remarcado para dia 5/10 - com Profa. Roberta

A música é um objeto de conhecimento a ser construído pela criança a partir das experiências vivenciadas em seu corpo da sensibilização, da escuta, das “paisagens sonoras" (SCHAFER, 1991, p.32). Reconhecer estes diferentes sons e sensações somente ocorre com a vivência da criança e seu despertar para construção musical, uma ação natural e espontânea na infância. Em todas as culturas a criança se envolve num mundo sonoro, num mundo imaginário onde cantar, dançar, brincar e se movimentar é um jogo de faz-de-conta. Na Educação Infantil estas ações estão intensamente ligadas ao mundo dos sons.

Bibliografia sugerida:
BBEYER, Esther (organizadora); Ana Paula Stahlschmidt, Dulcimarta Lemos Lino, Luís Fernando Lazzarin . Idéias em Educação Musical . Porto Alegre: Editora Mediação, 1999.
BRITO, Teca Alencar de . Música na Educação Infantil – propostas para a formação integral da criança . São Paulo: Peirópolis, 2003.
CUNHA, Susana Rangel Vieira da (organizadora) . Cor, som e Movimento: a expressão plástica, musical e dramática no cotidiano da criança . Porto Alegre: Editora Mediação, 2002.
DELALANDE, François . La música es um juego de niños . Ricordi: Buenos Aires, 1995.
KOELLREUTTER, Hans-Joachim . Terminologia de uma nova estética da música . Porto Alegre: Editora Movimento, 1990.
PIAGET, Jean. A formação do símbolo. Imitação, jogo e sonho imagem e respresentação.Rio de Janeiro: Zahar,1978.
SCHAFER, Murray. O ouvido pensante. Trad. Marisa Trench de O. Fonterrada, Magda R. Gomes da Silva, Maria Lucia Pascoal. São Paulo: Editora Unesp, 1991.
Artigos:
Revista Abem, março de 2006, número 14. RUSSEL, Joan . Universidade McGill, Montreal, Canadá . Perspectivas socioculturais na pesquisa em educação musical: experiências, interpretação e prática. Tradução e adaptação para o português de Beatriz Ilari.
Música na Educação Infantil - Quem canta seus males espanta? LINO, Andiara Lemos. Universidade Federal do Rio Grande do Sul- Faculdade de Educação - Pró Reitoria de Pós Graduação. Orientação de Leda Junqueira Maffioletti em dezembro de 2004.


Motivo do cancelamento do dia 24/8: A Fundação Ecarta seguiu orientação da Secretaria de Estado da Saúde de evitar aglomerações em virtude da Gripe A.

08/06Da contação de histórias ao letramento - Neiva Paim

A atividade propõe uma viagem pela arte de contar histórias; aborda a necessidade e a importância do mundo letrado e a construção do processo de alfabetização (espontâneo e/ou convencional) na cumplicidade desta trajetória. Jogos e brincadeiras engendram esta caminhada para uma alfabetização sem trauma. O prazer em ler e criar - o papel da escola neste processo.


Bibliografia sugerida: (artigos de sua autoria, publicados, disponibilizados abaixo em formato PDF):
- Conceber, nascer, permanecer, de Neiva Coelho Paim;
- O prazer de brincar, de Neiva Coelho Paim;
- Mãos pequenas, de Andréa Coelho Paim e Neiva Coelho Paim.

14/09Arte-educação: trabalho com obras de arte - Carla Binfaré

Abordagem teórica sobre o trabalho de artes na Educação Infantil, buscando unir a prática pedagógica com a teoria. Como se dá o trabalho na sala de aula a partir das obras de artistas como: Monet, Miró, Volpi, Tarsila do Amaral e Lucia Kock. Será realizado um passeio pelas obras de arte do clássico ao contemporâneo, unindo idéias e pensando em atividades para trabalhar com os mesmos em sala de aula. Também serão realizadas atividades práticas a partir do uso e da leitura de imagens dos artistas mencionados.

Sugestão de bibliografia:
PROJETO – Revista de Educação: Artes Plásticas / Porto Alegre, ano III nº 05 Artigo: Aprendendo Arte com Claude Monet
RENSHAW, Amanda. O Livro de arte para criança. Porto Alegre/Londres:Artmed/Phaidon, 2006
IAVELBERG, Rosa. Para gostar de aprender arte: sala de aula e formação de professores. Porto Alegre: Artmed, 2003

28/09Brincar e construir - Altino José Martins Filho

Significar, participar e interagir do brincar das crianças possibilita-nos melhor conhecer as suas realidades sociais e culturais. Tais realidades apresentam especificidades próprias em relação à produção cultural e as formas de sociabilidades dos adultos. Esta compreensão nos faz afirmar a infância como uma categorial geracional e as crianças como produtoras de culturas infantis. Na produção das culturas infantis as crianças utilizam diversas linguagens, sendo o brincar a linguagem por excelência que lhes possibilitam criar, imaginar, fantasiar, transformar e subverter a ordem das coisas. Podemos dizer que a rotina do brincar é uma das linguagens mais presentes na vida das crianças e por isso, pretendemos tomá-la como eixo norteador do pensar e agir pedagógico do professor da escola da infância. As brincadeiras serão consideradas como linguagem-conteúdo que fazem parte da experiência humana, apresentando-se na infância como atividade privilegiada, tão importante como qualquer outra dimensão do ser humano.

Bibliografia sugerida:
FARIA. A. L. G. de. O Espaço Físico como um dos Elementos Fundamentais para uma Pedagogia da Educação Infantil. In: FARIA, A. L. G. de e PALHARES, M. S. (Orgs.) Educação infantil pós-LDB: rumos e desafios. 3.ed. Campinas, São Paulo: Autores Associados, 1999, p.67-97.
GEERTZ, Cliffort. A Interpretação das Culturas. São Paulo: Guanabara Koogan, 1989.
GALEANO, Eduardo. O Livro dos Abraços. Editora LP&M, Porto Alegre. 2002.
MARTINS FILHO, Altino José (Org.). Criança Pede Respeito: temas em educação infantil. Porto Alegre: Mediação, 2005, 160p.
MARTINS FILHO, Altino José et. al. Infância Plural: crianças do nosso tempo. Porto Alegre: Mediação, 2006, 120p.
MARTINS FILHO, Altino José. Crianças e Adultos: marcas de uma relação. IN: MARTINS FILHO, Altino José et. al. Infância Plural: crianças do nosso tempo. Porto Alegre: Mediação, 2006, 120p.
QVORTRUP, Jeans. A Infância na Europa: novo campo de pesquisa social. Centro de Documentação e Informação sobre a Criança. Instituto de Estudos da Criança, Universidade do Minho, 1995. Tradução de Helena Antunes, (mimeo).
ROCHA. Eloisa Acires C. A Pesquisa em Educação Infantil no Brasil: trajetória recente e perspectiva de consolidação de uma pedagogia da educação infantil. Florianópolis: Núcleo de Publicações - UFSC, 1999.
SARMENTO, Manuel Jacinto. As Culturas da Infância nas Encruzilhadas da 2ª Modernidade. In: SARMENTO, M. J. & CERISARA, A. B.. Crianças e miúdos: perspectivas sociopedagógicas da infância e educação. Edições ASA- Porto- Portugal 2004.




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